Quem ainda não migrou para o e-commerce, fique tranquilo (mas nem tanto)
A migração massiva para o e-commerce começou como forma de sobrevivência e em muitos casos se tornou o canal principal de negócio. A loja fechada não vende. A loja online, aberta 24h por dia, sete dias por semana (maravilhas da tecnologia), vende

Quem aqui não fez uma compra online de 2020 para cá? De smartphone a um pacote de meia ou uma feijoada completa, hoje em dia é possível adquirir quase tudo pela internet via e-commerce, com o esforço físico de alguns cliques, colocar a máscara para descer no elevador e receber a encomenda.
Essa possibilidade de consumo não é nova, muito menos foi inventada no Brasil, mas cresceu muito durante a pandemia e permanece crescendo depois da reabertura parcial do mercado.
O que era para acontecer em cinco anos aconteceu em alguns meses no Brasil. Para se ter uma ideia, a penetração do e-commerce em nosso País era de 7%, considerada baixa, e chegou a 12%, ainda classificada como baixa. Em comparação, nos EUA esse índice é de 20% e na China mais de 30%. O movimento foi acelerado, mas já era esperado pelo mercado e veio para ficar.
A migração massiva para o e-commerce começou como forma de sobrevivência e em muitos casos se tornou o canal principal de negócio. A loja fechada não vende. A loja online, aberta 24h por dia, sete dias por semana (maravilhas da tecnologia), vende.
Os empreendedores que se adaptaram rapidamente ao e-commerce conseguiram aumentar as vendas, mesmo no período de pandemia. E fica claro que o varejista que souber usar o online vai ganhar espaço na frente do concorrente. Quem ainda não migrou para o digital, fique tranquilo (mas nem tanto) — ainda há muito espaço para a digitalização.
É interessante perceber que esse crescimento, como em outros países, foi acelerado pelo fechamento das lojas físicas, mas não diminuiu com a reabertura gradual.
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O volume vendido na internet vai continuar crescendo e o consumidor que se habituou a comprar online não vai parar de fazê-lo. Um não entra em oposição ao outro. São complementares. E a economia agradece!
Com a retomada do físico, cabe ao lojista avaliar o que vale mais a pena para o seu negócio, se loja física, online ou ambos. Todos tem seus custos, sua rentabilidade e seus cases de sucesso. Uma vantagem inegável do e-commerce sobre o varejo físico é a possibilidade de vender para todo o país, aumentando e muito os potenciais clientes.
O social commerce é outra tendência que pode alavancar as vendas. Com ele é possível usar as redes sociais como vitrine e como canal com nutrição de conteúdo. Essa modalidade de venda é facilitada pela integração da sua plataforma de loja virtual com as principais redes sociais. Quanto mais direto e simples for o processo para o comprador, maior a chance de efetuar a venda.
E o que é preciso para ter uma boa loja virtual? O ato da venda, por mais simplificado que possa parecer, envolve muitas etapas:
- uma plataforma funcional com um bom custo-benefício, integrada a formas de pagamento seguras
- marketing dos produtos, que pode ser feito por e-mail, por exemplo
- site que deve conter mais informações da sua marca, redes sociais, tanto para o social commerce quanto para anunciar seus produtos
O processo pode ser acelerado e melhorado com uma plataforma de gestão, logística para a entrega dos seus produtos… enfim, uma grande variedade de soluções envolvida para realizar uma venda. Mas com a tecnologia de hoje todo esse processo é bastante simples e, tenha certeza, vale a pena.
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