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Escolha do petista para liderar o BNDES e mudanças na lei das estatais para acomodá-lo preocuparam os investidores
Enquanto no mundo do cinema o duende Grinch reina sozinho como o grande vilão que quer acabar com o Natal, no mercado financeiro esse papel parece estar sendo desempenhado por mais de um personagem neste fim de 2022 — os banqueiros centrais das principais economias do mundo.
Nos Estados Unidos e na Europa, o discurso repetido é o mesmo: os juros precisarão manter-se em níveis elevados por mais tempo para que a inflação volte a patamares aceitáveis.
Para os investidores, é como se o Natal tivesse sido cancelado. Nas bolsas globais, o que se vê é uma fuga de ativos de risco, deixando de lado o tradicional rali de fim de ano.
Além do cenário internacional conturbado, vilões locais também entram em cena para estragar a ceia de Natal da B3 — o cenário fiscal e as mudanças propostas para a Lei das Estatais.
Ao longo do dia, rumores sobre a possibilidade de o Senado ampliar as modificações aprovadas pela Câmara dos Deputados ganharam força, pressionando os juros futuros e levando o Ibovespa a acumular uma queda de 4,34% na semana.
Hoje, o principal índice da B3 recuou 0,85%, aos 102.855 pontos. O dólar à vista recuou 0,41%, aos R$ 5,2941. Nos últimos cinco pregões, no entanto, a alta acumulada foi de 0,92%.
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Depois de Jerome Powell e o Federal Reserve, o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) e o Banco Central Europeu (BCE) também engrossaram o coro sobre juros longos por mais tempo, ainda que o ritmo do aperto monetário seja reduzido.
As atenções, então, se voltam para o ritmo de crescimento da economia. Com os principais centros financeiros e de atividade econômica desacelerando e com uma tentativa orquestrada para sufocar a inflação em andamento, os temores de uma recessão global voltaram a ganhar força.
Foi essa leitura de cenário que derrubou as bolsas em Wall Street mais uma vez, afastando ainda mais as chances de um rali de Natal. Confira o desempenho dos principais índices de Nova York hoje:
As mudanças na Lei das Estatais aprovadas pela Câmara dos Deputados podem não ser as únicas novidades no texto. Segundo informações da Broadcast, senadores avaliam utilizar a oportunidade para mexer também na proibição de indicação de agentes de organizações sindicais ao comando de empresas do governo.
A fragilidade da lei das estatais no Congresso preocupa o mercado, com os juros futuros subindo e ações de empresas como Petrobras (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3) voltando a operar em queda.
Confira as maiores altas da semana:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| GETT11 | Getnet units | R$ 5,00 | 7,07% |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 12,36 | 6,83% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 4,58 | 5,29% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 35,35 | 5,05% |
| SLCE3 | SLC Agrícola | R$ 45,98 | 4,03% |
Confira também as maiores quedas do período:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 6,13 | -15,80% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,37 | -15,36% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 9,91 | -14,05% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 3,66 | -13,88% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 7,35 | -12,19% |
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