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As leis amigáveis de um território no oeste dos EUA têm atraído investidores e empresas ligadas às moedas digitais
A economia do Wyoming, estado menos populoso dos Estados Unidos, é movida por algumas das indústrias mais tradicionais da história humana, como a mineração, agricultura, turismo e… criptomoedas?
Não, você não leu errado. Graças a uma série de novas leis favoráveis a moedas digitais, o território do oeste americano se destacou entre os fãs e usuários do sistema blockchain, responsável pela mineração dos criptoativos.
A mudança na jurisdição está levando até mesmo grandes empresas do meio, como a corretora Kraken e a plataforma Cardano, a abandonarem o tradicional reduto tecnológico no Vale do Silício pelas planícies de Cheyenne, a capital do estado.
Mas o que a lei do oeste tem de tão diferente afinal? A resposta está em legislações criadas entre 2018 e 2019 que esclarecem o tratamento dado aos ativos digitais pela lei comercial.
A mudança criou uma base legal para uma prática conhecida como “contratos inteligentes”, transações automaticamente executadas por códigos de computadores na blockchain.
Além disso, o movimento também facilitou a formação de empresas por meio das quais investidores de outros locais podem armazenar seus ativos digitais no estado para propósitos legais.
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Por fim, os bancos do Wyoming também passaram a poder custodiar criptos sob uma estrutura legal única que permite a investidores institucionais a manutenção da posse direta das moedas digitais através das financeiras.
O motivo por trás da mudança que atraiu tantos entusiastas do bitcoin e companhia é o desejo de diversificar a economia do estado. É o que conta o senador do Wyoming, Chris Rothfuss, que também preside o comitê de blockchain da câmara, em entrevista ao MarketWatch.
“Produzimos bastante carvão, óleo e gás e esses produtos já não tem mais os futuros brilhantes que possuíam no passado. Nós estamos em busca de oportunidades para trazer tecnologias avançadas e emergentes para cá”, declarou.
Segundo o democrata, a mudança nas leis não foi apenas um desejo dos congressistas, mas também dos moradores e empreendedores locais que precisaram deixar o estado em busca de oportunidades melhores em outras partes do país.
Entre esses exilados estava Caitlin Long, fundadora e CEO do Avanti Bank & Trust, uma empresa que presta serviços de custódia para investidores institucionais de criptomoedas. Com duas décadas de experiência em Wall Street, a empresária largou a bolsa em 2016 e tornou-se voluntária da força-tarefa de Blockchain em seu estado natal.
*Com informações do site MarketWatch
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