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Volatilidade tomou conta do mercado de criptomoedas e também ditou o ritmo das negociações das bolsas lá fora
O bitcoin (BTC) entra na noite desta terça-feira (24) em alta, mas os ganhos não são suficientes para empurrar a maior criptomoeda do mundo de volta ao patamar de US$ 30 mil — um nível considerado psicologicamente importante para esse mercado.
E não é só o BTC que luta pela recuperação. Apesar de se afastarem das mínimas hoje, as bolsas nos EUA operaram no vermelho — a exceção foi o Dow Jones — devido aos temores envolvendo a desaceleração econômica.
Entender esse movimento é importante porque mostra que os investidores correram para posições mais defensivas, deixando de lado ativos de risco, como ações e criptomoedas.
Por volta de 20h25, o bitcoin subia 1,49%, mas seguia abaixo dos US$ 30 mil, cotado a US$ 29.573,98. Confira como operam algumas das maiores moedas digitais do mundo nesta noite:
| Nome | Preço | 24h % | 7d % |
|---|---|---|---|
| Bitcoin (BTC) | US$ 29.573,98 | +1,49% | -2,41% |
| Ethereum (ETH) | US$ 1.987,10 | +0,99% | -4,96% |
| Tether (USDT) | US$ 0,999 | 0,00% | 0,00% |
| BNB (BNB) | US$ 329,48 | +3,99% | +7,62% |
| USD Coin (USDC) | US$ 1,00 | 0,00% | -0,02% |
No noticiário do dia, as ações da empresa por trás da rede social Snapchat chegaram a cair 40% hoje, após o CEO da Snap, Evan Spiegel, dizer que a companhia não conseguirá atingir nem mesmo o piso das metas de receita e lucro ajustado deste trimestre.
Isso gerou um efeito em cadeia nas demais ações de tecnologia. Empresas como Twitter e Meta viram seus papéis registrarem quedas entre 3% e 9%.
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O Nasdaq, a bolsa de tecnologia americana, sentiu a pressão e terminou o dia em baixa de 2,5% — o que mantém o bitcoin pressionado, impedindo a sustentação do patamar de US$ 30 mil.
O mundo das empresas de tecnologia entrou de cabeça no universo das criptomoedas em 2022, o que aumentou ainda mais a correlação entre essas duas classes de ativos.
Soma-se a isso o fato de que os desenvolvedores por trás das criptomoedas sentem a alta dos juros e o crédito mais caro da mesma maneira que as empresas de tecnologia. Em outras palavras, o aperto monetário dificulta investimentos e o crescimento de ambos.
Por enquanto, as incertezas pesam mais do que os fatores intrínsecos dos projetos. Mesmo anúncios de aquisições ou crescimentos devem permanecer em segundo plano e ter pouca influência nas cotações.
Agora, as criptomoedas passam por um período de consolidação de preços, criando novos suportes para sustentar as próximas altas. Vale lembrar que, por se tratar de um mercado altamente volátil, não é possível dizer quando elas virão.
Porém, os analistas estão otimistas: mesmo com o “bear market” virando a esquina, esse é um bom momento para comprar cripto — entenda o porquê aqui.
Não perca o último Papo Cripto com a entrevista de Ray Nasser, CEO da Arthur Mining e especialista em moedas digitais:
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