O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central informou há pouco que a nossa escalada de juros chegou ao fim, mas o Federal Reserve ainda vive momentos de muita incerteza.
Nesta tarde, o banco central americano anunciou a terceira elevação de 0,75 ponto percentual consecutiva da taxa básica, colocando-a na faixa entre 3,00% a 3,25% ao ano. Embora a decisão em si não tenha trazido nenhuma surpresa e o presidente do Fed, Jerome Powell, evitou falar a palavra recessão na coletiva, as projeções do mercado se deterioraram.
Isso porque além de os dirigentes do BC americano apontarem que a taxa básica pode ultrapassar o patamar dos 4% ainda em 2022, o crescimento da economia americana também está na berlinda — as projeções caíram de 1,7% para 0,2% neste ano.
A reação negativa do mercado não foi imediata. A primeira impressão dos investidores foi de que a ausência de sinais sobre uma possível alta de 1 pp na próxima reunião foi positiva, mas não foi possível deixar de lado a percepção de que ainda é cedo para saber até onde o Fed pode ir para conter a inflação — e que qualquer que seja o caminho, a economia sofrerá com os efeitos colaterais.
Depois de um dia de montanha-russa, os principais índices em Nova York — Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 — tiveram perdas na casa de 1,7%. O Ibovespa acompanhou a aversão ao risco e fechou a sessão em queda de 0,52%, aos 111.935 pontos. O dólar à vista avançou 0,40%, a R$ 5,1730.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta quarta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
Leia Também
REPORTAGEM ESPECIAL
Bolsa abre janela inesperada para ofertas de ações em plena corrida eleitoral. Sinais de recuperação do Ibovespa deixaram o ambiente mais confortável para empresas fazerem ofertas subsequentes apesar da incerteza típica desse período.
O FRACASSO DO BITCOIN
A maior criptomoeda não protegeu contra a inflação nem consolidou-se como reserva de valor. E agora? Sami Kassab e Kunal Goel, analistas do Messari, fazem um balanço do BTC no período de junho a agosto deste ano e contam o saldo desses meses.
BRIGA PELO TRONO GRELHADO
Acionistas da Zamp (BKBR3) recusam-se a ceder a coroa do Burger King ao Mubadala; veja quem rejeitou a nova oferta. Detentores de 22,5% do capital da empresa já rechaçaram outra investida do fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos.
RECOMENDAÇÃO
Mercado Livre ou Nubank? O Itaú BBA tem forte preferência por um deles. Apesar de terem origens completamente diferentes, a receita do varejista tem ficado parecida com a do banco digital.
COPA DO MUNDO
B3 funcionará normalmente durante os jogos da seleção no Qatar. A primeira fase de disputas do torneio já tem os horários definidos. A estreia do Brasil será no dia 24 de novembro (quarta-feira), às 16h, contra a equipe da Sérvia.
Sem previsibilidade na economia, é difícil saber quais os próximos passos do Banco Central, que mal começou um ciclo de cortes da Selic
Há risco de pressão adicional sobre as contas públicas brasileiras, aumento das expectativas de inflação e maior dificuldade no cumprimento das metas fiscais
O TRX Real Estate (TRXF11) é o FII de destaque para investir em abril; veja por que a diversificação deste fundo de tijolo é o seu grande trunfo
Por que uma cultura organizacional forte é um ativo de longo prazo — para empresas e carreiras
Axia Energia (AXIA6) e Copel (CPLE3) disputam o topo do pódio das mais citadas por bancos e corretoras; entenda quais as vantagens de ter esses papéis na carteira
Com inflação no radar e guerra no pano de fundo, veja como os próximos dados do mercado de trabalho podem influenciar o rumo da Selic
A fabricante de sementes está saindo de uma fase de expansão intensa para aumentar a rentabilidade do seu negócio. Confira os planos da companhia
Entenda como o prolongamento da guerra pode alterar de forma permanente os mercados, e o que mais deve afetar a bolsa de valores hoje
Curiosamente, EUA e Israel enfrentam ciclos eleitorais neste ano, mas o impacto político do conflito se manifesta de forma bastante distinta
O Brasil pode voltar a aumentar os juros ou viver um ciclo de cortes menor do que o esperado? Veja o que pode acontecer com a taxa Selic daqui para a frente
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista