Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Presente de Natal: duas recomendações de fundos imobiliários (FIIs) para 2023

Aquele que recebe uma meia ou uma caneta de Natal dificilmente sai feliz. Para reduzir esse risco, trouxe dois fundos imobiliários (FIIs) de setores e perfis diferentes

11 de dezembro de 2022
7:31 - atualizado às 15:48
Vista da Avenida Paulista, em São Paulo, onde se encontram imóveis da carteira de fundos imobiliários (FII) visc11 btlg11 knsc11 xpml11
Vista da Avenida Paulista, em São Paulo - Imagem: Shutterstock

Chegando o final do ano, é hora entrar no clima natalino no Décimo Andar

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É nessa época que começam as resoluções do ano que passou e os desejos para o próximo. Conforme já tradicional nas colunas do Seu Dinheiro, essa edição do Décimo Andar traz um pouco dessa tradição, incluindo alguns presentes.

Aliás, presentes normalmente são bem difíceis de selecionar, especialmente quando você não conhece exatamente a pessoa.

Aquele que recebe uma meia ou uma caneta de Natal dificilmente sai feliz. Para reduzir esse risco, trouxe dois fundos imobiliários (FIIs) de setores e perfis diferentes nesta edição.

Sem delongas, vamos a eles!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

FIIs de crédito: um presente para os conservadores

Em geral, vejo os FIIs de crédito muito bem posicionados para o próximo ano, diante das ótimas taxas contratadas ao longo de 2022. Como não quero soar repetitivo, dado que toquei no tema há poucas edições, vamos abordar a categoria com outro ponto de vista: o conservador.

Leia Também

É consenso no mercado que a perspectiva econômica para o próximo ano ainda é incerta, visto que teremos um novo governo, novas diretrizes fiscais e, provavelmente, um cenário global ainda conturbado.

Além disso, a inflação já está de volta, após alguns breves meses de deflação transitória. Em novembro, o IPCA atingiu 0,41% e os dois meses seguintes devem ser bem próximos desse patamar. Lembrando que a performance dos preços é essencial para a política de juros do Banco Central.

Neste momento, a estimativa do mercado aponta para um início de corte na Taxa Selic a partir de meados do próximo ano, em tom bem discreto. Ainda assim, quem investe no mercado doméstico há algum tempo conhece sobre os cisnes negros e cinzas que assombram nossa política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Portanto, a alocação em pós-fixados ainda merece certa atenção, especialmente para os investidores mais avessos ao risco. Quando falamos em exposição ao CDI, o investidor tradicional de fundos imobiliários já tem um nome na ponta da língua: Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11). 

Quem investiu no KNCR11 lucrou

O fundo é um dos maiores nomes da Bolsa, com participação de aproximadamente 4% no Ifix e liquidez diária de aproximadamente R$ 12,5 milhões. Sua alocação é concentrada em CRIs indexados ao CDI (96% do portfólio), com taxa média de 2,05% ao ano.

Em geral, a alocação é de baixo risco, uma vez que há concentração em títulos de dívidas de empresas de grande porte, líderes do setor em que atuam e com boa reputação financeira.

Vale lembrar que o fundo já foi indicado no Décimo Andar, lá no início do ciclo de aperto monetário — parece que passou uma década, mas foram apenas 20 meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde então, o KNCR11 acumulou retorno de 25,8%, contra 1,15% do Ifix e 15,67% do CDI. Devido a essa grande exposição pós-fixada, o FII se beneficiou com a subida das taxas de juros ao longo do período.

Em uma perspectiva de renda e certo conservadorismo (lembrando que o FII não pode ser considerado reserva de caixa), sigo gostando do KNCR11, especialmente em um cenário pessimista. 

A última distribuição do fundo imobiliário foi de R$ 1,10 por cota, que representa um yield (retorno) anualizado de 13,3%, acima do CDI líquido.

Vale citar que, historicamente, o FII opera com ágio de 2% da média sobre o valor patrimonial. No nível de preço atual, ele praticamente opera alinhado à cota patrimonial, o que traz conforto para uma estratégia de renda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em termos de risco, conforme citado anteriormente, a carteira do fundo é composta por títulos de alta qualidade de crédito, minimizando o risco de inadimplência, que vem crescendo no Brasil recentemente.

Além disso, há uma pulverização de mais de 60 ativos investidos, o que dilui o impacto de eventuais prejuízos em operações específicas.

De forma geral, por mais que não seja a mesma barganha de um ano atrás, o KNCR11 segue bem posicionado para manutenção de uma geração de renda elevada para a carteira (dividend yield de dois dígitos), sem grande exposição ao risco de mercado.

FIIs de escritórios: a pimentinha de 2023?

Por fim, vamos para o segmento mais “estressado” da bolsa atualmente, mas que também registra maior desconto: os FIIs de lajes corporativas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É visível que o ambiente das lajes corporativas tem melhorado desde o início de 2022, com a volta dos funcionários aos escritórios físicos e ligeira melhora econômica.

Com isso, a ocupação do segmento registrou crescimento nos últimos quatro trimestres em São Paulo, principal centro corporativo do país. 

Até o momento, o destaque vai para as praças historicamente mais aquecidas, Itaim Bibi e Vila Olímpia, que aumentaram significativamente a ocupação de seus imóveis neste ano.

Ainda assim, temos algumas dúvidas sobre a durabilidade deste movimento, especialmente em regiões “periféricas”. Por essa razão, nossas recomendações entre os FIIs no segmento estão concentradas em imóveis paulistanos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É preciso ter cuidado. Existe uma discrepância significativa de desconto entre alguns FIIs no setor. Isto é, alguns cases continuam bastante estressados operacionalmente e registraram recuo grande nas cotas, distorcendo a análise setorial.

Sigo olhando com cautela esses fundos, especialmente aqueles com alavancagem financeira, que podem ter problemas com liquidez.

Entre as teses de FIIs com maior desconto, temos o Tellus Properties (TEPP11), fundo de lajes corporativas nascido em 2019.

O objetivo da gestão é alocar seus recursos em empreendimentos bem localizados e com potencial significativo de eficiência operacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ideia, portanto, é comprar imóveis médios em boas praças e, na sequência, melhorar o empreendimento para elevar o valor do aluguel no médio prazo. É uma estratégia interessante, dada a possibilidade de adquirir ativos mais “baratos” e agregar valor.

Atualmente, o portfólio do fundo está alocado em cinco imóveis, todos eles localizados na cidade de São Paulo, totalizando uma área BOMA de 37,8 mil metros quadrados.

AtivoRegiãoÁrea BOMAParticipaçãoVacânciaClassificaçãoTipo de contrato
Ed. Torre SulBerrini (SP)10.290 m²52,0%21,08%ATípico
Cond. São LuizItaim Bibi (SP)13.179 m²23,8%0,0%BBTípico
Ed. PassarelliPinheiros (SP)6.959 m²51,9%7,32%CTípico
Ed. TimbaúbaBela Vista (SP)2.345 m²31,6%0%BTípico
Ed. FujitsuBela Vista (SP)4.985 m²52,0%0%BBAtípico
Fonte: Empiricus, Tellus e Buildings

Quatro dos cinco imóveis são classificados como classe B e C pela Buildings, o que vai em linha com a filosofia do fundo de privilegiar a localização e comprar imóveis com potencial de melhorias.

Ao longo dos últimos anos, a gestão realizou diversas alterações nos imóveis, especialmente no Ed. Torre Sul, Condomínio São Luiz e Ed. Passarelli, tal como a instalação de novas áreas, modernização das entradas e obtenção de certificações de sustentabilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com isso, além da valorização dos empreendimentos, foi possível reduzir a vacância do portfólio, que foi de 22% para 7,1% nos últimos 24 meses. O aluguel médio da carteira também saltou 9,3% desde o último ano.

Mesmo com essa alta, ainda existe ligeiro desconto no preço médio de aluguel em relação ao valor de mercado pedido nas respectivas regiões em que os ativos se encontram.

Além disso, o preço de aquisição dos imóveis (cerca de R$ 12 mil por metro quadrado, em média) está bem abaixo do negociado atualmente no mercado físico, assim como do custo de reposição.

Isso oferece oportunidades interessantes de reciclagem do portfólio, tal como já iniciado no Ed. Timbaúba, que está em processo de venda e deve gerar um ganho de capital de R$ 0,47 por cota para o fundo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Claro que a qualidade dos imóveis não me atrai tanto, mas acredito que, com a saturação de regiões mais óbvias, como Faria Lima e Paulista, devemos perceber um escoamento de demanda para zonas e imóveis secundários e, com as melhorias implementadas pela gestão, vejo um cenário positivo para os ativos do fundo.

Com o potencial de geração de caixa das operações, chegamos a um valor justo de R$ 87,00 para o TEPP11, um potencial de valorização de 20% em relação à última cotação.

Com relação à distribuição de rendimentos, ela dependerá da conclusão do processo de venda do Edifício Timbaúba, que promoverá um ganho de capital extraordinário e a redução do endividamento do fundo.

Caso seja bem-sucedida, estimo que o dividend yield do fundo deve alcançar 9,15% ao longo dos próximos 12 meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, é importante citar que é uma tese de investimento de maior risco, tendo em vista o comportamento da indústria nos últimos anos. Os riscos de vacância, mercado, crédito e liquidez foram considerados no modelo.

