🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Marcas da independência: Vitreo agora é Empiricus Investimentos

Com a mudança de nome, colhemos todos os benefícios de uma marca única, com brand equity reconhecido e benefícios diretos, imediatos e tangíveis ao investidor

5 de setembro de 2022
8:43 - atualizado às 13:13
Felipe Miranda, co-CEO e CIO do Grupo Empiricus
Felipe Miranda, co-CEO e CIO do Grupo Empiricus - Imagem: Victor Pontes/Empiricus

“Eles, pelo contrário, eram todos embotados e
parecidos entre si, como carneiros de um rebanho”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fiódor  Dostoiévsky

"Like a river flows
Surely to the sea
Darling, so it goes
Some things are meant to be”

Elvis Presley

Em dois dias, comemoramos 200 anos da independência brasileira. 

Ok, ok, você tem razão. Não foi assim "aqueeela" independência. Rompemos formalmente com a coroa para continuar com um Imperador português. 

Nada de revolução, grande ruptura, guilhotina. Ficou pra gente uma dívida em libras esterlinas, por termos, sei lá, cometido algum pecado não devidamente tipificado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bom, tudo mais ou menos daquele nosso jeitão. Uma mudança sem grandes transformações políticas ou sociais, naquela complacência macunaímica de sempre.

Leia Também

Um Brasil independente

Surgia um estado-nação ainda sem valores identitários muito claros, preservando velhas instituições, formais e informais, valorizando os mesmos amigos do rei de sempre (sim, as corporações ainda estão aí capturando o Estado para si), em busca de algo que podia distinguir-lhe do restante do mundo, além da mera visão do paraíso a ser gozado pelo explorador estrangeiro, cuja "mãe Europa" havia lhe sido interditada por falta de perspectiva.

Com suas nuances e idiossincrasias, houve avanços, claro. Além da preservação integral do território diante de ebulições regionais, era como se aquilo fosse a representação pragmática e concreta dos valores do Iluminismo chegando por aqui. 

A independência, a liberdade e, quase tangencialmente, o liberalismo, com suas forças do livre mercado e da valorização do indivíduo, sendo exaltados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em alguma medida, esses ideais viriam a se expressar formalmente na Constituição de 1824. 

O Brasil tem a oferecer ao mundo 

Como propôs Eduardo Giannetti em "Trópicos Utópicos", ou mesmo naquela pergunta ao Caetano no Roda Viva, talvez o Brasil tenha algo a oferecer ao mundo: há uma riqueza possivelmente única na combinação desta “vitalidade iorubá” com herança da civilização ocidental europeia que nos distingue do resto. 

Ele voltou a reforçar essa nossa diferenciação em lindo discurso na Academia Brasileira de Letras há poucos dias. Giannetti, pra mim, sempre foi imortal.

Que o bicentenário da independência nos sirva apenas de reflexão: queremos ser independentes de quê? De quem? E como?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Empiricus e a liberdade individual 

A liberdade individual e as questões identitárias estão na gênese da nossa Empresa. 

Sextus Empiricus escreveu “Contra os professores”, uma defesa da sua própria caracterização, cético contra um rebanho de crenças, valores e vestimentas idênticas, ditadas por terceiros cagadores de regra, que servem apenas para formar um grupo e afastar-lhe da verdade. 

Melhor errar com todo mundo do que estar certo sozinho.

A Empiricus tem sua identidade muito bem definida. Ela é única, verdadeira, distinta do resto. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja: não é melhor, nem pior. Apenas é, à sua maneira. Podemos olhar em volta. Não há nada parecido. Sinceramente, acho que nunca haverá.

Crenças fundamentais da Empiricus

Acreditamos em algumas coisas fundamentais. 

01. Valor dos investimentos

A primeira delas é que o verdadeiro valor dos investimentos para as pessoas físicas deriva de uma boa ideia. E, óbvio, boas ideias não surgem do nada. 

O mercado é um ambiente pelo qual circula muito dinheiro. Ele atrai as melhores pessoas, a melhor tecnologia e os melhores processos. É um verdadeiro campeonato de Fórmula 1. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Você só vai conseguir ter boas ideias de investimento a partir de muita pesquisa, que envolve uma equipe grande, técnica, focada e bem remunerada. Escala importa. O resto é mais ou menos replicável. 

Agora, identificar uma boa oportunidade de investimento e transmiti-la adequadamente para o investidor… ah, isso é único, porque, em grande medida, envolve conhecimento tácito, por definição não transmissível e não formalizável. 

Por exemplo, o Luis Stuhlberger só é tão brilhante e diferenciado porque não há como cloná-lo. Existe algo único ali. O resto é commodity. E, como você sabe, commodity negocia a múltiplo baixo, tem pouco valor.

02. O indivíduo e a liberdade

Uma segunda coisa importante é que valorizamos, de fato, o indivíduo e a liberdade de cada um. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tratamos o investidor pessoa física como adulto, entendendo que, respeitado seu perfil de risco e suas necessidades, ele pode muito mais do que os PICs, os CDBs dos bancões, os fundos aguados, a eterna prisão em ativos conservadores, excessivamente ortodoxos e dentro da caixa. 

Em um ambiente muito competitivo, é evidente que retornos acima da média não virão dessas alternativas. 

Temos o privilégio de ler o jornal de amanhã olhando para os EUA. Os grandes retornos por lá estão hoje no private equity, nos ilíquidos, nos alternativos.  

Por que não podemos, com o devido trabalho educacional, levar ao investidor pessoa física produtos tão bons quanto aqueles anteriormente restritos aos institucionais? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Que mercado é esse que atribui essa superioridade moral e intelectual dos últimos sobre os primeiros? 

Numa atitude ensimesmada, é como se ele falasse: os melhores produtos pertencem só a nós mesmos! Para o leigo, não.  Aquela velha história: aos inimigos, a lei!

03. Custos de transação

Uma terceira questão relevante se refere aos custos de transação. 

Vamos pensar num sujeito de renda mensal de R$ 7,5 mil. Para os padrões brasileiros, é alto, certo? Acima da média. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não estamos falando dos almoços no Trattoria Fasano. Pensa na média nacional. Esse cara consegue poupar quanto por mês? Mil reais? Se tiver filho, azedou. Mas vamos com mil. 

Faz a TED e paga R$ 10. Dai outros R$ 10 de custódia. Mas uma corretagem de R$ 20. Largou de -4%! É uma aberração. 

No longo prazo, faz uma diferença enorme. Não era à toa que John Bogle insistia tanto em minimizar os custos de suas operações e seus investimentos. 

Não dá mais pra pagar 2 com 20 em fundos de investimentos. Corretagem, emolumento, custódia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E o pior: as taxas de estruturação e distribuição, aquelas não vistas pelo investidor, são as maiores, aviltantes. O que os olhos não veem o bolso sente igual. 

Não adianta não pagar R$ 10 da TED porque você insiste em fazer por PIX, mas aceita, de maneira velada e não-transparente, pagar 8% de fee sem ver num COE do seu agente autônomo favorito.

04. Modelos e clientes

Isso nos leva ao quarto ponto: só acreditamos em modelos alinhados ao cliente. Não se trata de algo pessoal. 

Pessoas respondem a incentivos. Ensinamento básico do livro-texto de Economia e pilar clássico do sistema capitalista. Sem uma estrutura de incentivos adequada, nada feito. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A verdade é que, ao melhor estilo Goebbels, há anos está sendo repetida uma mentira sobre uma suposta evolução do modelo de distribuição de produtos financeiros. 

Gerentes e agentes autônomos

O discurso “do bem” é que havia o malvado gerente do banco, que só podia vender os produtos daquela instituição. 

Ele tinha metas a cumprir por produtos (no passado; isso já mudou e as metas costumam ser por captação agregada nos bancos) e, para cumpri-las, saía enfiando produto ruim no cliente. 

Não era culpa dele, coitado. O sujeito tinha bocas a alimentar e boletos pra pagar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Então, veio a “grande disrupção” com o modelo de agente autônomo. A partir da plataforma aberta, o distribuidor (vendedor) poderia oferecer também produtos de outras instituições. 

Ok, isso é legal. Mas, conforme nos ensina Persio Arida, nem todo embate dialético em economia é definido por superação positiva. Ou seja, nem sempre ganha o melhor modelo. 

A melhor estrutura

Vendo de perto como essa coisa funciona, cheguei à conclusão de que a estrutura de incentivo dada ao gerente do banco era superior à feita hoje para os agentes autônomos.

Fundamento: o gerente recebia um salário razoável, trabalhava numa instituição renomada, tinha alguma segurança e estabilidade. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se ele bate suas metas, ganha um pouco a mais no semestre ou no ano, mas não passa fome caso contrário. 

O agente autônomo ganha salário ou pró-labore de fome e o grosso da sua remuneração vem da capacidade de distribuição dos produtos financeiros. 

Ou seja, ele ganha muito mal caso venda pouco ou venda produtos de margem baixa pra ele. E ganha muito bem caso empurre produtos de taxa gorda. É a diferença entre a miséria e a riqueza do camarada. 

Não por coincidência, em alguns escritórios de agentes autônomos, as reuniões semanais não são de cenário macro ou microeconômico, que poderiam resultar em bons produtos para os clientes; mas, sim, orientadas pelo ROA (retorno sobre o ativo, ou taxa cobrada do cliente). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É o ROA — e não outra coisa — que define o “cardápio do dia”. Verdades inconvenientes.

De Vitreo a Empiricus Investimentos

Hoje, dia 5 de setembro de 2022, é um marco na nossa história. Conseguimos formalmente juntar cada um desses quatro pontos. 

A Vitreo passa a se chamar Empiricus Investimentos, com grandes vantagens e benefícios ao investidor, numa plataforma absolutamente única e voltada ao real interesse da pessoa física. 

Vai ficar claro a seguir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A história da Empiricus

Há 13 anos, fundamos a Empiricus Research. Foi a criação não apenas de uma empresa, mas de toda uma indústria voltada à orientação de investidores pessoas físicas. 

A crítica era consensual: “não tem espaço para um research voltado para pessoas físicas no Brasil.” Com muita sorte e trabalho, chegamos a mais de 400 mil famílias como clientes.

Bom, depois seria impossível fazer isso com qualidade. Temos mais de 30 analistas, uma equipe muito técnica e com alguns dos melhores resultados da indústria em longo prazo. Tudo publicado e comprovado. 

O nascimento da Vitreo

Então, tivemos a ideia de acoplar a esse Research também a execução dessas boas sugestões de investimento, de forma simples, acessível, barata e com a melhor tecnologia possível, num modelo aliado ao cliente, sem a figura do agente autônomo, a real desintermediação da cadeia. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também ali as críticas foram de toda a sorte, num modelo hoje copiado (ou que tenta ser copiado) à risca por boa parte daqueles que criticaram lá atrás — e tudo bem. A verdade é filha do tempo.

Pensamos na ideia da “Empiricus Gestora” e na "Empiricus DTVM” e as batizamos de Vitreo, em referência à transparência, porque não poderíamos aceitar os produtos ruins e as taxas caras cobradas dos clientes, num discurso falso do bem.

Não há como escapar de si mesmo

Ainda que a rosa tenha o mesmo cheiro caso receba outro nome, não há como escapar de si mesmo. 

Como um rio que corre para o mar, o nome da Vitreo haveria mesmo de ser Empiricus Investimentos, tal como ela passa a se chamar hoje, num grande encontro consigo mesmo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Colhemos assim todos os benefícios de uma marca única, com brand equity reconhecido e ressonância nos investidores. 

Não é apenas um efeito cosmético. Como não deixaria de ser, o movimento envolve também benefícios diretos, imediatos e tangíveis ao investidor.

Benefícios ao investidor

A partir do research da Empiricus, que segue 100% independente, técnico, provocador (no sentido de que provoca as melhores ideias), com escala e o maior acesso institucional possível (sim, isso importa!), podemos voltar ao ponto 1 dos nossos pilares fundamentais: o investidor terá acesso às melhores recomendações do mercado. 

Isso gera valor. E o cliente da plataforma Empiricus Investimentos (ex-Vitreo) terá vantagens únicas a esse respeito. Se você ainda não é cliente, fica aqui o convite.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É também por meio da plataforma que podemos trazer produtos diferenciados, às vezes exóticos, ilíquidos, alternativos, para o investidor. 

Essas ideias diferenciadas e fora da caixa pertencem à natureza constitutiva da Empiricus, transbordada para a execução também. 

Os fundos alternativos da Empiricus Investimentos

Temos fundos alternativos e temáticos exclusivos na Empiricus Investimentos, além de sermos a única DTVM a distribuir precatórios, algo com uma rentabilidade muito convidativa e que tem recebido grande interesse e apetite dos investidores, todos muito satisfeitos com o produto (nesta semana, já vem algo novo aí e vale aproveitar). 

Queremos trazer outras novidades nessa direção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Empiricus Investimentos e os baixos custos de transação

Penetramos ainda mais na concepção de baixos custos de transação. 

A Empiricus Investimentos é única a não cobrar corretagem, ter o modelo de cashback sem conflito, garantindo recomendações isentas e maior rentabilidade final para o investidor, ter fundos com taxas de administração e performance inferiores à média do mercado.

Estrutura de incentivos 

Tudo isso num modelo alinhado ao cliente, com a devida estrutura de incentivos. 

Não há gerente de banco nem agente autônomo aqui. Quem fala com o investidor é um especialista, um analista ou alguém capaz de produzir carteiras de investimento a partir de uma visão técnica. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um modelo de CLT para essas pessoas, que não ganham a partir de um ROA maior ou menor, como se faz por aí. 

Confesso estar surpreso com a estupenda qualidade da equipe de assessoria montada pela Gabriela Lopes e pelo Caio Maia, em tão pouco tempo. 

Se você tem mais de R$ 300 mil para investir e gostaria de ter um assessor de investimento entre os melhores de mercado olhando individualmente para sua carteira, cadastre-se neste link. Tenho certeza de que você vai se surpreender como eu.

A estrutura é diferente na Empiricus Investimentos

Não ter a figura do agente autônomo ou do gerente do banco no processo é absolutamente transformacional. Primeiro porque isso é a real desintermediação do sistema. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se a corretora não tem que dividir sua receita com o agente autônomo, ela não precisa cobrar tanto do cliente, porque fica tudo pra ela. Melhor pro cliente, que paga menos e lucra mais. 

Não subestime o quanto você paga taxas sem ver para as instituições financeiras, seus gerentes e seus AAIs. 

Além disso, você não pode colocar alguém que ganha comissão mediante o ROA de cada produto para falar com o cliente. 

É evidente que ele vai estar conflitado no sentido de empurrar o produto de maior ROA — não é uma questão pessoal; todos nós, sentados naquela cadeira, faríamos rigorosamente a mesma coisa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O vendedor de carro de luxo vai sempre dizer que aquele automóvel é perfeito pra você. É a estrutura de incentivo que importa. E por isso a estrutura é diferente na Empiricus Investimentos.

Estamos mudando porque somos os mesmos

Já escrevi algumas vezes que um homem não pode fugir de si mesmo. Empresas também não podem. 

No fim do dia, é a mesma coisa. Estamos mudando porque somos os mesmos. 

Mick Jagger é cavaleiro da coroa britânica, mas continua o mesmo roqueiro de sempre (além de ter um belo family office). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Como exemplo de obediência aos próprios ancestrais, a partir de amanhã o Day One muda de cara e passa a ser Mercado em 5 Minutos. Era nossa primeira newsletter. Ela está de volta, mais quente do que nunca.

