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Depois de ter seus planos de criação da Diem frustrados, a Diem Association, fundada pela Meta, está cogitando a venda de seus ativos por cerca de R$ 1 bilhão

Talvez nomear a criptomoeda da Meta (antes chamada de Facebook) como Diem não tenha sido uma das melhores decisões de Mark Zuckerberg.
Afinal, a famosa frase “Carpe diem” (traduzindo para o português, "aproveite o momento") não parece caber muito bem para o projeto, que nem teve tempo de comemorar seu aniversário de dois anos.
Na tentativa de construir seu próprio universo digital no metaverso — um mundo paralelo, que une os dois extremos da realidade, a virtual (VR) e a aumentada (AR) —, o CEO agora vê seus esforços para desenvolver sua própria moeda digital caindo por terra.
Isso porque os planos não aguentaram a pressão de órgãos reguladores e começaram a desmoronar, dando lugar ao adeus ao projeto e cogitando a venda da tecnologia.
Com seus planos frustrados, Mark Zuckerberg não teve alternativa a não ser pensar em vender seus ativos, em um último esforço para capturar qualquer valor que tenha restado.
A Diem Association, do Facebook, passou a conversar com banqueiros de investimento sobre os próximos passos, considerando até mesmo a venda de sua propriedade intelectual, segundo informações da CNBC.
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De acordo com o Wall Street Journal, a Diem se prepara para vender seus ativos e sua tecnologia para a Silvergate Capital, sediada na Califórnia, por aproximadamente US$ 200 milhões (ou R$ 1,08 bilhão, caso prefira em reais).
A venda provavelmente vai permitir que a empresa devolva aos seus membros fundadores o capital investido. No início, os membros se comprometeram a pagar US$ 10 milhões para participar.
Para o WST, caso o negócio fosse fechado, a maior incursão em finanças da Meta andaria em direção a uma “conclusão contundente”.
A Diem Association foi fundada em 2019 pelo Facebook e era apoiada por 25 empresas e grupos sem fins lucrativos. A iniciativa procurava viabilizar a criação e operacionalização do token digital para a criptomoeda.
Desde então, a empresa de Zuckerberg liderou os planos da moeda digital, antes chamada de libra. No começo, a moeda global seria composta por uma cesta de ativos, como dólar e títulos de Treasures.
Depois disso, as ambições do executivo mudaram — e o nome da moeda também: a ideia passou a ser criar uma rede de pagamentos com um stablecoin (ativo digital estável) para cada país, lastreado em dólar. Já o criptoativo assumiu o nome de Diem.
Desde o começo, em junho de 2019, o projeto passou por uma forte oposição de formuladores de políticas, como banqueiros centrais e políticos.
Os gestores tinham medo de que a nova moeda global pudesse desfazer seu controle sobre o sistema monetário, além de facilitar os crimes como lavagem de dinheiro e prejudicar a privacidade dos usuários.
Mark não viu outra solução senão mudar o nome da criptomoeda para Diem, em busca por aprovações regulatórias.
A sua ambição global também foi minada, e Zuckerberg teve que se concentrar nos Estados Unidos, com o lançamento de uma stablecoin em dólar.
Recentemente, seus planos também foram feridos internamente. David Marcus, o executivo de tecnologia financeira do Facebook responsável por supervisionar o desenvolvimento da Diem, anunciou sua saída da empresa para começar a trabalhar em algo novo.
*Com informações de The Wall Street Journal e CNBC
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