🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Sim, bilionários como Elon Musk devem existir

O problema não está na existência de bilionários, mas na destruição de valor e no populismo orquestrados pelos governos e que favorecem essa minoria

29 de abril de 2022
11:14 - atualizado às 14:40
O bilionário Elon Musk, CEO da Tesla
O bilionário Elon Musk, CEO da Tesla - Imagem: Shutterstock

Irineu Evangelista de Souza, o barão de Mauá, nasceu numa região remota do interior do Rio Grande do Sul, tendo se mudado para o Rio de Janeiro, a capital do país, ainda adolescente. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na capital, Irineu traçaria uma longa carreira, começando do zero até se tornar o maior "tycoon" (magnata), da história do país.

Em 1867 a fortuna de Mauá atingiria incríveis 60 milhões de dólares, valor superior ao orçamento do governo brasileiro e equivalente a ¼ do patrimônio do Banco da Inglaterra.  

Pelo mesmo período, Cornelius Vanderbilt deixava a maior herança da história americana até então, uma fortuna de US$ 100 milhões.

Tendo fundado o primeiro banco comercial do país, a indústria naval, ferroviária, de saneamento, de iluminação e outros diversos setores, Mauá foi também político, tendo sólida atuação para combater a escravidão, prática abolida em suas empresas. O barão contribuiu até para a chegada do futebol ao Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há poucas dúvidas de que figuras como Mauá tenham colaborado no desenvolvimento do país. Ainda assim, nos tempos atuais, é improvável que tal figura sobrevivesse ao escrutínio da opinião pública.

Leia Também

Bilionários se proliferam

Bilionários se tornaram figuras centrais no debate público, em um mundo onde o problema da fome foi substituído pelo problema da obesidade, e onde a pobreza é um problema de menor atenção do que a desigualdade. 

E eles têm aumentado de forma bastante impressionante. Desde que John D. Rockefeller se tornou o primeiro ser humano a ter mais de $1 bilhão, em 1996, o mundo ganhou um novo bilionário a cada 23 dias e em uma velocidade crescente. Na China de hoje, a cada 4 dias surge um novo bilionário.

É nos Estados Unidos, porém, que o tal “problema” se concentra. Se você possui um pouco mais de memória, deve lembrar que há alguns anos um grupo de manifestantes ocupou o distrito financeiro de Nova York para protestar contra a acumulação de riqueza nas mãos do 1% mais rico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trata-se de um movimento que ganhou fama mundial, mas que não duraria tanto tempo.

O motivo para isso não é lá muito difícil de entender. Nos EUA, os 3% mais ricos possuem um patrimônio superior a $1 milhão. Em locais como Nova York, há 1 milionário para cada 9 habitantes, já na Califórnia a proporção é de 1 para 10.

Culpar os milionários por lá significa muitas vezes culpar seus pais, seus vizinhos, e convenhamos, não é esperado que alguém vá culpar a si mesmo ou sua família pelos problemas do mundo. Fica evidente portanto que o problema não é o 1% milionário, mas os bilionários!

No Brasil então, o caso sequer foi cogitado, pois logo se percebeu que o 1% mais rico por aqui inclui também parte do funcionalismo público que ganha mais de R$ 15 mil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O verdadeiro problema

A discussão americana em torno da riqueza acumulada por determinados indivíduos cresceu nos últimos em uma velocidade similar a outro problema, deixado de lado no debate: a desvalorização da moeda. 

Desde a crise de 2008, bancos centrais entraram em uma espiral de queda nos juros e impressão de dinheiro. O resultado é que temos hoje uma liquidez jamais vista na história, e que colabora para o aumento do número de bilionários.

No mundo dos juros negativos, é possível operar negócios que crescem queimando caixa e não tem lucro. Basta uma boa ideia, engajamento do número de clientes, e os recursos fluem, alimentando uma quantidade cada vez mais impressionante de “unicórnios”, como são chamadas as empresas com mais de $1 bilhão.

E nessa espiral, os mais ricos se beneficiam como ninguém. A lógica é relativamente simples: o crédito ofertado aumenta, pessoas que possuem bens e direitos utilizam estes recursos para conseguir crédito e compram novos bens e direitos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tal lógica passa longe do debate público, ocupado demais em encontrar soluções fáceis, como a taxação de grandes fortunas.

A culpa não é do Elon Musk

No mundo encantado da política e das ideias políticas, tudo é muito simples. Cria-se um novo imposto, políticos têm mais recursos para gerir e podem enfim solucionar os problemas do mundo.

Se você tirar cinco segundos para refletir, porém, verá que o mundo continua com inúmeros problemas, mesmo que dos US$ 83 trilhões em riqueza que o mundo cria todos os anos, políticos abocanham ao menos US$ 25 trilhões.

Seria absurdo portanto supor que ainda existe fome no mundo pois Elon Musk não paga US$ 6 bilhões por ano em impostos (de fato, Musk pagou US$ 15 bilhões em imposto no último ano).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas a lógica permanece, em um mundo onde problemas complexos recorrem a respostas fáceis e completamente erradas.