Em janeiro, o TEPP11 voltará ao Ifix — índice de fundos imobiliários da B3 — após um período “sabático” distante do índice.

Isso promete dar um pequeno impulso de liquidez, que é um dos pontos de atenção da tese — nos últimos três meses, a média diária de negociação do FII foi de apenas 500 mil por dia. Ou seja, o momento pode ser oportuno para montagem de posição.

Antes de encerrar, gostaria de agradecer a todos que acompanharam o Décimo Andar no decorrer de 2022. Seguiremos firmes no próximo ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desejo a todos um ótimo final de ano e bons investimentos!

Abraço,

Caio

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Nada como uma Super Quarta depois da outra 

29 de abril de 2026 - 17:30

Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A Selic e a expectativa para o futuro, resultados da Vale (VALE3) e Santander (SANB11) e o que mais move os mercados hoje

29 de abril de 2026 - 8:25

Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A Super Quarta no meio da guerra entre EUA e Irã, os resultados da Vale (VALE3), e o que mais move os mercados hoje

28 de abril de 2026 - 8:20

A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Super Quarta em meio ao caos da guerra: Copom e Fed sob a sombra de Ormuz

28 de abril de 2026 - 7:38

Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A maratona dos bancos brasileiros, Super Quarta, e o que mais esperar dos mercados nesta semana

27 de abril de 2026 - 8:09

Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Fogo na cozinha de Milei: Guia Michelin e o impasse da alta gastronomia na Argentina

25 de abril de 2026 - 9:01

Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A disputa pelos precatórios da Sanepar (SAPR11), as maiores franquias do Brasil, e o que mais você precisa saber hoje

24 de abril de 2026 - 8:50

Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria

SEXTOU COM O RUY

Amantes de dividendos: Sanepar (SAPR11) reage com chance de pagamento extraordinário, mas atratividade vai muito além

24 de abril de 2026 - 6:01

A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como imitar os multimilionários, resultados corporativos e o que mais move os mercados hoje

23 de abril de 2026 - 8:36

Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Lições da história recente sobre sorrir ou chorar no drawdown

22 de abril de 2026 - 20:00

O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor

ALÉM DO CDB

Teste na renda fixa: o que a virada de maré no mercado de crédito privado representa para o investidor; é para se preocupar?

22 de abril de 2026 - 19:31

Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O que atrapalha o sono da Tenda (TEND3), o cessar-fogo nos mercados, e o que mais você precisa saber hoje 

22 de abril de 2026 - 8:31

Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

A estratégia vencedora em um cessar-fogo que existe e não existe ao mesmo tempo

21 de abril de 2026 - 9:30

Mesmo que a guerra acabe, o mundo atravessa um período marcado por fragmentação e reorganização das cadeias globais de suprimento, mas existe uma forma simples e eficiente de acessar o que venho chamando de investimento “quase obrigatório” em tempos de conflito

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O poder dos naming rights, impasse no Estreito de Ormuz continua e pressiona economia, e o que mais você deve ficar de olho hoje

20 de abril de 2026 - 8:56

O Nubank arrematou recentemente o direito de nomear a arena do Palmeiras e mostra como estratégia de marketing continua sendo utilizada por empresas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As aventuras de Mark Mobius, os proventos da Petrobras (PETR4), resultados da Vale (VALE3), e o que mais você precisa saber hoje

17 de abril de 2026 - 8:13

Conheça a intensa biografia de Mark Mobius, pioneiro em investimentos em países emergentes, e entenda quais oportunidades ainda existem nesses mercados

SEXTOU COM O RUY

A ironia do destino de Mark Mobius: o rali histórico de emergentes que o ‘pai dos emergentes’ não terá chance de ver

17 de abril de 2026 - 6:07

Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As incertezas nos balanços do 1T26, dólar a R$ 4,90, resultado da Vale (VALE3), e o que mais esperar dos mercados hoje

16 de abril de 2026 - 8:12

Com transformações e mudanças de tese cada vez mais rápidas, entenda o que esperar dos resultados das empresas no primeiro trimestre de 2026

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Ibovespa — matando a sede com a metade cheia do copo 

15 de abril de 2026 - 20:00

Com a desvalorização do dólar e a entrada de gringos na bolsa brasileira, o Ibovespa ganha força. Ainda há espaço para subir?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A invasão gringa nos FIIs, a relação entre economia e eleições, e o que move os mercados hoje

15 de abril de 2026 - 8:29

Entenda como a entrada de capital estrangeiro nos FIIs pode ajudar os cotistas locais, e como investir por meio de ETFs

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como se proteger dos choques cada vez mais comuns de petróleo, recorde na bolsa, e o que mais move os mercados hoje

14 de abril de 2026 - 8:34

Confira qual é o investimento que pode proteger a carteira de choques cada vez mais comuns no petróleo, com o acirramento das tensões globais

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia