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Em entrevista ao podcast RadioCash, o CEO de MBLY3 revela quais são os pilares do negócio e o foco pós IPO
Depois de realizar seu IPO em fevereiro deste ano, a Mobly agora entra em outro patamar, focado no desenvolvimento do negócio e com um plano ambicioso para os próximos cinco anos: capturar 20% das vendas on-line do setor de móveis e decoração. Apostando em tecnologia e logística próprias, a empresa se reafirma com diferenciais competitivos relevantes, sendo o maior deles o menor tempo de entrega.
Em episódio do RadioCash, apresentado pela analista da Empiricus, Larissa Quaresma, e pelo CIO da Vitreo, Jojo Wachsmann, o CEO da Mobly, Victor Noda, revela quais são os pilares da empresa, os planos pós IPO e explica mais sobre a relação com sua controladora, a europeia Home24.
Um desejo de empreender e uma inspiração num case de sucesso americano deram origem a Mobly, fundada em 2011. Os três sócios são engenheiros de formação que se encontraram em uma MBA em Chicago, todos com um desejo de mudar de carreira e se aventurar no mundo do empreendedorismo.
A ideia da Mobly em si veio inspirada na americana Wayfair, que concentra 35% das vendas on-line de móveis nos Estados Unidos. “Quando olhamos pro Brasil, a gente viu um mercado de imóveis e decoração enorme, de 90 bilhões de reais e que não tinha ninguém fazendo nada parecido”, relata Noda.
A Mobly se estabeleceu como uma empresa nativa digital, um e-commerce de móveis e decoração que oferece muito mais do que apenas uma foto do produto. Usando tecnologias de realidade aumentada e visualização 3D, a varejista conseguiu levar a experiência de compra on-line a um outro patamar e se diferenciar entre os players brasileiros.
Agora, a empresa está expandindo para lojas físicas, mas sem deixar de lado sua identidade digital. “A gente em nenhum momento deixa de ser uma empresa de tecnologia e um e-commerce. Esse é o nosso core business e sempre vai ser o core business”, diz o CEO da Mobly.
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Para Victor Noda, a abertura das lojas permite endereçar o mercado físico, já que na categoria de móveis, a penetração do on-line ainda é baixa: 90% das vendas ocorrem presencialmente. Além disso, a Mobly pretende também aumentar a conversão para o digital e fortalecer o reconhecimento de marca.
Outro pilar da empresa é oferecer uma grande variedade de produtos; atualmente, o consumidor encontra mais de 250 mil itens para casa na Mobly. O CEO diz aos apresentadores do RadioCash que o objetivo da empresa é não somente ter o maior sortimento de casa e decoração do Brasil, mas também ter o mais relevante. Atualmente, 50% dos produtos vendidos no e-commerce são da marca própria da Mobly.
A logística é um das principais barreiras de entrada para os varejistas de móveis: cargas volumosas e delicadas, necessidade de um grande centro de distribuição e fretes custosos são alguns dos desafios.
A Mobly resolveu investir em um sistema de logística próprio e, segundo relata Victor Noda, 50% de todas as entregas são feitas pela própria empresa de entrega final, a Mobly Log. Uma das estratégias usadas pela empresa é a de cross dock, que permite que o e-commerce tenha o produto disponível para venda em sua plataforma, sem necessidade de armazená-lo no centro de distribuição da própria empresa.
“A gente entendeu desde o começo que fazer bem a logística seria parte chave do sucesso do nosso negócio.” ‒ Victor Noda, em entrevista ao RadioCash.
Noda conta que, através do uso da tecnologia, consegue identificar quais são os produtos mais vendidos e manter um estoque próprio deles; assim, quando o pedido é feito no site, o cliente não precisa esperar tanto tempo para a entrega. “A gente é o único player do mercado que consegue oferecer para mais de 40% das nossas vendas esse envio imediato”, diz o CEO.
A tecnologia, também desenvolvida “dentro de casa”, é o pilar de sustentação do modelo de negócios de MBLY3. Com a ciência de dados, a empresa consegue criar uma experiência de compra individualizada para cada cliente.
Ao RadioCash, o CEO da Mobly diz quais são as duas tecnologias que mais fazem diferença quando o assunto é conversão para vendas: uma delas é a de realidade aumentada, que permite ao usuário enxergar o produto integrado ao ambiente, e a outra é a ferramenta de busca por imagens, no qual o consumidor pode buscar por itens semelhantes àqueles tirados do Google ou do Pinterest, por exemplo.
Depois de realizar sua oferta pública de ações em fevereiro de 2021, a Mobly agora “deixou de ser um bebê e virou uma empresa de verdade”, como afirma seu sócio-fundador. Noda diz que o IPO criou um novo cenário para a empresa, que agora pode colocar toda a estratégia em prática, com menos preocupações em relação ao capital.
“O IPO nos permitiu atacar muitas frentes que a gente queria atacar ao mesmo tempo e isso acelera muito o desenvolvimento do negócio” ‒ Victor Noda, CEO da Mobly.
No podcast, o CEO afirma que não quer focar tanto na queda no preço das ações de MBLY3 desde o IPO. “A gente entregando o que a gente prometeu e evoluindo o modelo de negócios, o crescimento, a rentabilidade e a confiança dos investidores no negócio voltam”, diz.
O e-commerce europeu Home24 é o controlador da Mobly em termos de participação, com 51% do negócio, como explica Victor Noda. O CEO diz que a relação entre as empresas é de bastante autonomia: “eles nunca tentaram influenciar o negócio, até porque eles entendem que o mercado brasileiro é completamente diferente daquilo que eles têm na Alemanha.”
O CEO explica que existe um board, composto por por dois membros da Home 24, dois dos fundadores da Mobly e dois membros independentes, que visa sempre tomar decisões tendo a operação local como prioridade. “[Isso] deu pros nossos investidores locais essa segurança de que o negócio está sempre visando o melhor daqui”, diz Noda.
Quer conferir o papo na íntegra? Dê play abaixo ou procure por RadioCash na sua plataforma de podcasts preferida:
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