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Com a entrada dos contratos futuros em bitcoin e ethereum, a B3 se alia à Chicago Mercantile Exchange (CME), referência no mercado futuro para as criptos
A bolsa brasileira já havia surpreendido os investidores ao tornar o Brasil um dos primeiros países do mundo a ter um fundo de índice (ETF, em inglês) de criptomoedas. Agora, a B3 (B3SA3) planeja lançar um mercado de futuros de bitcoin (BTC) e ethereum (ETH) ainda neste ano.
O plano da operadora da bolsa brasileira é fazer uma plataforma de custódia e liquidação para bitcoin, ethereum e outras criptomoedas. O anúncio foi feito pelo diretor da B3, Jochen Mielke, responsável pelo desenvolvimento de sistemas de trading da empresa, em entrevista ao Valor Econômico.
O plano de Mielke é entrar nesse mercado "ainda nos próximos meses”.
Os contratos futuros darão mais uma opção para os investidores brasileiros entrarem no mercado de criptomoedas.
Assim como a diversificação dos ativos na sua carteira ou o mercado de opções, os contratos futuros também funcionam como uma alternativa para proteção (hedge) dos seus investimentos.
Entretanto, André Franco, analista de criptomoedas e chefe de research do Mercado Bitcoin, afirma que é melhor deixar esse tipo de ativo para o investidor institucional.
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“Já existem bons ativos para o investidor pessoa física, como o mercado de ETFs, para quem não quer investir em bitcoin à vista”, comenta. Ainda existe o fator financeiro dos contratos futuros.
Quando um desses contratos futuros está prestes a vencer, o investidor precisa comprar um novo papel com uma nova data mais distante — caso, é claro, ele não queira se desfazer de sua posição.
A diferença entre esses dois contratos é chamada de rolagem (ou rollout), que pode consumir de 7% a 10% do investimento por ano.
Outro ponto relevante é que os futuros podem se descolar consideravelmente do preço do ativo spot, sobretudo na falta de liquidez em algum mercado, como afirma Alexandre Ludolf, diretor de investimentos da QR Asset Management.
“Caso esse descolamento ocorra perto da data de rolagem dos futuros, o investidor não tem muita alternativa a não ser rolar os contratos, isto é, vender o contrato curto e comprar o contrato com vencimento mais longo.”
Alexandre Ludolf, diretor de investimentos da QR Asset Management.
A QR também é responsável por dois ETFs monoativos em bitcoin e ethereum, o QBTC11 e o QETH11, respectivamente.
Para além disso, Ricardo Assaf, CEO da Unblock Capital, vê com bons olhos a entrada da bolsa brasileira no mercado de contratos futuros.
“É uma institucionalização das criptomoedas. Deixou de ser uma coisa de entusiastas, meio obscura, para estar nas grandes bolsas do mundo”, comenta. “Muita gente pode pensar que cripto tem que ser uma coisa raiz, distante das instituições, mas na verdade elas estimulam a adoção das criptomoedas”.
Com a entrada dos contratos futuros em bitcoin e ethereum, a bolsa brasileira se alia à Chicago Mercantile Exchange (CME), referência no mercado futuro para as criptomoedas.
Até o momento, a CME também negocia contratos futuros apenas em bitcoin e ethereum, as duas maiores criptomoedas do mundo.
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