🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

Impactos da pandemia

Veremos mais aéreas falindo até o começo de 2022, diz Associação Internacional de Transporte Aéreo

O diretor da Iata destaca que, à medida que as operações forem retomadas, as empresas terão de balancear a nova realidade de fluxo de caixa

Estadão Conteúdo
8 de julho de 2021
14:02 - atualizado às 14:03
Avião nos céus
Avião nos céus - Imagem: Shutterstock

Ainda que tenha acabado 2020 - o pior ano da história da aviação -, o setor tem grandes desafios pela frente, e várias empresas podem não resistir no caminho, segundo o diretor-geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), Willie Walsh.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O desafio ainda está adiante, não ficou para trás", diz o executivo, que assumiu a entidade em abril, após comandar o International Airlines Group (que reúne a British Airways e a Iberia).

Walsh destaca que, à medida que as operações das aéreas forem retomadas, elas enfrentarão a dificuldade de balancear uma nova realidade de fluxo de caixa.

No ano passado, 40 companhias quebraram em meio à crise. Em 2019, haviam sido 35. "Foram menos do que você pensaria. O risco de falência existe conforme as operações forem retomadas. Vamos ver mais empresas falindo."

Leia, a seguir, trechos da entrevista:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Qual a situação atual do setor?

Leia Também

Um pouco melhor do que em 2020. É bom colocar as coisas em contexto. A receita da indústria caiu 6,4% em 2001. Em 2009, caiu 16,5%. Em 2020, a queda foi de 56%.

É uma escala completamente diferente. Mas estamos começando a ver algumas indicações positivas, principalmente onde a vacinação progrediu.

A principal restrição na demanda hoje não é a pandemia, mas as medidas dos governos. Onde as restrições são relaxadas ou removidas, há uma recuperação imediata.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alguns países estão com as fronteiras abertas, outros com restrições. Qual o impacto disso?

É muito difícil. Não apenas temos diferenças entre países, mas os países mudam os requisitos rapidamente. Vimos países que relaxaram as restrições e imediatamente as recolocaram.

Isso é difícil para as aéreas, que precisam de tempo para organizar cronogramas, trazer pessoas que estavam de licença não remunerada de volta.

Temos pedido para os governos basearem as decisões em dados. Estamos na pandemia há 16 meses, e as informações que temos agora são muito melhores do que quando o vírus apareceu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Naquela situação, as restrições eram inevitáveis. Mas, em muitos casos, elas foram colocadas 15 meses atrás e continuam até hoje.

Entendemos que algumas restrições são necessárias, enquanto a vacinação não é consistente. Mas, em outros lugares, deveriam ser relaxadas.

Quanto tempo vai levar para as empresas serem financeiramente sustentáveis novamente?

As perdas foram muito severas. Estimamos que as dívidas que as companhias assumiram ao redor do mundo tenham aumentado em US$ 220 bilhões desde o começo da pandemia e que agora estejam em US$ 650 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa dívida está aumentando porque, para muitas companhias, a queima de caixa continua. Estimo que possa chegar a US$ 700 bilhões até o fim do ano. E vamos levar um tempo considerável para reparar isso. Acreditamos que voltaremos aos níveis de tráfego que tivemos em 2019 em 2023 ou 2024.

E aos níveis financeiros?

O foco tem sido o caixa, não o lucro. Porque é o caixa que te mantém vivo. Algumas companhias estão começando a ter caixa positivo, como as dos EUA, onde 66% da indústria é doméstica. No Oriente Médio, que tem apenas 4% de mercado doméstico, é mais difícil.

Veremos algumas companhias tendo lucro neste ano, principalmente na América do Norte, mas será muito pequeno. É improvável que voltemos logo ao nível de lucratividade de 2019, que não foi o melhor ano para a indústria, mas foi um bom ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É provável que leve anos, talvez 2025 ou 2026. O desafio ainda está adiante, não ficou para trás. A razão para isso é que muitas companhias reduziram a queima de caixa durante a pandemia porque não estão voando. Elas não estão tendo gasto com combustível. Conforme as empresas voltarem a voar, esses custos voltam muito rápido.

A maioria das aéreas vende suas passagens com uma antecipação grande, mas, por causa da pandemia, pouquíssimas passagens estão sendo vendidas.

Temos visto, até mesmo nos mercados que se recuperaram, que o tempo entre a pessoa comprando e voando diminuiu significativamente. Então conseguir o fluxo de caixa adequado será um grande desafio. As empresas terão de ser muito cuidadosas para balancear isso.

Não houve ajuda estatal para as aéreas no Brasil e, apesar de o País não ter se fechado, a maioria dos países fechou as fronteiras para os brasileiros. Como avalia as medidas do governo local e a situação do mercado?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ter mantido as fronteiras abertas é positivo, mas infelizmente outros países se fecharam para o Brasil. É um grande problema para as companhias baseadas no País. Mas o mercado doméstico tem se recuperado.

Estimávamos que, no Brasil, o doméstico em maio estava 40% inferior ao de 2019. Mas o mercado internacional, mais lucrativo, estava 90% abaixo. O governo fez algumas coisas para ajudar, mas o apoio financeiro foi bastante limitado. Vai ser mais difícil para as brasileiras se recuperarem (na comparação com as de países que receberam ajuda financeira).

Das empresas associadas à Iata, quantas faliram até agora?

Menos do que você pensaria. E isso principalmente porque muitas empresas não estão queimando caixas por não estarem voando. O risco de falência ainda existe conforme as operações forem retomadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vamos ver mais empresas falindo até o começo do ano que vem. Qualquer empresa que estava em uma posição fraca quando a crise começou está significativamente pior agora.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
POR POUCO

Loterias da Caixa batem na trave e prêmios da Mega-Sena, da Lotofácil e da Quina disparam

14 de janeiro de 2026 - 7:02

A noite de terça-feira (13) foi movimentada no Espaço da Sorte, com sorteios da Lotofácil, da Mega-Sena, da Quina, da Timemania e da Dia de Sorte

FASE DE TESTES

Governo lança plataforma da Reforma Tributária para ajudar empresas a se adaptarem às novas regras; veja funcionalidades

13 de janeiro de 2026 - 18:48

Portal centraliza serviços como apuração de tributos e consulta de documentos fiscais

BBB 2026

Prêmio do BBB 2026 é troco de pinga perto do que a Globo já arrecadou com patrocínios

13 de janeiro de 2026 - 14:56

Lucro da Globo ultrapassa R$ 1 bilhão apenas com o patrocínio de marcas no BBB 26

FICARAM DE FORA

CNH 2026: o novo benefício que motoristas idosos não terão direito

13 de janeiro de 2026 - 14:52

Novo sistema de renovação automática da CNH entrou em vigor, facilita a vida de parte dos motoristas, mas mantém regras mais rígidas para quem tem 70 anos ou mais

OFENSIVA CONTRA OS JUROS

Presidente do BC, Galípolo sai em defesa de Powell, após ataques de Trump e investigação do Departamento de Justiça

13 de janeiro de 2026 - 13:01

Powell está sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para cortar os juros no país. A mais recente investida é uma intimação com ameaça de acusação criminal, emitida pelo Departamento de Justiça (DoJ)

FRAUDE DO INSS

Quase 900 mil pessoas não aderiram ao acordo de devolução de descontos indevidos após fraude do INSS; confira passo a passo para resgatar

13 de janeiro de 2026 - 11:21

Quase R$ 3 bilhões já foram devolvidos e prazo para contestação de descontos vai até dia 14 de fevereiro, segundo o INSS

MAIS UMA OFENSIVA

Novo alvo, novo tarifaço: Trump anuncia taxas de 25% contra países que negociam com o Irã, inclusive o Brasil

13 de janeiro de 2026 - 10:11

Brasil vende commodities agrícolas como milho, soja e açúcar para o país no Oriente Médio, mas participação do Irã na balança comercial não é grande

MAIS VENDIDO PELO 5º ANO CONSECUTIVO

Carro de R$ 150 mil lidera vendas em 2025 com 142 mil unidades — número maior que a população de 95% das cidades do Brasil

13 de janeiro de 2026 - 10:09

Fiat Strada lidera o ranking como carro mais vendido pelo quinto ano seguido; volume em 2025 supera a população da maioria dos municípios brasileiros

SÓ DEU ELA

Lotofácil: 6 apostadores avançam na corrida rumo ao primeiro milhão, mas nem todos partem do mesmo ponto

13 de janeiro de 2026 - 6:59

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.

COBRANÇA DE IMPOSTOS

Reforma tributária: o que muda para pequenas empresas do Simples Nacional

12 de janeiro de 2026 - 14:55

A regra é voltada à tributação sobre consumo e altera a forma como bens e serviços são taxados no Brasil

NA ELITE PELA PRIMEIRA VEZ

Estádio de estreante do Paulistão tem gramado de Copa do Mundo, já recebeu jogo de Messi e vai ter primeira partida noturna em 31 anos

12 de janeiro de 2026 - 12:00

Gigante da Vila Industrial, estádio do Primavera, ganhou novo gramado Tahoma 31, utilizado em competições internacionais e previsto para a Copa do Mundo de 2026

(MAIS UMA) QUEDA DE BRAÇO

Intimação contra Powell chega ao Fed, que enxerga nova ofensiva de Trump; bolsa cai em Nova York

12 de janeiro de 2026 - 10:15

Com as obras na sede da instituição ultrapassando o orçamento previsto, Trump encontrou um novo motivo para fazer investidas contra Powell

ACUMULOU!

Uma nova chance de ser milionário: Mega-Sena acumula e vai pagar R$ 20 milhões 

11 de janeiro de 2026 - 9:23

Segundo a Caixa, o próximo sorteio acontece na terça-feira, dia 13 de janeiro, e quem vencer pode levar essa bolada para casa

LOTERIAS

Não é só a Mega-Sena: Loterias sorteiam R$ 23 milhões neste sábado

10 de janeiro de 2026 - 14:00

Com Mega-Sena, Lotofácil e Quina acumuladas, loterias colocam R$ 23 milhões em jogo neste sábado (10)

COMÉRCIO INTERNACIONAL

Maior área de livre-comércio do mundo: entenda em 13 pontos o acordo entre Mercosul e União Europeia

10 de janeiro de 2026 - 12:35

Após décadas de negociação, acordo Mercosul–UE é destrinchado em 13 pontos-chave que detalham cortes de tarifas, regras ambientais, cotas agrícolas e os próximos passos até a entrada em vigor

ILHADA

Capital com o metro quadrado mais caro do Brasil não é São Paulo nem Rio de Janeiro

10 de janeiro de 2026 - 11:00

Dados do FipeZap mostram que Vitória lidera entre as capitais em preço médio de venda; história, geografia limitada e qualidade de vida ajudam a explicar o fenômeno  

NOVOS MERCADOS

Maior concorrência e oportunidade de exportação: os possíveis impactos do acordo Mercosul–UE para PMEs brasileiras

9 de janeiro de 2026 - 16:47

Pequenas e médias empresas ganham acesso ao mercado europeu, mas também precisarão lidar com maior concorrência em solo nacional

SEM MULTAS

Começa a valer hoje a renovação automática da CNH para bons motoristas; veja como funciona

9 de janeiro de 2026 - 15:54

Medida assinada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, dispensa exames, taxas e ida ao Detran para condutores sem infrações

INFLAÇÃO E JUROS

IPCA de dezembro deixa gosto amargo na boca: corte da Selic em janeiro sai da prateleira e março finca lugar na mesa 

9 de janeiro de 2026 - 13:10

Apesar de o índice ter fechado o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, bancos e corretoras descartam o relaxamento dos juros agora; saiba o que esperar da inflação em 2026

DE OLHO NO CONTRIBUINTE

Lula sanciona Lei do Devedor Contumaz, mas barra cinco pontos do texto; veja o que mudou

9 de janeiro de 2026 - 11:39

As empresas que forem classificadas como devedoras contumazes estarão sujeitas a uma série de penalizações

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar