🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

O segundo tempo do governo Bolsonaro começou mal. O que esperar daqui para frente?

As perspectivas para a reeleição de Jair Bolsonaro em outubro de 2022 não são muito boas, embora no momento lidere todas as pesquisas de intenção de voto

20 de janeiro de 2021
5:41 - atualizado às 15:57
O presidente Jair Bolsonaro durante o jogo beneficente Natal Sem Fome
O presidente Jair Bolsonaro durante o jogo beneficente Natal Sem Fome - Imagem: Marcos Corrêa/PR

O tema da crônica deste mês é o segundo tempo do governo Jair Bolsonaro e o que imagino que possa acontecer ao longo desse período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reparem: não escrevi “segundo mandato” mas sim “segundo tempo”, o que significa a segunda parte do mandato para o qual o capitão foi eleito em outubro de 2017, tendo tomado posse em 1º de janeiro de 2018.

O segundo tempo, aliás, já começou. Muito mal.

Em meu modo de entender (e isso é apenas um palpite, não baseado em pesquisas), Bolsonaro teve três tipos de eleitores:

  • gente indignada com os 14 anos de governo petista;
  • entusiastas do liberalismo econômico;
  • fiéis seguidores do capitão e adeptos fanáticos do “olavismo”, um ex-astrólogo desbocado que mora na Virgínia (Estados Unidos) e se autopromoveu a filósofo.

Os antipetistas já começaram a se esquecer dos desmandos de Lula e Dilma. Agora estão enfurecidos com os de Bolsonaro, dando razão àqueles que dizem que “nada é tão ruim que não possa piorar”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já os verdadeiros liberais, adeptos da direita econômica e do centro ideológico, simplesmente se decepcionaram com a quase total ausência de reformas necessárias e exaustivamente prometidas durante a campanha eleitoral.

Leia Também

Os bolsonaristas de carteirinha permanecerão bolsonaristas, tal como acontecerá nos Estados Unidos, onde os trumpistas continuarão fazendo o que seu mestre mandar, por mais insensata e antidemocrática que seja a ordem.

Com relação ao presidente Jair Bolsonaro, ele conseguiu nova categoria de adeptos – que não existia na época da eleição − ao distribuir dinheiro para a população economicamente afetada pela pandemia do coronavírus.

Resumo da ópera: Bolsonaro perdeu os liberalistas mas obteve ganhos expressivos nas classes C e D.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que esse apoio irá diminuir à medida em que as quantias recebidas mensalmente retroajam aos tempos do bolsa-família. Fora o emagrecimento dos valores e a diminuição do número de beneficiários do programa.

Efeito covid

Se Bolsonaro conseguir eleger os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, e seja bem-sucedido na aprovação de um segundo período de calamidade pública, é possível que retenha boa parte de seu apoio.

Só que, em algum momento, a Covid-19, que ainda não chegou ao seu pior momento, cobrará seu preço.

Duvido que as pessoas que perderam parentes próximos estrebuchando num leito de enfermaria, ou até mesmo no chão do corredor, de um hospital público em Manaus, como se fosse um peixe fora d'água, votarão em Jair Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E quem pode garantir que Manaus não é apenas a primeira de uma série de cidades brasileiras que enfrentarão o mesmo tormento?

O irônico é que se, aos primeiros indícios da pandemia, Bolsonaro tivesse lançado todas as suas divisões na prevenção e no combate à pandemia, visitando hospitais, usando máscaras, comprando vacinas, seringas, agulhas, algodão e outros insumos, ele poderia ser hoje o ídolo do povão.

Independentemente do número de contaminados ou de óbitos.

Pelo menos ele cumpriu seu papel de presidente”, diriam as pessoas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Donald Trump foi ainda mais ingênuo. Apesar de comprar, ainda no escuro, centenas de milhões de doses de vacinas, e até de financiar pesquisas para desenvolvê-las e fabricá-las, preferiu se manter no negacionismo.

Sem usar máscara, aglomerou multidões em torno de si, pôs no colo e beijou bebês. Só não parou numa barraca de pastel e caldo de cana porque isso não existe por lá.

Pagou o preço na hora dos americanos votarem. O Colégio Eleitoral devolveu-lhe o mesmo placar que infligira a Hillary Clinton quatro anos antes: 306 x 232.

Como burrice não tem limites, incentivou uma turba de “supremacistas” (só rindo) bárbaros fantasiados a invadir o Capitólio, prometendo ir junto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dito isso, se escafedeu para dentro da Casa Banca. Foi assistir a invasão pela TV.

A maior parte dos invasores deverá passar os próximos anos, ou décadas, ou até mesmo permanecer, para sempre, na cadeia.

Um oficial agente da lei foi morto durante o ataque e o judiciário americano não costuma perdoar tal tipo de delito.

Duvido que Trump saia impune. Provavelmente será o primeiro ex-presidente americano que veremos algemado pelas costas e vestindo uma “farda” cor de laranja.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas nosso assunto é Jair Bolsonaro e seu futuro político.

Digamos que ele consiga prorrogar os auxílios em dinheiro à população até o final de 2021.

Nesse momento, o Tesouro brasileiro estará quebrado e faltarão ainda dez meses para as eleições presidenciais.

Como se tal desdita não bastasse, o capitão, seu filho Eduardo e o ministro das Relações Exteriores vivem vilipendiando a China, que é nosso maior parceiro comercial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na próxima quarta-feira, dia 20, o segundo parceiro cairá em “mãos erradas”.

Para dramatizar ainda mais o quadro, o parceiro número três, Argentina, acaba de nos levar a Ford. Vai fabricar picapes e SUVs lá, com mão de obra portenha, pra gente comprar aqui.

Não quero dar uma de adivinho, muito menos pretender ser o dono da verdade, mas as perspectivas para a reeleição de Jair Bolsonaro em outubro de 2022 não são muito boas, embora no momento lidere todas as pesquisas de intenção de voto.

Ah, tal como seu parça, Donald Trump, o capitão é adepto de teorias conspiratórias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trump disse que os democratas roubaram as eleições, encaixando votos nas urnas durante a calada da noite.

Quatro anos antes, mesmo tendo vencido, alegou que tivera mais votos populares do que Hillary Clinton, se não tivesse sido garfado.

Acho que Jair Bolsonaro e Donald Trump se valem de um contato telepático. Pois estão sempre dizendo as mesmas coisas.

Bolsonaro garante que, em 2018, venceu ainda no primeiro turno, não fosse a votação eletrônica programada para roubar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora quer voto impresso. Vejam que despropósito, sob qualquer ângulo que se examine a ideia.

Se no papelucho cuspido pela impressora constar o nome do candidato escolhido, o voto deixa de ser secreto.

Imaginemos o chefe da milícia que comanda uma favela carioca, dizendo aos eleitores de sua “jurisdição”:

Todo mundo vai votar no cabo Zé Pedro. Tragam os comprovantes para que eu possa conferir!”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, não é possível ter certeza que o nome que veio no documento entregue ao eleitor seja o mesmo que o sistema enviou para a central de apurações, em Brasília.

­Caso não conste o candidato escolhido pelo eleitor, voto impresso não significa absolutamente nada. Será como é atualmente, quando a gente recebe aquele cupom, provando que votou.

E a bolsa, como fica?

Bem, este texto já está avançado e não falei no que mais interessa: qual será a influência da aproximação e do resultado das eleições no comportamento do mercado de ações?

Acho que nenhuma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Explico:

Independentemente se até aqui a administração Jair Bolsonaro foi boa ou não, o certo é que, ao final da metade de seu mandato, a B3 bateu seu recorde histórico.

Suponhamos que Lula tenha seu julgamento anulado pelo Supremo, volte a ser ficha limpa, se candidate à Presidência e ganhe as eleições.

Não podemos nos esquecer que foi no primeiro mandato Lula que a bolsa experimentou um bull market no qual o Ibovespa subiu 600%, graças a alta das commodities puxada por compras da China.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Claro que programas políticos e econômicos são importantes, mas existem outros fundamentos que movem os mercados.

No momento, as bolsas de valores em todo o mundo estão sendo influenciadas por taxas de juros reais (e até absolutas) negativas.

Jerome Powell, chairman do Fed, vem proclamando a continuação dessa política. O mesmo acontece com Roberto Campos Neto, do BC brasileiro.

Os governos estão inundando os mercados de dinheiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Num pronunciamento em 14 de janeiro, o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou um pacote de quase 2 trilhões de dólares de estímulo à economia do país.

Por essas razões, e apenas por essas razões, acredito que 2021 será um bom ano para as bolsas de valores, tal como acabou acontecendo em 2020.

Não porque as economias brasileira e internacional prometam um grande crescimento. Mas sim porque as ações são cotadas em moedas e estas estão cada vez valendo menos.

Mais conteúdos Premium:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar