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O Brasil é um dos potenciais “exportadores” de créditos de carbono; saiba como investir na nova commodity e ganhar dinheiro preservando o futuro
Quanto custa o futuro? Hollywood já tentou imaginar isso em filmes como O Preço do Amanhã, em que a mercadoria principal é o tempo. Nesse sistema, os mais ricos podem comprar a eternidade, enquanto os mais pobres batalham por cada segundo.
Agora, e se o futuro depender de algo que afeta igualmente ricos e pobres, como o aquecimento global? O mundo precisa urgentemente reduzir as emissões de carbono na atmosfera, e soluções individuais não bastam.
Nesse caso, “precificar” o futuro pode ser parte da solução. Foi com esse objetivo que surgiu, ainda no final do século passado, o conceito de créditos de carbono.
A ideia é relativamente simples: cada tonelada de carbono que deixa de ser lançada vira um crédito, que pode ser usado para descontar na meta de redução de emissões de cada país.
O valor de cada um desses créditos oscila conforme a boa e velha lei da oferta e da demanda. E o Brasil é justamente um dos potenciais “exportadores” da nova commodity.
De olho nesse potencial, o governo editou na semana passada um decreto para regulamentar o mercado de créditos de carbono no país.
Leia Também
Na coluna de hoje, o Matheus Spiess traz mais detalhes sobre a medida e explica como você pode investir e ganhar dinheiro preservando o futuro.
Enquanto isso, nos dias atuais, a Petrobras acaba de passar pela terceira mudança no comando durante o governo de Jair Bolsonaro. José Mauro Ferreira Coelho foi demitido após ficar apenas 40 dias no cargo. Conheça o novo presidente da estatal e o que está por trás do movimento.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Ações da Petrobras (PETR4) derretem mais de 12% no exterior após troca da presidência; bolsas pelo mundo operam em queda hoje. Ainda hoje, o Ibovespa precisa digerir a divulgação do IPCA-15, que deve subir com menos intensidade desta vez.
INTERNACIONALIZAÇÃO
Subsidiária da Cosan (CSAN3) paga cerca de R$ 2,3 bilhões pela distribuidora dos lubrificantes Mobil nos EUA. A Moove já é responsável pela distribuição de óleos lubrificantes na América do Sul e EUA. Com a aquisição, aumentará a escala da operação norte-americana.
EM BUSCA DE UNICÓRNIOS?
Ânima (ANIM3) cria fundo de R$ 150 milhões para investir em startups de educação e outros segmentos. A companhia também investirá em iniciativas que “permeiam” o segmento e “buscam soluções ágeis transformacionais”.
A MESMA PRAÇA, O MESMO BANCO
Já viu esse filme antes? Varíola do macaco leva primeiro país na Europa a decretar quarentena obrigatória. O recente aumento de casos em todo o mundo nas áreas urbanas está levantando preocupações de um surto mais amplo; primeira suspeita é investigada na América do Sul.
AVANTE, CRIPTOS!
Norte-americanos começam a trocar bancos por bitcoin (BTC) — será que a moda pega por aqui? Pesquisa do Federal Reserve mostra que as pessoas que fazem transações com criptomoedas nos EUA são duas vezes mais propensas a não serem bancarizadas.
RENÚNCIA FISCAL
Governo reduz impostos sobre importação de alimentos em mais de 10% e pretende tornar medida permanente. A diminuição das taxas sobre produtos importados deve gerar uma renúncia fiscal da ordem de R$ 3,7 bilhões.
IR 2022
A Receita Federal não foi boazinha ao ampliar o prazo de entrega da declaração de IR até 31 de maio; ela apenas arrumou um jeito de te pagar menos. Restituições serão menores do que se o prazo original, com término em abril, tivesse sido mantido. Entenda.
Uma ótima terça-feira para você.
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