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RESUMO DO DIA: A vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) caiu de 14 para 12 pontos na mais recente edição da pesquisa da Quaest Consultoria encomendada pela Genial Investimentos. Entretanto, a possibilidade de vitória do petista em primeiro turno segue no radar. Enquanto isso, opositores de Bolsonaro capturaram o domínio bolsonaro.com.br e colocaram no ar uma exposição antibolsonarista.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer emplacar a ideia de um governo “a quatro mãos” na tentativa de atrair mais votos, mas esbarra em uma dificuldade: a popularidade de Geraldo Alckmin (PSB), seu vice na chapa para as eleições de outubro.
Pesquisa CNT/MDA mostra que cerca de dois terços dos eleitores do petista não sabem o nome do vice de Lula. Entre os vices de candidaturas à presidência, no entanto, o ex-governador de São Paulo é o mais conhecido.
O levantamento mostra que, em média, 76,6% dos brasileiros desconhecem o nome dos vices dos principais presidenciáveis.
Entre os mais desconhecidos estão Mara Gabrilli (PSDB), vice de Simone Tebet (MDB), e Ana Paula Matos (PDT), vice de Ciro Gomes (PDT). Elas têm taxas de desconhecimento de 97,7% e 97,3%, respectivamente.
Já o número dois do presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL), o ex-ministro da Casa Civil Walter Braga Netto (PL), é desconhecido por mais de 83%.
A pesquisa consultou pouco mais de 2 mil eleitores presencialmente entre os dias 25 e 28 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos.
A candidata à Presidência da República Simone Tebet (MDB) saiu em defesa da vice Mara Gabrilli (PSDB-SP), após reportagem do Estadão revelar que a senadora destinou R$ 19,2 milhões em emendas do orçamento secreto em 2020.
A reportagem também mostrou que a presidenciável Soraya Thronicke (União Brasil) foi beneficiada com R$ 95,2 milhões em emendas do orçamento secreto nos últimos três anos.
Tebet afirmou que nunca criticou todos que utilizam as emendas, mas sim aqueles que omitem sua destinação.
“Parabéns Mara Gabrilli por ter sido a primeira a abrir as contas. É isso que nós queremos do homem público. O dinheiro é do povo e nós temos que dar transparência”, afirmou a jornalistas.
De acordo com documentos enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF), Gabrilli enviou verbas para 19 municípios com recursos para postos de saúde e hospitais. (Estadão Conteúdo)
Uma das principais apostas do presidente Jair Bolsonaro (PL) para conseguir vencer as eleições de outubro é o Auxílio Brasil de R$ 600. Desde que conseguiu aumentar o benefício, o chefe do Palácio do Planalto vem prometendo manter o valor atual no ano que vem — mas, segundo o projeto de orçamento para 2023, não será bem assim.
O projeto de Orçamento divulgado nesta quarta-feira (3) prevê o valor médio de R$ 405 para o Auxílio Brasil — suficiente para atender 21,6 milhões de famílias.
A proposta de orçamento não deixou de fora apenas o Auxílio Brasil de R$ 600 prometido por Bolsonaro. A correção da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) não está prevista no texto.
O presidente do Chile, Gabriel Boric, chamou a América Latina a reagir caso haja uma tentativa de golpe nas eleições brasileiras.
“Se houver uma tentativa, como houve na Bolívia, por exemplo, em 2020, onde as acusações de fraude acabaram sendo usadas para justificar um golpe de Estado, a América Latina tem que reagir em conjunto para evitar que isso aconteça”, disse Boric à revista americana Time quando questionado sobre o que faria caso Jair Bolsonaro não aceite o resultado das eleições de outubro.
Vale lembrar que o Chile mandou chamar o embaixador para consultas depois que Bolsonaro acusou Boric de queimar metrôs durante o debate da Band do domingo passado (27).
Uma das primeiras medidas do presidente Jair Bolsonaro à frente do governo brasileiro foi assinar um decreto que revogou o horário de verão.
Segundo Bolsonaro, a decisão foi embasada por análises sobre a economia de energia no período e seu efeito sobre o relógio biológico da população.
Três anos após a canetada, porém, o governo pode voltar a adiantar o relógio dos brasileiros. Segundo informações do Uol, o Ministério de Minas e Energia pediu ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) um novo estudo sobre benefícios que a volta do horário de verão traria para o setor.
De acordo com a nota enviada ao portal, o pedido foi feito em 19 de agosto, mas não há previsão para adoção do horário de verão ainda em 2022.
A ONS afirma que a situação de geração de energia no país está melhor que nos últimos dois anos e não exige pressa.
Vale relembrar que o horário de verão foi adotado em 1931 e fixou-se no calendário brasileiro a partir de 2008.
A medida – que adianta o horário oficial de alguns estados brasileiros em uma hora – é utilizada para aproveitar a duração extra da luminosidade natural nessa estação do ano e minimizar a sobrecarga de consumo durante picos diários.
