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Entenda se a queda da “fábrica de bilionários” representa uma oportunidade de agarrar a pedra filosofal da bolsa
Durante séculos os alquimistas buscaram pela pedra filosofal, um objeto capaz de transformar qualquer metal em ouro puro e ainda produzir o elixir da vida eterna.
A lenda inspirou diversas histórias, e também serviu de matéria-prima para uma escritora iniciante chamada Joanne Rowling.
Divorciada, sem grana e com uma filha pequena para criar, ela incluiu o artefato no livro sobre um garoto que vai parar em uma escola de magia. O nome dele? Harry Potter.
Mais ou menos na mesma época em que Joanne — ou melhor, J.K. Rowling — trilhava o caminho do sucesso e da fortuna, outra pedra filosofal surgia em plena bolsa brasileira. Estou falando da Weg (WEGE3).
Desde 1998, quando o primeiro livro de Harry Potter começava a se destacar nas livrarias, as ações da empresa catarinense acumulam uma valorização de 44.000%. Não por acaso, a Weg ganhou o apelido de “fábrica de bilionários”.
Assim como as histórias do bruxo se tornaram onipresentes na cultura pop, a fabricante de motores elétricos também está em todos os lugares — ainda que você não veja.
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Com aplicações que vão dos compressores dos ar-condicionados aos componentes usados em usinas de geração de energia, a empresa se tornou praticamente imune a crises.
Quando digo “praticamente”, é porque nem mesmo a Weg resistiu ao atual momento do mercado. Nos últimos 12 meses, as ações da companhia registram uma rara perda que chega aos 20%.
Isso significa que a magia da Weg acabou? Na reportagem especial de hoje do Seu Dinheiro, a Ana Carolina Neira conta para você se a queda dos papéis representa uma oportunidade de agarrar a pedra filosofal da bolsa.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
SEGREDOS DA BOLSA
Bolsas estrangeiras ignoram a iminência de calote russo e sobem com expectativa de um Fed menos agressivo. Otimismo dos investidores é sustentado por expectativa de que o aperto monetário nos Estados Unidos chegará ao fim antes do que se esperava.
CALOTE OU FARSA?
O que esperar do primeiro default em moeda estrangeira da Rússia em mais de 100 anos. Mercado considera que a Rússia entrou formalmente em default; Moscou qualifica calote como ‘farsa criada artificialmente por país hostil’.
FOLLOW-ON
Eneva (ENEV3) levanta R$ 4,2 bilhões em oferta primária de ações. Dinheiro será usado para financiar ativos recém-adquiridos pela companhia no Nordeste.
NÃO MEXE NO MEU QUEIJO
Membros do mercado financeiro defendem Lei das Estatais em documento enviado ao Congresso; revogação seria ‘retrocesso’. O texto cita relatório em que a OCDE afirma que a lei deixou os conselhos de empresas públicas mais independentes de interferências.
DE OLHO NO FUTURO
Goldman Sachs quer entrar no mundo da ‘renda fixa’ em criptomoedas e lidera grupo para comprar a Celsius por US$ 2 bilhões. O staking vem crescendo nos últimos meses, mas é motivo de certa preocupação — e o banco de Wall Street quer um pedaço dele.
PROBLEMAS COM O MEC
Caio Paes de Andrade recusa entrevista com Comitê de Pessoas da Petrobras (PETR4) após seu nome ter passado ‘raspando’ por conselho de elegibilidade. Problemas com o currículo do indicado à presidência da estatal também foram pauta no debate do Cope.
NOVO MODELO DE NEGÓCIOS
Varejo adota ‘loja-contêiner’ para fugir dos custos de shoppings e aluguéis. A estreante dos estabelecimentos modulares é a Chilli Beans, de óculos de sol. Conheça o novo formato adotado por Caito Maia.
SKIN IN THE GAME
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