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Investidores preocupam-se com a possibilidade de recessão e uma realidade inflacionária insistente, o que forçaria política monetária mais contracionista por parte dos banqueiros centrais do mundo
Bom dia, pessoal. Lá fora, as ações na Ásia e no Pacífico encerraram o pregão predominantemente em alta nesta quinta-feira (6), sem acompanhar a quebra do rali de dois dias de Wall Street, que reagiu a dados econômicos e ao fato de a Opep+ concordar em cortar 2 milhões de barris por dia em sua produção.
Nesta manhã, os futuros do petróleo operam próximos da estabilidade. Algumas ADRs brasileiras em NY tentam esboçar uma alta.
Os mercados europeus operam sem uma única direção, predominantemente no negativo, enquanto os futuros americanos caem na véspera do payroll, marcado para ser apresentado amanhã.
Os investidores voltaram a se preocupar com a possibilidade de recessão e continuidade de uma realidade inflacionária insistente, o que forçaria política monetária mais contracionista por parte dos banqueiros centrais do mundo. A ver...
Por aqui, no Brasil, enquanto as ADRs sobem timidamente nesta manhã em NY, os investidores se preparam para acompanhar o IGP-DI de setembro, o qual deverá ainda mostrar deflação, apesar de não tão profunda quanto antes – há uma expectativa de que a inflação se normalize neste último trimestre.
Enquanto o mercado também se debruça sobre o processo eleitoral brasileiro, no aguardo do primeiro debate e avaliando as primeiras pesquisas de segundo turno, há no ar uma preocupação do governo com os preços dos combustíveis.
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Como sabemos, o preço do barril de petróleo voltou a subir e pode afetar a narrativa de Bolsonaro.
Desde a última troca no comando da empresa, já tivemos redução do preço da gasolina quatro vezes e do diesel três vezes.
Agora, com o corte de produção da Opep+, o petróleo volta a flertar com a possibilidade de US$ 100 por barril, o que tornaria inevitável uma alta nos preços dos combustíveis.
Bom pra Petrobras se isso acontecer, importante no interior do Ibovespa, mas péssimo para a competitividade do governo.
Ao longo do pregão de hoje, os investidores acompanham as falas de autoridades monetárias americanas, que podem comentar os rumos da taxa de juros e as impressões iniciais sobre os dados de emprego divulgados na semana até aqui, além das expectativas para o payroll de amanhã.
O curto rali que começou na segunda-feira foi baseado na ideia de que más notícias poderiam ser boas notícias, ao passo que alguns dados econômicos sugeriram um mercado de trabalho nos EUA marginalmente enfraquecido, o que poderia ajudar a aliviar as pressões inflacionárias na economia.
Contudo, como comentamos aqui, mais parecia outra afobação do mercado do que qualquer outra coisa.
A narrativa otimista não é abraçada por todos, o que sugere que o Fed ainda tem muito trabalho pela frente.
O relatório de empregos de setembro de sexta-feira de manhã será o próximo grande número que poderia moldar essa narrativa.
Até lá, contamos hoje com o relatório de pedidos iniciais de seguro-desemprego para a semana encerrada em 1º de outubro.
Adicionalmente, os investidores começam a se preparar para o início da temporada de resultados do terceiro trimestre, que começa na próxima semana, o que pode trazer o foco de volta ao panorama micro.
Os preços do petróleo continuaram a subir ontem, depois que os principais produtores de petróleo do mundo anunciaram planos para reduzir a produção a partir do próximo mês.
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+) confirmou as especulações ao apresentar sua iniciativa de cortar 2 milhões de barris por dia de sua cota de produção coletiva.
A redução da produção em si marca o maior corte de produção desde o início da pandemia de Covid-19, pois as preocupações com uma possível recessão aumentaram o risco de uma desaceleração na demanda de energia.
Já voltamos a flertar com a possibilidade de vermos um Brent próximo de US$ 100 por barril.
Em sua decisão, a Opep citou as perspectivas incertas para a economia global como a principal razão do corte; no entanto, a queda nos preços desde março deve ter desempenhado algum papel.
Vale dizer, entretanto, que o grupo já vinha bombeando petróleo abaixo de sua cota, então a redução da meta será parcialmente para alinhá-la com a produção real — o corte real pode ser inferior a 1 milhão de barris por dia.
Bom para as petroleiras que vomitam caixa, ruim para os índices de inflação. Os preços mais altos do petróleo manterão os bancos centrais aumentando as taxas de juros, prejudicando a economia global e esmagando a demanda por petróleo.
Hoje, na Zona do Euro, os investidores prestam atenção na divulgação da ata do BCE, que poderá reforçar o discurso duro da autoridade monetária em seu combate à inflação.
A situação é agravada pela questão energética no continente, a qual se prova complexa de ser endereçada.
Na Alemanha, como resposta à crise, o governo alemão anunciou planos de empréstimo de € 200 bilhões (US$ 195 bilhões) para limitar os preços do gás natural para residências e empresas.
O montante é ainda maior que a proposta britânica de 150 bilhões de libras (US$ 165 bilhões) para financiar seu próprio teto de preço de energia nos próximos anos.
O contexto é ainda mais complicado porque a Alemanha, a maior economia da Europa, está enfrentando uma crise de aquecimento neste inverno com o aumento dos custos de gás e eletricidade causados em grande parte por um colapso no fornecimento de gás russo para a Europa.
Quando o frio chegar veremos o resultado disso.
Os EUA ofereceram bilhões de dólares em armas e financiamento militar para a Ucrânia e seus vizinhos, enquanto o governo Biden buscava fortalecer a unidade aliada diante das ameaças russas de cortar as exportações de combustíveis fósseis e uma iminente crise de energia.
Ao mesmo tempo, é possível notar uma tentativa russa de chantagear a Alemanha e seus parceiros europeus ao interromper as entregas de gás.
Quase como se estivessem transformando o fornecimento de energia em uma arma, de modo a pressionar os países ocidentais a não interferirem na guerra.
Mas difícil é forjar uma resposta comum à crise energética.
As famílias europeias se beneficiarão de pelo menos 376 bilhões de euros (US$ 375 bilhões) em ajuda governamental para conter as enormes contas de energia neste inverno.
Entretanto, existe o risco de que os gastos não tragam alívio suficiente.
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