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Boa gestão, valor de mercado que não condiz com seu preço na B3 e crescimento acelerado são fatores que tornam essa ação uma ‘pechincha’ na Bolsa
O ano está sendo difícil para a bolsa brasileira. E, para os espertos, isso pode ser muito bom. Afinal, se você não lembra, vale relembrar: quedas acentuadas diante de problemas fiscais, crises econômicas e outros problemas do país, como está acontecendo agora, já foram vistas em outros períodos.
Um exemplo recente é a crise política e econômica do governo Dilma, quando o Ibovespa despencou para 40 mil pontos, após passar quase 5 anos lateralizado.
Neste período, quando a situação estava muito pior que agora - visto que havia a perspectiva de quebra do país -, quem comprou pechinchas da Bolsa, enquanto os assustados corriam, lucrou bagatelas de 1000%, 2000%, 3000% e até mais daquele momento até hoje. O índice, por sua vez, subiu 150% desde então.
"No curto prazo é possível perder muito dinheiro na Bolsa. No longo, porém, ela segue uma tendência de alta, em boa medida proporcional ao crescimento do país, com picos cada vez mais altos e com os vales cada vez menos baixos", explica o analista de investimentos Felipe Miranda, em seu livro "Princípios do Estrategista".
Assim, é importante ter em mente que o momento, embora seja de cautela, é também de rastrear oportunidades exponenciais do mercado. E, dentre elas, está a empresa de cupons e cashback Méliuz (CASH3), na visão dos analistas do Bank of America (BofA).
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Atualmente na casa dos R$ 3,50, o banco de investimentos estima que a ação pode chegar aos R$ 7,20 - um potencial de subir 105%, em relação às cotações atuais.
"Vemos a Méliuz mais forte hoje, com um histórico de execução rápido, mas forte, junto ao M&A [fusões e aquisições] e mais talentos adicionados à equipe", afirmam os analistas da instituição financeira.
Aliás, antes de explicar por que as ações da Méliuz podem estar num bom ponto de compra, convidamos você para conferir uma análise de mercado sobre a Itaúsa (ITSA4), que, segundo players do mercado, também pode estar em um bom momento de entrada.
Confira abaixo e aproveite para nos seguir no Instagram (basta clicar aqui). Lá entregamos aos leitores análises de investimentos, notícias relevantes para o seu patrimônio, oportunidades de compra na bolsa, insights sobre carreira, empreendedorismo e muito mais.
A ação da Méliuz acumula uma alta de 23% no ano, enquanto o Ibovespa recua cerca 15%. Desde o meio do ano, o papel entrou em queda acentuada devido à inflação, alta dos juros e problemas políticos, que derrubaram o índice da Bolsa. Isso, porém, não tira os fundamentos de CASH3. E o momento atual da empresa representa um bom ponto de compra, segundo os analistas.
Eles afirmam que o valuation atual da Méliuz, estimado em 5x EV/Vendas para 2022, é um "ponto de entrada atraente" para os investidores, visto que não é compatível com o preço atual das ações, fruto do estresse do mercado.
O múltiplo, que relaciona o valor das empresas e seu faturamento com vendas, indica se as companhias estão "baratas" ou não em relação a seu valor intrínseco.
O Bank of America avalia também que o forte histórico de execução e crescimento da empresa sustenta a tese de investimentos. "A Méliuz passou de 140 funcionários em seu IPO para 800, em 21 de setembro, e cerca de 400 fusões e aquisições", destacam.
O espírito empreendedor da Méliuz, que deve lançar seu próprio cartão em janeiro do próximo ano, também é bem visto pelo BofA. "Embora precisa de alguns meses de testes, achamos que [o cartão] pode ser um divisor de águas", afirmam os analistas.
É importante destacar que os bons fundamentos ainda não refletem no resultado financeiro. A empresa reportou prejuízo consolidado e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) operacional de - R$ 9,3 milhões no 3º trimestre de 2021.
Em nota, a Méliuz explica que o número é ligado ao momento de crescimento da empresa. "Isso é majoritariamente explicado pelo aumento das despesas na linha de pessoal, o que está em linha com a nossa estratégia".
A receita líquida, por sua vez, subiu 129% no 3º trimestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano anterior.
Esta matéria se trata de uma pílula de mercado. Isto é, um resumo de informações relevantes para você, leitor, entender sobre um determinado tema de forma direta. Caso queira ler a reportagem completa, escrita pela repórter Larissa Vitória, basta clicar aqui.
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