O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Instituição financeira vê potencial de valorização de 36,3% em relação ao fechamento de ontem, quando o papel chegou ao fim do pregão a R$ 21,28
A complexidade tem valor. É o que realça o Credit Suisse ao anunciar a retomada da cobertura das ações da Cosan (CSAN3) com recomendação de compra.
O banco suíço refere-se ao fato de que, ao alocar seu dinheiro em CSAN3, o investidor fica exposto aos diferentes setores e modelos de negócios operados pela Cosan.
“Naturalmente, o tamanho do conglomerado proporciona não apenas os benefícios da diversificação, mas também a complexidade de lidar com tantos geradores de valor diferentes”, explica o Credit Suisse.
Tal situação faz de CSAN3 uma alternativa atraente para ganhar exposição ao potencial de valorização de ativos listados em bolsa, como a Raízen (RAIZ3 e RAIZ4), e também ao desempenho futuro de não listados promissores.
Isso sem contar outros focos de alocação de capital da holding, como Compass, Moove e Cosan Investimentos.
Nesse sentido, o Credit Suisse chama a atenção para o fato de duas ações específicas atreladas à Cosan estarem atualmente cotadas muito abaixo do preço-alvo da instituição. São elas RAIZ4 e RAIL3 (Rumo), com potencial de valorização de 53% e 54%, respectivamente.
Leia Também
Os analistas do Credit Suisse enxergam ainda uma boa oportunidade para arbitrar o desconto de holding da Cosan.
Para a instituição, mesmo considerando-se um desconto de holding de 20%, CSAN3 tem o potencial de atingir R$ 29 no decorrer dos próximos 12 meses, o que representa uma valorização de 36,3% em relação ao fechamento de ontem, quando o papel chegou ao fim do pregão a R$ 21,28.
Tão grandiosos quanto as oportunidades, porém, são os riscos envolvendo a companhia.
Pelo fato de operar em diversos setores da economia, o Credit Suisse alerta para o risco macroeconômico do Brasil.
Outros riscos mencionados pelos analistas referem-se à execução de projetos e possíveis entraves regulatórios para a Comgás.
Escalada das tensões reacende temor sobre oferta da commodity e pressiona ativos globais na abertura da semana; veja o que mexe com os mercados hoje
A posição do Brasil no contexto geopolítico, de guerra e pressão inflacionária, favorece a entrada de mais investidores globais nos próximos meses
O índice das ações medianas não entrou no apetite dos estrangeiros e, sem os locais, os papéis estão esquecidos na bolsa
Embora o banco veja bons resultados para a companhia, há outras duas ações do setor de saúde que são as preferidas para investir
Conhecido como “discípulo de Warren Buffet”, ele reforça que o modelo da Pershing Square se baseia em investir no longo prazo em poucas empresas de alta qualidade, com forte geração de caixa e vantagens competitivas duráveis
O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%