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Banco Central confirma que a Selic vai subir menos na próxima reunião, mas o topo da montanha da taxa de juros pode ser ainda mais alto
A comunicação do Banco Central (BC) com o mercado financeiro volta e meia vira assunto. Ela costuma se dar por meio de documentos oficiais — como a ata do Copom divulgada hoje — e por encontros de diretores da autoridade monetária com agentes do mercado.
É fato que essa comunicação melhorou substancialmente nos últimos anos. Afinal, seja para sardinhas ou tubarões, quanto mais clareza melhor para os negócios. Na ata de hoje, porém, o Comitê de Política Monetária do BC deixou a desejar.
Na semana passada, no comunicado que se seguiu à decisão de elevar a taxa Selic pela décima reunião seguida, a 12,75% ao ano, o Copom deixou claro que o plano é seguir adiante, buscando um topo que parece próximo.
Da ata, esperava-se alguma sinalização mais clara de onde exatamente o Copom acredita estar o pico da escalada iniciada há pouco mais de um ano. Mas ela não veio.
“Mensagem muito similar ao comunicado”, enfatizaram os economistas do banco BTG Pactual ao compararem a ata divulgada hoje com o comunicado que acompanhou a decisão do Copom, na quarta-feira passada.
E isso leva a uma situação evitada a todo custo aqui no Seu Dinheiro: sair pela tangente com um “economistas divergem sobre” qualquer que seja o assunto.
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Um exemplo? O economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez, considerou a ata como dovish em relação ao comunicado; já o economista Fabio Louzada enxergou uma postura hawkish por parte do Copom.
A título de esclarecimento, enquanto o termo dovish sugere uma postura mais leve da autoridade monetária, hawkish indica uma postura mais dura.
Portanto, comecemos pelo que é certo: o Copom vai elevar novamente a taxa Selic nas reuniões de 14 e 15 de junho.
Na ata, o Copom repete o comunicado ao sinalizar como “provável” uma nova alta da Selic em junho, mas em menor magnitude que as recentes elevações de um ponto porcentual.
O Copom “vê como apropriado um avanço em território ainda mais contracionista”, disse Cleber Alessie, gerente da mesa de derivativos da corretora Commcor.
Outra certeza é a magnitude da próxima alta de juro.
Os economistas consultados pelo Seu Dinheiro acreditam que a Selic será elevada em pelo menos 0,50 ponto porcentual em junho, a 13,25% ao ano.
É nesse ponto que as divergências começam.
“A comunicação continua apontando para outro ajuste de menor magnitude em junho sem indicação mais evidente de outro passo à frente”, dizem os economistas do BTG.
Étore Sanchez, da Ativa, também acredita que o Copom interromperá o aperto monetário na próxima reunião.
Fabio Louzada, por sua vez, chama a atenção para o fato de não haver na ata nenhuma menção clara ao fim do aperto na próxima reunião.
“Isso me faz crer que o Banco Central vai seguir viés mais hawkish e continuar subindo juros. Devemos chegar no fim do ano em pelo menos 13,50%” ao ano, afirmou.
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