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2021-11-11T21:01:53-03:00
Ricardo Gozzi
MENOS NEM SEMPRE É MAIS

Ação da Cosan em Black Friday? Credit Suisse recomenda compra de CSAN3 e vê ‘desconto’ de 20%

Instituição financeira vê potencial de valorização de 36,3% em relação ao fechamento de ontem, quando o papel chegou ao fim do pregão a R$ 21,28

11 de novembro de 2021
10:25 - atualizado às 21:01
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A complexidade tem valor. É o que realça o Credit Suisse ao anunciar a retomada da cobertura das ações da Cosan (CSAN3) com recomendação de compra.

O banco suíço refere-se ao fato de que, ao alocar seu dinheiro em CSAN3, o investidor fica exposto aos diferentes setores e modelos de negócios operados pela Cosan.

“Naturalmente, o tamanho do conglomerado proporciona não apenas os benefícios da diversificação, mas também a complexidade de lidar com tantos geradores de valor diferentes”, explica o Credit Suisse.

Exposição a ativos com elevado potencial de valorização

Tal situação faz de CSAN3 uma alternativa atraente para ganhar exposição ao potencial de valorização de ativos listados em bolsa, como a Raízen (RAIZ3 e RAIZ4), e também ao desempenho futuro de não listados promissores.

Isso sem contar outros focos de alocação de capital da holding, como Compass, Moove e Cosan Investimentos.

Nesse sentido, o Credit Suisse chama a atenção para o fato de duas ações específicas atreladas à Cosan estarem atualmente cotadas muito abaixo do preço-alvo da instituição. São elas RAIZ4 e RAIL3 (Rumo), com potencial de valorização de 53% e 54%, respectivamente.

Desconto de holding

Os analistas do Credit Suisse enxergam ainda uma boa oportunidade para arbitrar o desconto de holding da Cosan.

Para a instituição, mesmo considerando-se um desconto de holding de 20%, CSAN3 tem o potencial de atingir R$ 29 no decorrer dos próximos 12 meses, o que representa uma valorização de 36,3% em relação ao fechamento de ontem, quando o papel chegou ao fim do pregão a R$ 21,28.

Riscos

Tão grandiosos quanto as oportunidades, porém, são os riscos envolvendo a companhia.

Pelo fato de operar em diversos setores da economia, o Credit Suisse alerta para o risco macroeconômico do Brasil.

Outros riscos mencionados pelos analistas referem-se à execução de projetos e possíveis entraves regulatórios para a Comgás.

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