O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, prometeu nesta quarta-feira (31), manter os benefícios fiscais da Zona Franca de Manaus. A declaração foi dada a apoiadores e à imprensa após visita fechada à fábrica da Honda na capital amazonense.
“Quem tenta mudar os benefícios na verdade são pessoas que não conhecem a importância da Zona Franca de Manaus para o desenvolvimento do Estado e para a geração de empregos”, declarou Lula.
O compromisso de Lula com as isenções da Zona Franca se contrapõe à ideia do governo federal de acabar com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), pesadelo dos industriais manauaras por apertar a competição com outras fábricas do País.
A ofensiva do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre o IPI para supostamente estimular o crescimento esteve no centro de uma recente disputa com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que cassou decretos do Executivo com cortes no tributo para evitar prejuízos à competitividade dos produtos da Zona Franca. (Estadão Conteúdo)
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto, segundo a nova rodada da pesquisa Ipespe, divulgada nesta quarta-feira (31).
O petista aparece com 43% das intenções de voto e, logo em seguida, vem o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 35%.
A distância percentual entre os dois adversários oscilou um ponto percentual para baixo em relação à rodada de julho do mesmo levantamento e agora é de 8 pontos porcentuais.
Em relação ao levantamento de junho, Lula oscilou um ponto para baixo — de 44% para 43% — e Bolsonaro se manteve estável. A distância entre os dois passou de 9 pontos, no último levantamento, para 8 pontos na pesquisa lançada neste final de agosto.
Outros pré-candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somam 4%. Os que não sabem ou não responderam são 2% do total de entrevistados.
A pesquisa Ipespe ouviu 2 mil eleitores, por telefone, entre os dias 26 e 29 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 44% das intenções de voto na nova pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (31). O presidente Jair Bolsonaro (PL) vem em segundo lugar, com 36%.
A distância entre eles, atualmente de 8 pontos porcentuais, oscilou um ponto para cima em relação à rodada anterior do levantamento, feita entre os dias 14 e 16 de agosto.
Abaixo a intenção de voto do segundo pelotão das eleições presidenciais:
Os outros candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somam 3% e 2% disseram não saber em quem votar.
O PoderData consultou 3.500 eleitores por telefone entre os dias 28 e 30 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
A família Bolsonaro não prestou atenção ao artigo I da lei da selva da internet: nunca se esqueça de renovar seu domínio.
Pelo menos se você tiver a intenção de manter o seu conteúdo no ar e não quiser ser trolado por quem não lhe tem lá muita simpatia.
Não se sabe quanto tempo o domínio bolsonaro.com.br ficou à disposição. O fato é que quem tomou conta do endereço aproveitou a deixa para colocar no ar uma exposição virtual de temática antibolsonarista.
A estética do site sugere que o conteúdo foi produzido profissionais. Até o momento, porém, a autoria da puxada de tapete cibernética permanece anônima.
Até a última checagem, às 10h45, o conteúdo anti-Bolsonaro continuava no ar.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o candidato que mais investiu recursos em anúncios políticos no Google até ontem (30), segundo dados do Estadão.
Vale destacar que, ao contrário de Jair Bolsonaro e Ciro Gomes, o petista não fez anúncios antes do início oficial da campanha, em 16 de agosto.
Confira quanto cada candidato investiu até agora:
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, a proibição do porte de armas em um raio de 100 metros das seções eleitorais.
A proibição ficará em vigor no período de preparação e conclusão das eleições. Ou seja: no dia das eleições, nas 48 horas anteriores e 24 horas subsequentes.
A exceção serão forças de segurança que estiverem em serviço.
A decisão foi tomada em resposta a consulta formulada pelo deputado Alencar Santana (PT-SP).
A restrição ao porte de arma e ao treinamento e transporte de armas pelos colecionadores, atiradores desportivos e caçadores (CACs) já havia sido discutida em reunião entre o presidente do TSE, Alexandre de Moraes, e representantes dos comandos das PMs dos Estados e do Distrito Federal no dia 24.
A preocupação é o acirramento da violência política com a aproximação das eleições – a exemplo do assassinato do petista Marcelo Arruda pelo bolsonarista Jorge Guaranho, em Foz do Iguaçu (PR) em julho.
A vantagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o presidente Jair Bolsonaro (PL) caiu de 14 para 12 pontos na mais recente edição da pesquisa da Quaest Consultoria encomendada pela Genial Investimentos.
Lula passou de 45% para 44%. Bolsonaro oscilou de 31% para 32%.
Entretanto, a soma da intenção de voto em outros candidatos caiu de 12% para 10%.
Isso mantém no radar a possibilidade de vitória de Lula em primeiro turno.
A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.
Em um eventual segundo turno, Lula venceria Bolsonaro por 51% a 37%.
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