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O objetivo é alinhar educação financeira aos mais recentes métodos de pagamento e oportunidades no universo digital, com foco no potencial da população negra
Não é de hoje que a pauta da diversidade tomou conta do noticiário. Grandes empresas já entenderam que quanto mais plurais forem os times, maiores e mais criativos serão os resultados. E em um universo em criação, como o das criptomoedas, esses dois pontos são essenciais.
Pensando nisso, o Instituto GUETTO firmou uma parceria com a Paxful, plataforma global de finanças P2P (peer-to-peer, ou pessoa a pessoa), para lançar o projeto AfroBit_Lab, que busca formar profissionais de educação financeira com foco em bitcoin (BTC) e criptomoedas.
De acordo com dados do Instituto Locomotiva, 71% da população negra no Brasil sofre com problemas relacionados ao dinheiro — e grande parte dela não tem acesso à educação financeira.
Nesse sentido, alinhar essa educação aos mais recentes métodos de pagamento e oportunidades no universo digital — isto é, ao uso do bitcoin e criptomoedas — poderia alavancar o potencial de desenvolvimento da população negra.
Além disso, transações com bitcoin feitas de forma responsável podem ser bastante eficazes para impulsionar o empreendedorismo global.
“Lidar com bitcoin pode parecer algo muito distante para a maioria da população negra. Acredita-se que mesmo para o povo em geral é difícil entender o mundo das criptomoedas, moedas digitais ou modelo de emissionismo monetário descentralizado”, comenta Alabê Nunjara, diretor de Políticas Públicas e Relações Internacionais no Instituto GUETTO.
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Nesta primeira turma, o AfroBit_lab oferece 12 vagas e os selecionados receberão um incentivo de R$ 1.300,00.
Será realizada uma pré-seleção com teste de nivelamento, que inclui inglês intermediário, capacidade de ministrar palestras ou aulas e familiaridade com bitcoin. Também será necessário o envio de vídeo motivacional.
A grade curricular inclui educação anti-racista, teoria e prática sobre bitcoin, inglês e aulas optativas de análises de dados. Após o período de formação, os alunos oferecerão aulas, na condição de especialistas, à comunidade negra.
Para conhecer mais sobre o projeto, acesse as redes sociais do Instituto GUETTO e a página para se inscrever no AfroBit_lab.
O bitcoin foi criado com base na teoria libertária, que prega que os indivíduos precisam estar livres das condições financeiras impostas pelos governos. Em outras palavras, as moedas de troca precisam estar longe das influências políticas para garantir a total liberdade da população.
Para nós, brasileiros, o confisco da poupança do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 16 de março de 1990, é um caso de interferência governamental nas finanças dos cidadãos. Mas não é preciso ir tão longe no tempo para encontrar exemplos.
“Muita gente tem ganhado dinheiro e a população negra tem tido vários obstáculos com isso. Se este público quer ter mudança geracional e autonomia financeira, tendo maior rentabilidade, é preciso aprender sobre novas maneiras de capitalizar”, explica Nunjara.
Os Estados Unidos vivem a pior inflação dos últimos 40 anos devido à massiva impressão de dinheiro para estimular a economia local, em meio à crise do coronavírus. Apesar de ter salvo a atividade econômica em um primeiro momento, a alta de preços era inevitável.
Os partidários da teoria libertária entendem que nenhum norte-americano — a não ser os membros do BC — tiveram poder de escolha em ponderar sobre as medidas tomadas pelo Fed para combater a paralisação da economia.
“O bitcoin é uma das ferramentas mais poderosas do mundo para a liberdade financeira. Juntos, o Instituto GUETTO e a Paxful estão se unindo para construir oportunidades financeiras reais para pessoas reais que muitas vezes são deixadas para trás pelo sistema financeiro tradicional”, diz Ray Youssef, CEO da Paxful.
No caso das criptomoedas, o código é colaborativo e todos os participantes da rede (blockchain) podem participar nas decisões tomadas sobre as moedas digitais.Você pode ler mais sobre o bitcoin no white paper da maior criptomoeda do mundo — considerado um marco para a teoria libertária.
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