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Volta de 360 graus: bitcoin (BTC) não sai do lugar e segue na casa dos US$ 20 mil; confira cotações

Juros mais altos, inflação nas alturas e arrefecimento da atividade econômica seguem assombrando os ativos digitais que, junto com as ações, patinam assombrados pela chance de recessão

22 de junho de 2022
20:23
Bitcoin
Imagem: Shutterstock

A volta que o bitcoin (BTC) gostaria de dar é de 180 graus, mas o que está acontecendo com a maior criptomoeda do mundo é uma volta de 360 graus, parando sempre no mesmo lugar.

Juros mais altos, inflação nas alturas e arrefecimento da atividade econômica seguem assombrando os ativos digitais que, junto com as ações, patinam assombrados pela chance de recessão.

Nesse ambiente, o novíssimo mercado de pouco mais de 13 anos das criptomoedas vem encerando uma grande volatilidade.

Por volta de 20h20, o bitcoin caía 3,73%, cotado a US$ 20.107,22. Confira a cotação de algumas das principais criptomoedas do mundo:

NomePreço24h %7d %
Bitcoin (BTC)US$ 20.107,22-3,73%-10,57%
Ethereum (ETH)US$ 1.062,49-6,49%-12,92%
Tether (USDT)US$ 0,9991-0,01%+0,01%
USD Coin (USDC)US$ 1,00-0,01%-0,01%
BNB (BNB)US$ 216,19-2,44%6-,19%
Fonte: coinmarketcap.com

Bitcoin: andando com as próprias pernas

A correlação com as bolsas norte-americanas é forte, mas também existe a possibilidade de o mercado das criptomoedas caminhar com as próprias pernas e encontrar a própria dinâmica nesse momento de incerteza.

Nesta quarta-feira (22), as crescentes preocupações de uma recessão pesaram sobre as ações em Wall Street. Mais cedo, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, disse ao Congresso que o banco central dos EUA tem a "resolução" de domar a inflação — que atingiu máximas em 40 anos.

O Fed elevou os juros em 0,75 ponto percentual na semana passada e deu a entender que outro aumento dessa magnitude seria possível no próximo mês.

A mudança para uma postura mais agressiva de combate à inflação enervou os investidores que temiam que o banco central norte-americano preferisse arriscar uma recessão a suportar uma inflação alta e persistente.

O que se sabe sem sombra de dúvidas é que tanto o mercado de ações como o de criptomoedas é altamente volátil e que o investidor não deve colocar mais de 5% de sua carteira em moedas digitais — e nós só saberemos se o bitcoin voltará a subir nos próximos capítulos.

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