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Companhia disse estudos comprovaram que área Sudeste, do campo de Libra, apresenta baixo potencial de produção de petróleo
A Petrobras (PETR4) anunciou nesta sexta-feira (16) que vai devolver a área Sudeste, do campo de Libra, na Bacia de Santos, um dos principais blocos da região do pré-sal, para a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo a companhia, desde o início da avaliação de Libra, a área Sudeste era identificada como área de baixo potencial. “A conclusão do processamento dos dados obtidos confirmou esta expectativa”, diz trecho do comunicado.
O consórcio de empresas que atuam em Libra é liderado pela Petrobras – com participação de 40% – em parceria com a Shell (20%); Total (20%); CNPC (10%) e CNOOC Limited (10%).
O campo de Libra foi arrematado pelo consórcio em 2013, sendo o primeiro certame sob o regime de partilha – em que parte do petróleo extraído fica com a União. O grupo foi o único a apresentar proposta, contrariando previsões do governo da época, oferecendo repassar à União 41,65% do excedente em óleo extraído (percentual mínimo fixado no edital) e o pagamento de R$ 15 bilhões em bônus de assinatura do contrato de concessão
A previsão à época era que até 40 empresas participassem do leilão de Libra, mas a presença de um único consórcio foi um sinal de que o regime de partilha era pouco interessante para outros nomes.
Projetava-se que o volume de óleo recuperável na exploração de Libra fosse de 8 bilhões a 12 bilhões de barris.
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Em outro comunicado, a Petrobras informou que publicou nesta sexta-feira, 16, o edital do segundo processo licitatório para arrendamento do Terminal de Regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) da Bahia (TR-BA) e instalações associadas.
A medida é parte do acordo assinado pela companhia com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), julho 2019, para corrigir supostas condutas anticompetitivas no mercado de gás natural. Até o final do ano, a Petrobras terá de vender participação em três transportadoras e sua participação acionária direta ou indireta em companhias distribuidoras.
O TR-BA consiste em um píer tipo ilha com todas as facilidades necessárias para atracação e amarração de um navio especializado em regassificação, e um gasoduto com 45 quilômetros de extensão, interligando o terminal a dois pontos de entrega, a Estação Redutora de Pressão de São Francisco do Conde e a Estação de Controle de Vazão de São Sebastião do Passé.
Estão também incluídos no escopo da transação os equipamentos para geração e suprimento de energia elétrica localizados no Terminal Aquaviário de Madre de Deus (TEMADRE).
* Com informações da Estadão Conteúdo
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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