Seja muito bem-vindo à Empiricus Investimentos. Este link explica cada detalhe da mudança de marca. 

Não há qualquer prejuízo, empecilho ou necessidade adicional para os atuais clientes da Vitreo. 

Ela apenas mudou de nome e ficou melhor, com uma série de vantagens e benefícios pra você.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

ALÉM DO CDB

Renda fixa: com prêmios apertados, chegou a hora de separar o joio do trigo no crédito privado

26 de fevereiro de 2026 - 17:35

Mesmo com a perspectiva de queda nos juros, os spreads das debêntures continuam comprimidos, mas isso pode não refletir uma melhora nos fundamentos das empresas emissoras

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Pausa para um anedótico — janeiro crava o ano para o Ibovespa? 

25 de fevereiro de 2026 - 19:58

Estudo histórico revela como o desempenho do mês de janeiro pode influenciar expectativas para o restante do ano no mercado brasileiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A incerteza que vem de Trump, as armas do Mercado Livre (MELI34), e o que mais move os mercados hoje

24 de fevereiro de 2026 - 10:09

Entenda o que as novas tarifas de exportação aos EUA significam para aliados e desafetos do governo norte-americano; entenda o que mais você precisa ler hoje

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Derrota de Trump, volatilidade no mundo: a guerra comercial entra em nova fase 

24 de fevereiro de 2026 - 7:15

Antigos alvos da política comercial norte-americana acabam relativamente beneficiados, enquanto aliados tradicionais que haviam negociado condições mais favoráveis passam a arcar com custos adicionais

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A carta curinga no jogo dos FIIs, a alta do petróleo, e o que mais movimenta o seu bolso hoje

20 de fevereiro de 2026 - 8:46

Os FIIs multiestratégia conseguem se adaptar a diferentes cenários econômicos; entenda por que ter essa carta na manga é essencial

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como saber seu perfil e evitar erros ao abrir uma franquia, a queda da Vale (VALE3) na bolsa, e o que mais movimenta o mercado hoje

19 de fevereiro de 2026 - 8:46

Saiba quais são as perguntas essenciais para se fazer antes de decidir abrir um negócio próprio, e quais os principais indicadores econômicos para acompanhar neste pregão

EXILE ON WALL STREET

Ruy Hungria: Não tenha medo da volatilidade 

18 de fevereiro de 2026 - 20:00

Após anos de calmaria no mercado brasileiro, sinais de ruptura indicam que um novo ciclo de volatilidade — e de oportunidades — pode estar começando

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja quando as small caps voltarão a ter destaque na bolsa, liquidação do banco Pleno e o que mais afeta os mercados hoje

18 de fevereiro de 2026 - 8:39

Depois que o dinheiro gringo invadiu o Ibovespa, as small caps ficaram para trás. Mas a vez das empresas de menor capitalização ainda vai chegar; veja que ações acompanhar agora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos mais “fora da caixa” da bolsa, propostas para a Raízen, Receita de olho no seu cartão, e o que mais você precisa ler hoje

16 de fevereiro de 2026 - 8:08

Confira as leituras mais importantes no mundo da economia e das finanças para se manter informado nesta segunda-feira de Carnaval

VISÃO 360

A hora da Cigarra: um guia para gastar (bem) seu dinheiro — e não se matar de trabalhar

15 de fevereiro de 2026 - 8:01

Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Zuck está de mudança: o projeto californiano que está deslocando o eixo dos bilionários nos EUA

14 de fevereiro de 2026 - 9:02

Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Por que Einstein teria Eneva (ENEV3) na carteira, balanço de Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e outras notícias para ler antes de investir

13 de fevereiro de 2026 - 8:52

Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje

SEXTOU COM O RUY

Por que Einstein seria um grande investidor — e não perderia a chance de colocar Eneva (ENEV3) na carteira?

13 de fevereiro de 2026 - 6:03

Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar