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As famosas resoluções de ano novo serão renovadas — e, com um pouco de planejamento, é possível ter o dinheiro para concretizá-las
Olá, caro leitor!
Dois dias para um novo ano começar, mas você já sabe o que pedir ao pular as sete ondinhas? O brasileiro é famoso pelas suas crendices de ano novo — comer lentilha, guardar o caroço de doze uvas e escolher a cor da roupa da virada são algumas das mais tradicionais.
Eu, particularmente, amo uma superstição de réveillon. Se já não passo por baixo de escadas e nem deixo o chinelo do avesso nos demais dias, que dirá “errar” já no primeiro de janeiro. Afinal, mal não faz, não é?
Pela astrologia, a cor da virada para 2023 é o laranja: um tom que incentiva a criatividade e o intelecto, além de trazer mais prosperidade, alegria e empolgação para o ano que está por vir — ao menos, segundo os estudiosos dos astros.
Bem, eu já escolhi a minha roupa — e posso dizer que uma empolgação para tirar as metas do papel está combinando com o “look” da virada. Todo ano, eu gosto de traçar objetivos para serem alcançados no curto e no longo prazo, em todos os âmbitos da minha vida.
Perder cinco quilos, conhecer um novo país, aprender uma nova língua; vai tudo de encontro com uma versão minha um pouco mais realizada — e eu tenho certeza de que você faz algo parecido, pelo menos uma vez.
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Contudo, há um fator importante nessa conta: grande parte dos meus sonhos precisam de dinheiro para serem realizados. Você já sentiu que essa era a barreira que te impede de ser mais feliz?
Pois bem, para solucioná-lo, eu gosto de pensar que existem três pilares a serem fortalecidos: aumentar a renda, reduzir os gastos e alocar o dinheiro da melhor forma possível. Hoje, quero ajudá-lo com o terceiro item.
Antes de tudo, permita-me fazer as devidas apresentações, já que é a primeira vez que apareço por aqui: sou a Rafaela (Rafa) Ribas, engenheira civil formada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e parte da equipe Os Melhores Fundos de Investimento, da Empiricus.
Aceitei o desafio de lançar a Linha D’Água junto ao Alê, que inaugurou a coluna há duas semanas trazendo um conteúdo sobre previdência. Viemos com a ideia de ampliar os seus conhecimentos no mercado de fundos e pretendemos honrar esse compromisso, trazendo bons conteúdos (modéstia à parte) quinzenalmente.
Agora, vamos ao que importa — movê-lo um degrau acima na sua escada de um bom investidor. Se você está no zero a zero e jamais investiu na vida, não se preocupe: para você, o primeiro passo a ser dado é separar a sua reserva de emergência.
Muito mais eficiente do que apenas confiar em uma superstição de ano novo é alocar uma parcela do seu dinheiro num veículo seguro, para evitar que você fique vulnerável em momentos de estresse.
Pensando na incapacidade de prevermos o dia de amanhã, devemos cogitar que cenários de mercado em baixa, perda de emprego e/ou grandes despesas médicas podem nos acometer a qualquer momento. Nesses casos, necessitamos desse dinheiro “para ontem” — ou seja, com altíssima liquidez.
O ideal é separar cerca de 3 a 12 vezes o seu custo de vida mensal para essa reserva, a depender de questões como a existência (ou não) de dependentes, dívidas a pagar ou a possibilidade de se recolocar no mercado facilmente. Os veículos que melhor se encaixam para esse fim são os fundos DI (de preferência taxa zero) e o Tesouro Selic.
Feita a reserva, está na hora do próximo passo: preparar a alocação do seu portfólio.
Nessa etapa, você definirá como o seu dinheiro será dividido entre as classes de ativos: renda fixa, crédito privado, multimercados, ações e até uma pitadinha de criptomoedas, sem esquecer, é claro, dos investimentos internacionais em moeda forte.
Aqui, o crucial é entender qual o seu perfil como investidor. Nas corretoras, assim que você abre uma conta, é obrigado a responder um questionário chamado “suitability”, que sentirá o seu limiar de risco.
Você é jovem, sem dependentes e não entra em parafuso ao ver seu dinheiro temporariamente em queda? Seu portfólio pode ser mais arrojado, com classes de ativos mais voláteis (e com maior potencial de retorno), como ações e criptoativos.
Mas e se você já tiver uma família para criar, seu salário for curto e odiar a ideia de perder um centavo sequer? Com certeza você é mais conservador, e não poderá se aventurar muito pelas opções de investimento mais “hardcore” do mercado. Provavelmente a renda fixa chamará mais sua atenção e merecerá uma parcela maior no seu portfólio.
Feita a seleção estrutural da sua carteira, você está pronto para o próximo passo: escolher, de fato, quais os veículos em que o seu dinheiro será alocado.
Nessa etapa, o esforço exigido será maior: você precisará pesquisar no mercado de fundos de investimento o que há de melhor, dentre as milhares de opções existentes nas plataformas.
Todas as gestoras possuem canais de comunicação próprios, que você pode “fuçar” à vontade atrás de informações sobre rentabilidade, consistência e risco e o que mais é prioridade para a análise de fundos.
Claro que, ainda que você seja a pessoa mais esforçada e engajada no assunto, ainda irá penar para conhecer o mercado todo. Mas eu não vou te deixar desistir.
Nós, do Melhores Fundos da Empiricus, somos os grandes facilitadores nesse caminho — por aqui, já fazemos uma análise extremamente criteriosa, quantitativa e qualitativamente, de tudo que existe na indústria, entregando de forma” mastigada” e fácil tudo o que você precisa.
Agora, estão em suas mãos os limões descascados e o açúcar. Que tal fazer a limonada (ou a caipirinha, já para comemorar o ano novo)?
Um brinde a nós!
Foi um grande prazer conversar com você pela primeira vez. Desejo um ano novo repleto de felicidade, prosperidade e muita empolgação para todos aqueles que você ama.
Grande abraço,
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