Na outra ponta, respostas não tão fáceis, como o bitcoin, também estão na mesa para aqueles que decidirem ir além dos tais cinco segundos. 

Trata-se de uma alternativa monetária fixa, que reconhece o valor da escassez e entende que o dinheiro não pode ser criado por mera vontade política, e que ampliar a quantidade de moeda no mundo, sem ampliar a riqueza produzida, significa pura e simplesmente inflação.

O algoritmo do bitcoin e a sua própria formação histórica entendem o valor da estabilidade e previsibilidade. Por conta disso, enquanto o mundo bate recordes de inflação, a emissão de bitcoins segue exatamente o que diz o algoritmo, levando a uma diminuição no total disponível, tendo em vista o aumento de bitcoins entesourados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ideia em si é fugir da insanidade monetária que vivemos.

É nítido, portanto, que há algo de errado com o excesso de bilionários ou a velocidade com que eles surgem e acumulam riqueza, mas o problema passa longe da existência, ou não, de bilionários em si.

Vivemos em um mundo onde a moeda perde valor constantemente, a inflação tira o sono das famílias e nossos políticos ignoram por completo as causas, focando em tentativas populistas de ludibriar a população com soluções simplistas.

Bilionários, ou os muito ricos, existiram ao longo da história do capitalismo pela capacidade de desenvolver soluções para os problemas da sociedade. Não há qualquer problema nisso, ao contrário da destruição de valor e do populismo orquestrados pelos governos e que favorece essa minoria. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TRILHAS DE CARREIRA

O critério invisível que vai diferenciar os profissionais na era da inteligência artificial (IA)

8 de fevereiro de 2026 - 8:00

O que muda na nossa identidade profissional quando parte relevante do trabalho operacional deixa de ser feita por humanos?

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Carnaval abaixo de 0 ºC: os horários e os atletas que representam o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno

7 de fevereiro de 2026 - 9:02

Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Cuidado com o ouro de tolo ao escolher ações; acompanhe a reação ao balanço do Bradesco (BBDC4) e o que mais move a bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 8:45

Veja como distinguir quais ações valem o seu investimento; investidores também reagem a novos resultados de empresas e dados macroeconômicos

SEXTOU COM O RUY

O “lixo” não subiu: empresas pagadoras de dividendos e com pouca dívida devem seguir ditando o ritmo na bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 6:07

Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A difícil escolha entre dois FIIs de destaque, e o que esperar dos resultados de empresas e da bolsa hoje

5 de fevereiro de 2026 - 8:33

As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Bolsa e o trade eleitoral — by the way, buy the whey

4 de fevereiro de 2026 - 20:00

Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda no valor da Direcional (DIRR3) é oportunidade para investir, e Santander tem lucro acima do esperado 

4 de fevereiro de 2026 - 8:38

Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O bloco dos bancos abre o Carnaval das empresas abertas: qual terá a melhor marchinha?

3 de fevereiro de 2026 - 8:36

Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O efeito Warsh: reação à escolha de Trump é um ajuste técnico ou inflexão estrutural?

3 de fevereiro de 2026 - 7:48

Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O custo e os benefícios do fim da escala 6×1 para as PMEs, e os dados mais importantes para os investidores hoje

2 de fevereiro de 2026 - 8:42

As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar

DÉCIMO ANDAR

Alinhamento dos astros: um janeiro histórico para investidores locais. Ainda existem oportunidades na mesa para os FIIs?

1 de fevereiro de 2026 - 8:00

Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Hora da colheita: a boa temporada dos vinhos brasileiros que superam expectativas dentro e fora do país

31 de janeiro de 2026 - 9:01

Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja como escolher ações para surfar na onda do Ibovespa, e o que mais afeta os mercados hoje

30 de janeiro de 2026 - 8:54

Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros

SEXTOU COM O RUY

Próxima parada: Brasil. Por que o fluxo de dinheiro gringo pode fazer o Ibovespa subir ainda mais este ano

30 de janeiro de 2026 - 7:11

O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mudança de FIIs para fiagros que pode impulsionar dividendos, a reação aos juros e o que mais você precisa saber hoje

29 de janeiro de 2026 - 8:38

Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Prepare-se para um corte da Selic ainda hoje

28 de janeiro de 2026 - 15:03

Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

BC não tem pressa, bolsa dispara e dólar afunda: veja o que move os mercados hoje

28 de janeiro de 2026 - 8:32

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mensagem que pode frear o foguete do Ibovespa, mais tarifas de Trump e o que mais os investidores precisam saber hoje

27 de janeiro de 2026 - 8:23

A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Super Quarta sob os holofotes: juros parados, expectativas em movimento

27 de janeiro de 2026 - 7:08

A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos na tabela periódica, tensões geopolíticas e tarifas contra o Canadá: veja o que move os mercados hoje

26 de janeiro de 2026 - 8:28

Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar