O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em 2020, no crédito para pessoas físicas, as concessões caíram 2,1%, para R$ 180,0 bilhões. Em dezembro, houve alta de 0,6%.
Em um ano marcado pela pandemia do novo coronavírus, que levou o governo federal a lançar iniciativas na área de crédito, as concessões dos bancos no crédito livre subiram 1,2% em 2020, para R$ 350 bilhões, informou nesta quinta-feira, 28, o Banco Central. Apenas em dezembro, houve avanço de 6,4%.
Leia também:
Estes dados, apresentados hoje pelo BC, não levam em conta ajustes sazonais. Os números são influenciados pelos efeitos da pandemia, que colocou em isolamento social boa parte da população e reduziu a atividade das empresas, em especial nos meses de março e abril de 2020. Em meio à carência de recursos, famílias e empresas aumentaram a demanda por algumas linhas de crédito nos bancos. O BC não divulga dados sobre o quanto a procura por crédito aumentou - mas apenas sobre o quanto foi concedido.
Em 2020, no crédito para pessoas físicas, as concessões caíram 2,1%, para R$ 180,0 bilhões. Em dezembro, houve alta de 0,6%.
Já no caso de pessoas jurídicas, as concessões subiram 4,8% em 2020, para R$ 170,0 bilhões. Em dezembro, o avanço é de 13,4%.
Apesar das dificuldades de famílias e empresas para fechar as contas, em meio à pandemia do novo coronavírus, a taxa de inadimplência nas operações de crédito livre com os bancos passou de 3,0% para 2,9% de novembro para dezembro, informou o Banco Central.
Leia Também
Para as pessoas físicas, a taxa de inadimplência foi de 4,3% para 4,2% no período. No caso das empresas, a taxa passou de 1,5% para 1,4%.
A inadimplência do crédito direcionado (recursos da poupança e do BNDES) passou de 1,2% para 1,1% na passagem de novembro para dezembro. Já o dado que considera o crédito livre mais o direcionado mostra que a taxa de inadimplência foi de 2,2% para 2,1%.
A taxa média de juros no crédito livre passou de 26,4% ao ano em novembro para 25,5% ao ano em dezembro, informou o Banco Central. Em dezembro de 2019, essa taxa estava em 33,4% ao ano.
Para as pessoas físicas, a taxa média de juros no crédito livre passou de 38,2% para 37,0% ao ano de novembro para dezembro, enquanto para as pessoas jurídicas foi de 12,2% para 11,7% ao ano.
Entre as principais linhas de crédito livre para a pessoa física, destaque para o cheque especial, cuja taxa passou de 113,5% ao ano para 115,6% ao ano de novembro para dezembro. No crédito pessoal, a taxa passou de 31,6% para 30,3% ao ano.
Desde julho de 2018, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200. Em 6 de janeiro de 2020, o BC passou a aplicar uma limitação dos juros do cheque especial, em 8% ao ano (151,82% ao ano).
Além da limitação do juro, os dados de hoje refletem uma revisão realizada na série histórica do BC. De acordo com a autarquia, os números passaram a considerar o fato de alguns bancos cobrarem juro no cheque especial apenas após dez dias de atraso no pagamento da fatura. Antes, era considerado todo o período de atraso. Esta mudança fez com que o nível do juro no cheque especial, na nova série histórica, fosse menor em anos anteriores.
Os dados divulgados nesta quinta-feira pelo Banco Central mostraram ainda que, para aquisição de veículos, os juros foram de 19,0% ao ano em novembro para 19,2% em dezembro.
A taxa média de juros no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), foi de 18,7% ao ano em novembro para 18,4% ao ano em dezembro. Em dezembro de 2019, estava em 22,6%.
Já o Indicador de Custo de Crédito (ICC) caiu 0,3 ponto porcentual em dezembro ante novembro, aos 16,8% ao ano. No acumulado de 2020, houve queda de 3,5 pontos. O porcentual do ICC reflete o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque. Na prática, o indicador reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.
Com as famílias em dificuldades para fechar as contas durante a pandemia do novo coronavírus, em meio à retração da atividade e ao desemprego, o juro médio total cobrado pelos bancos no rotativo do cartão de crédito subiu 6,9 ponto porcentual de novembro para dezembro, informou o Banco Central. A taxa passou de 321,2% para 328,1% ao ano.
O rotativo do cartão, juntamente com o cheque especial, é uma modalidade de crédito emergencial, muito acessada em momentos de dificuldades.
O juro do rotativo é uma das taxas mais elevadas entre as avaliadas pelo BC. Dentro desta rubrica, a taxa da modalidade rotativo regular passou de 293,3% para 301,9% ao ano de novembro para dezembro. Neste caso, são consideradas as operações com cartão rotativo em que houve o pagamento mínimo da fatura.
Em abril de 2017, começou a valer a regra que obriga os bancos a transferir, após um mês, a dívida do rotativo do cartão de crédito para o parcelado, a juros mais baixos. A intenção do governo com a nova regra era permitir que a taxa de juros para o rotativo do cartão de crédito recuasse, já que o risco de inadimplência, em tese, cai com a migração para o parcelado.
Atualmente, porém, o risco de inadimplência aumentou, justamente porque muitas famílias estão enfrentando redução de renda, na esteira da pandemia.
O spread em operações de crédito apresentou redução. Dados divulgados pelo Banco Central mostram que o spread bancário médio no crédito livre passou de 21,3 pontos porcentuais em novembro para 20,9 pontos porcentuais em dezembro.
O spread médio da pessoa física no crédito livre foi de 32,6 para 31,9 pontos porcentuais no período. Para pessoa jurídica, o spread médio seguiu em 7,7 pontos porcentuais. O spread é calculado com base na diferença entre o custo de captação de recursos pelos bancos e o que é efetivamente cobrado dos clientes finais (famílias e empresas) em operações de crédito.
O spread médio do crédito direcionado foi de 4,2 para 4,9 pontos porcentuais na passagem de novembro para dezembro. Já o spread médio no crédito total (livre e direcionado) foi de 14,4 para 14,5 pontos porcentuais no período.
O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro ficou em 50,3% em outubro, ante 48,9% em setembro, informou o Banco Central (BC). Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 29,3% em outubro, ante 28,5% em setembro.
O cálculo do BC leva em conta o total das dívidas dividido pela renda no período de 12 meses. Além disso, incorpora os dados da Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar (Pnad) contínua e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), ambas do IBGE.
Em função da metodologia utilizada, os números do endividamento sempre são divulgados com apenas um mês de defasagem. Em setembro, no entanto, o BC havia adiado a divulgação de dados referentes ao endividamento e ao comprometimento de renda das famílias brasileiras, em função de alterações de datas promovidas pelo IBGE. Agora, o BC atualiza os números, com referência em outubro.
Segundo o BC, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) atingiu 21,7% em outubro, ante 21,3% em setembro. Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda ficou em 18,9% em outubro, ante 18,6% em setembro.
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Benefício assistencial começa hoje, seguindo o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC
Aposentados e pensionistas já recebem com valores corrigidos pelo novo salário mínimo; depósitos seguem o número final do benefício
Crise com o will bank, apostas de bilionários e análises de mercado estiveram entre os assuntos mais lidos no Seu Dinheiro nos últimos dias
Flamengo, campeão do Brasileirão, e Corinthians, vencedor da Copa do Brasil, se enfrentam neste domingo (1º), no Mané Garrincha, para decidir a Supercopa d Brasil
Mega-Sena não teve ganhador no sorteio de sábado (31), e os resultados das demais loterias da Caixa também já estão disponíveis
Do Pé-de-Meia ao novo Gás do Povo, veja como ficam as datas e regras dos principais benefícios federais em fevereiro de 2026
Viação Garcia passa a operar cabine premium em ônibus de longa distância, com foco em conforto, silêncio e privacidade
Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos
Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA
Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028
Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.