🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Mercado em 5 Minutos: Para onde vamos com o otimismo atual?

Qualquer surpresa negativa hoje, como a inflação mais elevada do que se espera, pode fazer com que a trajetória recente se inverta, como fez depois do Simpósio de Jackson Hole

13 de setembro de 2022
10:30 - atualizado às 13:28

Bom dia, pessoal. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, os mercados asiáticos fecharam predominantemente em alta nesta terça-feira (13), seguindo as movimentações amplamente positivas dos mercados globais durante o pregão de ontem (12), mesmo que os investidores se mantenham cautelosos enquanto aguardam a divulgação dos dados de inflação dos EUA para obter mais pistas sobre os próximos passos da política monetária americana. 

Um certo otimismo sobre uma desaceleração econômica menor do que se pressupunha e uma inflação já enfraquecida desencadeou um movimento positivo no mercado. 

Na Europa, os mercados sobem depois da inflação ao consumidor alemão ter vindo em linha com o esperado, acelerando para 7,9% na comparação anual. 

Os futuros americanos acompanham a alta, na expectativa para o dado de hoje. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ver... 

Leia Também

00:38 — E os serviços, como vão? 

No Brasil, os investidores se debruçam com os dados de serviços do mês de julho, que devem mostrar crescimento de algo como 5,5% na comparação anual, o que representaria uma desaceleração frente ao dado de junho, que mostrou alta de 6,3% contra o mês período do ano anterior, mas ainda seria um indicativo de crescimento. 

Os dados de hoje nivelam o terreno para os dados de varejo de amanhã e o IBC-Br (proxy do PIB) de quinta-feira. 

Em paralelo, se discute os eventuais impactos da pesquisa IPEC divulgada na noite de ontem (12). Sem manter a trajetória anterior, o presidente Bolsonaro se manteve estável, enquanto Lula oscilou para cima na margem. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mercado parece não colocar tanta importância nas variações das pesquisas, em grande parte porque a discussão indica conversão ao centro, com Bolsonaro amenizando o discurso, ainda que mantenha seu tom caricato, e Lula dando mais ênfase para Alckmin e para a responsabilidade fiscal. 

Sem grandes novidades aqui. 

01:27 — O que esperar da inflação 

Ontem, nos EUA, as ações subiram pelo quarto dia consecutivo com o Nasdaq, o índice de tecnologia, liderando a alta (em quatro pregões, o índice subiu mais de 6%). 

O movimento pode ser mais um sintoma da ansiedade vigente no mercado, até mesmo porque o relatório de inflação pode surpreender os investidores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O consenso é de baixa no índice de inflação cheio, com os preços em 12 meses recuando de 8,5% para 8%, enquanto o núcleo, que exclui itens mais voláteis, como combustíveis e alimentos, deve seguir pressionado, atingindo 6,1% na base anual, contra 5,9% em julho. 

O otimismo recente vem da ideia de que a inflação pode não ser tão persistente quanto se temia no início deste ano. 

Contudo, qualquer surpresa negativa hoje, como uma inflação mais elevada do que se espera, pode fazer com que a trajetória recente se inverta, como fez no final de agosto, depois do Simpósio de Jackson Hole. 

Ao mesmo tempo, se os dados surpreenderem para baixo, talvez o mercado siga consolidando certa recuperação; afinal, durante cada um dos sete principais ciclos de inflação anteriores, depois que a taxa de inflação anual atingiu o pico, o mercado de ações já teria passado pelo pior.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

02:29 — A tensão energética continua 

Enquanto os ucranianos conquistam algumas modestas vitórias no sul do país, os ministros de energia europeus continuam pensando em como endereçar a crise energética cada vez mais profunda no interior da União Europeia. 

Depois de discutirem na semana passada, os ministros levaram as definições para a classe política de seus respectivos países.

As medidas visam intervenção emergencial para evitar preços descontrolados que possam resultar em desindustrialização ou até atrito social.  

Destacam-se:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  1. Linhas de crédito emergenciais aos participantes do mercado de energia que estão enfrentando chamadas de margem; 
  2. Metas obrigatórias de redução do consumo de eletricidade nos horários de pico ou até cortes no uso de eletricidade; 
  3. Estabelecer um teto de preço para o gás importado da Rússia; 
  4. Suspensões temporárias de derivativos do mercado de energia; e 
  5. Novos impostos sobre lucros. 

A discussão energética faz parte de um panorama mais complexo no âmbito global, que deverá seguir pressionando os preços ao redor do mundo. 

Um dos objetivos da década será delinear novas matrizes de segurança energética para os vários polos globais, focando em energia limpa (você já conhece o nosso fundo?). 

03:11 — A questão do petróleo

Ainda no exterior, hoje o mercado internacional conta com o relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que pode influenciar o preço do barril — por enquanto, nesta manhã, a commodity continua se recuperando depois das quedas recentes (mais de 20% nos últimos três meses). 

Aliás, foi justamente tal correção e volatilidade que fez com que os membros da organização (23 países) decidissem por reduzir a produção em 100 mil barris por dia em outubro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora a quantidade seja pequena (cerca de 0,1% da oferta mundial), se tratou de um alerta do grupo liderado pelos árabes. 

Ao mesmo tempo, estruturalmente, o mercado de petróleo quase não tem capacidade de produção sobressalente. 

Caso a demanda chinesa se recupere bem assim que as quarentenas contra o coronavírus forem afrouxadas, podemos voltar a ver um petróleo forte nos próximos anos, o que é bom para o Brasil (balança comercial e Petrobras).  

