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Com isso, outra criptomoeda relacionada ao Shiba Inu também disparou outros 20% hoje, mas os projetos são questionados pelos analistas
Entre os mais de dez mil projetos em criptomoedas — nas contas do Coin Market Cap; o número real é certamente muito maior —, alguns nomes são mais populares do que outros. Bitcoin (BTC) e dogecoin (DOGE) são alguns deles, mas quem toma os holofotes do dia é a Shiba Inu (SHIB), segunda maior moeda-meme do mundo.
Isso aconteceu porque durante o final de semana, os desenvolvedores do projeto anunciaram um portal que paga para você destruir suas criptomoedas. Em troca, a plataforma irá te recompensar com uma espécie de “renda passiva” por queimar seus tokens.
A ideia dos desenvolvedores é limitar a quantidade de tokens (criptomoedas) SHIB em circulação. Para isso, o investidor acessa um portal e transfere seus shiba para uma carteira digital (wallet) “morta”, que não pode movimentar essas moedas.
Isso é o chamado “burn” (queima, em inglês) de tokens SHIB. Esse sistema é ligeiramente diferente do que é usado pelo ethereum (ETH), por exemplo, em que as moedas são realmente destruídas.
Com isso, os investidores que colocarem essas criptomoedas nessa carteira podem receber em dinheiro uma “renda passiva” por ajudarem a reduzir a quantidade de moedas em circulação.
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Segundo o portal que cuida da queima de criptomoedas, os investidores receberão o dinheiro em burntSHIB, uma outra moeda digital.
Em posse desse token, o usuário receberá seu pagamento em RYOSHI, a moeda digital da Ryoshis Vision, projeto criado para auxiliar o desenvolvimento do shiba inu.
Com isso, 0,49% de todas as transações RYOSHI serão distribuídas aos proprietários de tokens burntSHIB, ainda de acordo com os desenvolvedores.
No whitepaper, o documento que explica o projeto, não ficou claro se serão das transações especificamente em shiba ou do total de RYOSHI negociados no mercado. Também não ficou claro se o pagamento será feito uma única vez ou durante um determinado período.
Outras criptomoedas como ethereum e binance coin (BNB) já aderiram ao método de queima para manter o seu suprimento limitado, o que permite conferir valor às moedas digitais. O bitcoin (BTC), por exemplo, tem um limite estipulado em 21 milhões de unidades.
Em oposição a isso, moedas-meme como dogecoin e shiba inu até então tinham emissão infinita — portanto, praticamente impossível conferir valor a elas. Os desenvolvedores afirmam que existe um total de um quadrilhão (você não leu errado: 1 seguido de 15 zeros, ou 1.000.000.000.000.000) de tokens shiba, dos quais 549 trilhões estão em circulação.
Desde o lançamento da plataforma de queima, foram destruídos 410 trilhões de SHIB ou 41% do total.
Nós perguntamos para dois especialistas do mercado de criptomoedas para entender se a segunda mais popular memecoin do mundo deve se tornar um projeto sério e de valor a partir desse anúncio.
Tanto Luiz Pedro Andrade de Oliveira, analista e especialista em criptomoedas da Nord Research, quanto André Franco, analista de cripto do Mercado Bitcoin, disseram que não acompanhavam Shiba por não considerarem a memecoin um tipo de investimento.
Até mesmo Valter Rebelo, analista de criptomoedas da Empiricus, entende que o colocar dinheiro nessa classe de moedas digitais está mais para loteria do que para investimento.
Por fim, o anúncio pode colocar a Shiba Inu em destaque nos próximos dias, o que deve se refletir em uma alta das cotações. Mas isso não deve ser suficiente para sustentar o preço no longo prazo e novas quedas virão.
Vale lembrar ainda que o investimento em criptomoedas é altamente volátil e que é preciso cautela antes de colocar dinheiro em qualquer projeto. Apostar em memecoins pode ser divertido e o efeito da rede pode dar a impressão de retornos altos, mas o risco pode não valer o retorno.
Por volta das 14h desta segunda-feira (25), a criptomoeda SHIB inu era negociada em queda de 0,35%, cotada a US$ 0,00002392. A RYOSHI, recompensa pela queima de SHIB, avançava cerca de 20%, negociada a US$ 0,00000000931.
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