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As bolsas estrangeiras seguem acumulando perdas, enquanto o Brasil continua se beneficiando de um intenso fluxo de entrada de recursos estrangeiros, mesmo diante de problemas locais como um cenário fiscal arriscado e um período eleitoral turbulento pela frente.
Nesta sexta-feira (11), o Ibovespa avançou 0,18%, aos 113.572 pontos, acumulando um ganho semanal de 1,18%. O dólar à vista teve leve alta de 0,01%, a R$ 5,2424, um alívio de 1,50% no período, mas o restante do mercado financeiro global parece estar por um triz. Em Wall Street, as perdas variaram de 1,75% a 2,78%.
Estamos por um triz de um aperto monetário forte nos Estados Unidos, após dados de inflação apontarem para uma aceleração dos preços e dirigentes do Federal Reserve falarem em elevações mais agressivas. Também estamos por um triz de um conflito armado entre Rússia e Estados Unidos, que pioraria ainda mais a situação da economia global.
Se a Rússia cumprir as ameaças e invadir a Ucrânia, a Europa poderia ver a intensificação de sua crise energética, e o resto do mundo sentiria o impacto da interrupção de fornecimento de gás, petróleo e grãos – componentes capazes de piorar a pressão inflacionária herdada da crise do coronavírus.
Hoje, o governo americano admitiu que Vladimir Putin, presidente russo, já decidiu entrar na Ucrânia, e que sanções estão prontas para serem tomadas. Isso sem falar no provável conflito armado que pode envolver outros países europeus signatários do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
As bolsas americanas, que recuavam com o temor de um aperto monetário, passaram a despencar com a notícia. O Ibovespa, que tem conseguido se manter forte diante das intempéries do mercado internacional, abandonou as máximas e fechou apenas em uma leve alta, apoiado pelo avanço de 3% no barril do petróleo e pela recuperação das ações da Petrobras.
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Se o pior cenário se concretizar para o conflito, a bolsa brasileira ainda pode surfar algum ganho, segundo o analista de investimentos da Nova Futura, Matheus Jaconeli.
Com um índice fortemente concentrado na produção de commodities energéticas e agrícolas, o analista aponta que o risco reduzido deve seguir até o momento em que a agenda política se tornar mais agitada. "O risco-País segue nos níveis mais baixos desde o fim de 2021".
No mercado de juros, o dia foi de alta, com os investidores repercutindo a tensão internacional e a mensagem do Banco Central de que será preciso mais alguns ajustes na taxa Selic para adequar a inflação do próximo ano.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
DE OLHO NAS CRIPTOS
Bitcoin (BTC) no chinelo: Ethereum (ETH) pode dobrar de preço este ano e avançar mais de 700% em oito anos, segundo relatório sobre a criptomoeda. Nas estimativas mais otimistas, o ether pode chegar aos US$ 10 mil ainda em 2022, o que representa uma alta de 233%.
PEDRA DE FERRO
Por que as ações da Usiminas (USIM5) caíram mais de 7% na B3 apesar do lucro 30% maior no 4T21? BTG Pactual e Goldman Sachs mantêm recomendação de compra para o papel, com potencial de alta de 49% e 20%, respectivamente.
EXPANSÃO NA SAÚDE
Apetite sem fim: Hapvida (HAPV3) compra Grupo Smile por R$ 300 milhões; Intermédica (GNDI3) se despediu da B3 hoje. A Hapvida (HAPV3) irá fortalecer sua atuação em Alagoas e na Paraíba; em paralelo, ela segue focada na incorporação da Intermédica (GNDI3).
EFEITO MANADA
IRB (IRBR3) chega a subir 9% após lenda do mercado financeiro confirmar compra de mais de 1,5 milhão de ações da companhia. Hoje considerada uma empresa-problema, o IRB já foi uma das queridinhas da bolsa, passando por momentos de alta volatilidade.
ENSINO EM FOCO
Cogna (COGN3) anuncia troca no comando e abre programa de recompra de ações. Esse tipo de operação costuma ocorrer quando uma empresa acredita no potencial de valorização dos papéis, mas percebe que estão descontados no mercado.
DINHEIRO NA CARTEIRA
Sextou com dividendos: oito fundos imobiliários (FIIs) distribuem proventos; IFIX encerra semana em leve queda. O destaque foi para cinco FIIs da Kinea Investimentos, que pagou rendimentos de até R$ 1,36 por cota, com data-base em 31 de janeiro.
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