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Pesquisa do Federal Reserve, o banco central dos EUA, mostra que as pessoas que fazem transações com criptomoedas nos EUA são duas vezes mais propensas a não serem bancarizadas
Em 22 de maio de 2010, quando o californiano Laszlo Hanyecz comprou duas pizzas com bitcoin, estávamos diante de um feito: naquela época, afinal, ninguém usava BTC para compras triviais. Exatos 12 anos depois, os ativos digitais estão ganhando tanta popularidade que os norte-americanos estão trocando os bancos pelas criptomoedas.
Quem fez essa descoberta foi o Federal Reserve (Fed). Uma pesquisa do banco central dos EUA mostrou que, no geral, 12% dos norte-americanos compraram ou usaram criptomoedas em 2021.
Mas o que chama atenção no levantamento é a informação de que as pessoas que fazem transações com criptomoedas nos EUA são duas vezes mais propensas a não serem bancarizadas na comparação com as pessoas que não as usam.
De acordo com o pesquisa, 13% dos norte-americanos que usam criptomoedas para pagamentos não têm contas bancárias — acima dos 6% entre as pessoas que não usam criptomoedas.
Enquanto isso, 27% das pessoas que usam criptomoedas para pagamentos relatam que não têm cartão de crédito, contra 17% das pessoas que não possuem ou usam criptomoedas.
Não falta espaço para a troca dos bancos por criptomoedas, como o bitcoin (BTC) — o problema pode ser o preço.
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Apesar de o Brasil ter uma das economias mais desenvolvidas da América Latina, os serviços financeiros tradicionais ainda estão fora do alcance de até 34 milhões de brasileiros.
Isso quer dizer que cerca de um em cada cinco adultos no país não tem conta em banco, de acordo com dados de janeiro do Instituto Locomotiva.
Embora a fatia da população desbancarizada no Brasil tenha diminuído dos 45 milhões de alguns anos atrás, o número de pessoas fora do sistema bancário por aqui é maior do que muitos outros mercados desenvolvidos, como EUA, Reino Unido e Espanha, cuja população desbancarizada é inferior a 10%.
O fenômeno da desbancarização no país é explicado por alguns fatores. Talvez o que mais chame atenção é o fato de o Brasil ter um dos setores bancários mais lucrativos, com os cinco maiores bancos controlando quase 80% do mercado de empréstimos.
Isso tornou o sistema bancário muito caro, com os consumidores muitas vezes pagando taxas de juros de três dígitos.
Além disso, as agências físicas dos bancos estão disponíveis em poucas e distantes localidades, com horários limitados e filas — o que abriu espaço para o avanço das fintechs.
Essa é a primeira vez que o Fed faz uma pergunta sobre criptomoedas ao seu painel de pesquisa de 11.000 pessoas — o levantamento foi realizado em outubro e novembro do ano passado.
No início deste mês, comentários agressivos do Comitê de Mercado Aberto do Fed levaram os mercados — tradicionais e cripto — a uma queda livre, quando o regulador anunciou que aumentaria as taxas de juros em meio ponto percentual.
A sondagem descobriu ainda que as pessoas que usam criptomoedas para pagamentos também são muito menos propensas a ter economias de aposentadoria.
Mas a taxa de poupança para a aposentadoria foi quase a mesma entre as pessoas que não usam criptomoedas (27%) e as pessoas que a usam puramente como investimento (29%).
Também observou que as pessoas que usam criptoativos como investimentos tendem a ser ricas.
A pesquisa descobriu que 46% dos investidores em criptomoedas tinham renda de pelo menos US$ 100.000. Pessoas com renda inferior a US$ 50.000 representavam 29% dos investidores em criptomoedas.
*Com informações do Decrypt
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