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Em evento da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto), chefes de entidades do mercado de criptomoedas comentam suas expectativas
O Longo Inverno Cripto pode assustar o investidor do varejo, que aguarda — sem muita paciência — uma disparada do bitcoin (BTC). Entretanto, as apostas do setor de criptomoedas ainda estão na adesão mais abrangente pelos CNPJs, e não pelos CPFs.
Em evento da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto), os principais representantes do setor comentaram suas apostas para o futuro do mercado cripto nacional.
Entre eles, estavam o CEO do Mercado Bitcoin, Reinaldo Rabelo; o CEO da Bitso, Thales Freitas; o CEO da Foxbit, João Canhada; o head de business development da Ripio, Henrique Teixeira; o CEO do Zro Bank, Edisio Pereira Neto; e a head de operação da NovaDax, Cesar Felix.
E todos concordaram ao dizer que a lei de criptomoedas, que está para ser votada na Câmara a qualquer momento, deve abrir as portas para o desenvolvimento do mercado.
Porém, enquanto alguns acreditam que as pessoas físicas terão um papel mais importante para o setor, há que aposte que grandes empresas começarão a usar pagamentos internacionais em moedas digitais — e, com isso, o uso de "cripto as a service" (criptomoedas como serviço, na tradução do inglês) irá aumentar.
"Acredito que, em pouco tempo, todos os bancos, empresas, super apps vão incluir cripto dentro do seu grupo de serviços. Você precisa não só de tecnologia, liquidez e produto, mas também uma expertise de muitos anos", diz Henrique Teixeira, da Ripio.
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O uso de criptomoedas na América Latina ajuda a corroborar a tese de que a região será o berço desse novo mercado. Afinal, o uso de stablecoins (as criptomeodas com lastro) em dólar já vem crescendo entre os países de economias mais frágeis, como Argentina e Venezuela.
"Segundo a Receita Federal, existem mais de 12 mil CNPJs no Brasil que investem em cripto. Tem uma questão regulatória aí importante para destravar esse mercado", comenta João Canhada, da Foxbit.
Ele se refere à má fama do mercado de criptomoedas, que nasceu como um tipo de ativo "obscuro", mas conseguiu ganhar reconhecimento entre investidores institucionais. Mesmo assim, ainda é preciso quebrar esses peradigmas para que a adoção institucional se confirme.
"Eu acho que o mercado cripto é muito pequeno ainda e a entrada de grandes bancos abre espaço, traz credibilidade, seriedade, mas ainda falta dissipar esse sentimento de pirâmide", diz o CEO do ZroBank, Edison Pereira. "Não é problema da tecnologia, é problema das pessoas. Talvez seja preciso sim de grandes bancos e empresas trazer essa credibilidade. Isso já aconteceu no exterior e vem acontecendo no Brasil".
Um dos pontos destacados pelos palestrantes diz respeito às remessas de valores internacionais. As cobranças dos bancos para mandar dinheiro para outros países podem dar espaço para uma preferência dos usuários por criptomoedas, como explica Reinaldo Rabelo, do Mercado Bitcoin.
"Para contas internacionais, existe um spread gigantesco de até 1,50%. Quando você compra stablecoin, a variação é mínima, de 0,1% a 0,3%, que é uma variação dada pelo próprio mercado. Se você conseguir usar uma stablecoin pra fazer suas operações em um mercado regulado, certamente é o que o cliente vai preferir", diz.
Para os representantes do mercado, é unânime que a regulação deve estabelecer as "regras do jogo" da concorrência. Na visão das exchanges, os bancos, as instituições financeiras e as de pagamento — inclusive outras corretoras — ajudam a popularizar o mercado. Em linhas gerais, a visão é a de que há espaço para todo mundo.
Porém, existe uma preocupação quanto à concorrência com corretoras que não está estabelecidas no Brasil. "Quando a gente se depara com arbitragem regulatória pura, a gente se vê em defasagem em relação a outras", comenta o CEO do Mercado Bitcoin.
"Quem tá fora, consegue fazer contratação de campanha digital. A gente [corretoras brasileiras] não pode por causa da ausência de regulação. Google, Facebook, Twitter usam isso como argumento para que a gente não possa fazer o mesmo investimento em mídia".
Nas legislações que vêm surgindo nas principais economias do mundo, os pontos mais abordados pelos legisladores dizem respeito à lavagem de dinheiro e aos golpes financeiros. O PL nº 4.401, que regula o mercado nacional, também leva em conta essas questões, além de deixar claro o papel do regulador — que deverá ser o Banco Central — e das exchanges nesse novo mercado.
"A gente vai ter que migrar pra outros lugares pra não precisar reportar fraudes, aumentar o volume com lavagem de dinheiro, ou vai ser um jogo diferente, organizado, ordeiro?", comenta Reinaldo Rabelo.
Com o Longo Inverno, o volume negociado em criptomoedas foi impactado negativamente em todo mundo. Aqui no Brasil, naturalmente, não poderia ser diferente.
Mas existe uma grande expectativa com as cotações das criptomoedas com a proximidade do halving do bitcoin, quando a recompensa pela mineração de bitcoin cai peça metade. Os ciclos de alta (chamados de bull market) costumam acontecer nos anos seguintes ao halving.
Isso acontece por causa da redução da oferta de BTC no mercado — tendo em vista que, no melhor dos casos, a demanda aumenta ou continua a mesma. De qualquer modo, o preço tende a subir.
Entretanto, isso não deve acontecer logo: o próximo halving do bitcoinsó deve acontecer em 2024.
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