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Entenda como uma possível invasão russa na Ucrânia pode afetar os investimentos e descubra como proteger a sua carteira
John Lennon reconheceu que era um sonhador ao imaginar um mundo em que as pessoas vivessem em paz. De fato, quando a canção Imagine foi lançada, em 1971, o mundo ainda experimentava a constante ameaça de conflito global.
De lá para cá, as tensões geopolíticas diminuíram a tal ponto que alguns especialistas chegaram a decretar o fim da era dos grandes conflitos armados no mundo.
Claro que ainda estamos muito longe da utopia de Lennon, mas hoje o número de mortes provocadas por guerras no planeta é menor do que pela violência nas grandes cidades.
A razão para a relativa paz duradoura é muito simples: a guerra não vale mais a pena do ponto de vista econômico.
Se antes os recursos naturais eram a principal fonte de riqueza, hoje ela se concentra no conhecimento, como destacou o historiador israelense Yuval Noah Harari.
Se esse raciocínio estiver correto, a atual ameaça de invasão da Ucrânia pela Rússia pode ser apenas mais um incidente regional. Mas é claro que jamais podemos subestimar a estupidez humana.
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A situação inspira muita cautela diante dos atores envolvidos, já que tem o potencial de reacender, por tabela, a antiga guerra fria entre Estados Unidos e Rússia.
Pela região que pode ser palco do confronto ainda passam matérias-primas essenciais, incluindo produtos agrícolas como o trigo. Além, é claro, do petróleo e do gás.
Tudo isso mexe com os nervos — e os preços — do mercado financeiro. Na coluna de hoje, o Matheus Spiess imagina os cenários de uma possível invasão russa e mostra como você pode proteger os seus investimentos.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas europeias, futuros de Nova York e criptomoedas operam em alta com notícia de recuo de parte das tropas da Rússia na fronteira com a Ucrânia. Com a tensão internacional em foco, a agenda local mais esvaziada conta com a participação de integrantes do Banco Central em eventos separados.
NO OLHO DO FURACÃO
Como Jair Bolsonaro foi parar na Rússia em meio à ameaça de um conflito do país com a Ucrânia? Presidente brasileiro se reúne com colega russo, Vladimir Putin, no dia em que se especula que ataque a Kiev deve acontecer.
CUIDADO COM O GOLPE
Sistema para consulta de dinheiro ‘esquecido’ em bancos entra na mira de cibercriminosos; veja como se proteger. Lançamento foi seguido pela criação de dezenas de sites falsos, e os criminosos também utilizam o WhatsApp para enganar consumidores.
CHUVA DE PROVENTOS
Banco do Brasil (BBAS3) e Engie anunciam pagamento bilionário de dividendos e JCP; veja quem pode receber. BB distribuirá mais de R$ 2 bilhões aos seus acionistas, enquanto a companhia de energia desembolsará perto de R$ 700 milhões.
BALANÇO DA HOLDING
Lucro líquido da Itaúsa (ITSA4) salta 73% e vai a R$ 12,2 bilhões em 2021. Além do balanço, a holding também fixou a data para depositar os valores de juros sobre capital próprio (JCP) anunciados no ano passado na conta dos acionistas.
ETFs DE TREASURIES
Lucrando com a alta dos juros nos EUA: primeiros ETFs de renda fixa internacional estreiam na B3 e permitem investir nos Treasuries. B3 e BlackRock lançam seis BDRs de ETFs estrangeiros lastreados em títulos do Tesouro americano, cujos retornos vêm subindo com a iminência do aperto monetário nos Estados Unidos.
MONEY TIMES
XP quer chegar a R$ 350 bilhões em custódia em escritórios ‘private’ até o fim de 2024. O plano da corretora para acirrar a disputa com o BTG Pactual envolve aumentar sua presença em regiões fora de São Paulo e Rio de Janeiro, através de escritórios de agentes autônomos parceiros locais.
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