04:06 — E por falar em energia… 

Os EUA, a França e a Bélgica se movimentaram para manter os reatores nucleares abertos após suas licenças de operação e, em uma grande reviravolta, o Japão está considerando construir novos reatores e reiniciar os que foram fechados após a crise nuclear de Fukushima. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Reino Unido, a República Tcheca e a Polônia têm planos de construir novos reatores nos próximos anos. Até a Alemanha voltou à discussão. 

E o que está por trás do retorno à energia nuclear? 

Muito disso remonta à guerra na Ucrânia. Isolar do petróleo e do gás da Rússia levaram os preços da energia a níveis de crise, levando os países ocidentais a dar uma segunda olhada na energia nuclear (finalmente!). 

A eficiência da energia nuclear também é atraente para os países que buscam atingir as metas de emissões da ONU, porque falamos de uma matriz verde, ainda que não seja renovável. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As sinalizações são positivas para o mercado de urânio, que alimenta tais usinas. 

A ideia seria que novas tratativas sobre o tema, como a continuidade da operação por mais uma década da última usina nuclear da Califórnia, a Diablo Canyon, devem impactar positivamente o mercado de urânio. 

Dessa forma, para quem ainda não viu, vale conferir o nosso fundo de Urânio

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

BC não tem pressa, bolsa dispara e dólar afunda: veja o que move os mercados hoje

28 de janeiro de 2026 - 8:32

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mensagem que pode frear o foguete do Ibovespa, mais tarifas de Trump e o que mais os investidores precisam saber hoje

27 de janeiro de 2026 - 8:23

A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Super Quarta sob os holofotes: juros parados, expectativas em movimento

27 de janeiro de 2026 - 7:08

A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos na tabela periódica, tensões geopolíticas e tarifas contra o Canadá: veja o que move os mercados hoje

26 de janeiro de 2026 - 8:28

Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O corre de R$ 1 bilhão: entre a rua e a academia premium, como a imensa popularidade das corridas impacta você

24 de janeiro de 2026 - 9:02

Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O melhor destino para investir, os recordes da bolsa e o que mais você precisa saber hoje

23 de janeiro de 2026 - 8:24

Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo

PARECE QUE O JOGO VIROU

Onde não investir em 2026 — e um plano B se tudo der errado

23 de janeiro de 2026 - 6:45

Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A batalha da renda fixa, o recorde da bolsa, e o que mais move os mercados hoje

22 de janeiro de 2026 - 8:30

A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Menos cabeças, mais PIB para a China?

21 de janeiro de 2026 - 20:13

No ritmo atual de nascimentos por ano, a população chinesa pode cair para 600 milhões em 2100 — menos da metade do número atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja onde investir em 2026, o que esperar das reuniões em Davos e o que mais afeta as bolsas hoje

21 de janeiro de 2026 - 8:28

Evento do Seu Dinheiro tem evento com o caminho das pedras sobre como investir neste ano; confira ao vivo a partir das 10h

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A batalha pelas compras do Brasil, a disputa pela Groenlândia e o que mais move os mercados hoje

20 de janeiro de 2026 - 8:34

Mercado Livre e Shopee já brigam há tempos por território no comércio eletrônico brasileiro, mas o cenário reserva uma surpresa; veja o que você precisa saber hoje para investir melhor

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

A diplomacia gelada: um ano de Trump 2.0, tensão na Groenlândia e o frio de Davos

20 de janeiro de 2026 - 7:58

A presença de Trump em Davos tende a influenciar fortemente o tom das discussões ao levar sua agenda centrada em comércio e tarifas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda da Selic não salva empresas queimadoras de caixa, dados econômicos e o que mais movimenta seu bolso hoje

19 de janeiro de 2026 - 8:34

Companhias alavancadas terão apenas um alívio momentâneo com a queda dos juros; veja o que mais afeta o custo de dívida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A ação certa para a reforma da casa, os encontros de Lula e Galípolo e o que mais você precisa saber hoje

16 de janeiro de 2026 - 8:17

O colunista Ruy Hungria demonstra, com uma conta simples, que a ação da Eucatex (EUCA4) está com bastante desconto na bolsa; veja o que mais movimenta os mercados hoje

SEXTOU COM O RUY

Eucatex (EUCA4): venda de terras apenas comprova como as ações estão baratas

16 de janeiro de 2026 - 6:04

A Eucatex é uma empresa que tem entregado resultados sólidos e negocia por preços claramente descontados, mas a baixa liquidez impede que ela entre no filtro dos grandes investidores

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O fantasma no mercado de dívida, as falas de Trump e o que mais afeta seu bolso hoje

15 de janeiro de 2026 - 8:30

Entenda a história recente do mercado de dívida corporativa e o que fez empresas sofrerem com sua alta alavancagem; acompanhe também tudo o que acontece nos mercados

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Fiscalização da Receita fica mais dura, PF faz operação contra Vorcaro, e o que mais movimenta seu bolso

14 de janeiro de 2026 - 8:46

Mudanças no ITBI e no ITCMD reforçam a fiscalização; PF também fez bloqueio de bens de aproximadamente R$ 5,7 bilhões; veja o que mais você precisa saber para investir hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O que a Azul (AZUL54) fez para se reerguer, o efeito da pressão de Trump nos títulos dos EUA, e o que mais move os mercados

13 de janeiro de 2026 - 8:38

Entenda o que acontece com as ações da Azul, que vivem uma forte volatilidade na bolsa, e qual a nova investida de Trump contra o Fed, banco central norte-americano

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Governo Trump pressiona, e quem paga a conta é a credibilidade do Federal Reserve

13 de janeiro de 2026 - 7:46

Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O agente secreto de rentabilidade entre os FIIs, a disputa entre Trump e Powell e o que mais move o seu bolso hoje

12 de janeiro de 2026 - 8:28

Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar