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Federação das indústrias paulistas afirma que alta carga tributária brasileira faz toda a diferença na tomada de decisões empresariais

A decisão da Ford de encerrar suas atividades fabris no Brasil é uma notícia triste, mas precisa servir de alerta sobre a necessidade de reduzir o custo de produção do País e melhorar o ambiente de competição, segundo a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
A montadora deixou anunciou na segunda-feira (11) que vai encerrar a produção de carros no Brasil este ano, mantendo apenas o Centro de Desenvolvimento de Produto, na Bahia, o Campo de Provas, em São Paulo, e a sede regional, no mesmo Estado.
Os veículos vendidos no Brasil passam a ser produzidos principalmente na Argentina e no Uruguai. A montadora também deve contar com importações de outras regiões e oferecerá suporte ao cliente com outros serviços no país.
As ações da Ford fecharam ontem com alta de 3,33% na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), a US$ 9,30. No pré-mercado desta terça-feira (12), elas recuam 0,32%, a US$ 9,27.
Para a Fiesp, a alta carga tributária brasileira faz toda a diferença na tomada de decisões empresariais. A entidade afirma que o custo de produção de um automóvel dobra apenas por conta dos impostos.
“Precisamos urgentemente fazer as reformas estruturais, baixar impostos e melhorar a competitividade da nossa economia para atrair investimentos e gerar os empregos de que o Brasil tanto precisa”, diz trecho do comunicado.
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A nota da Fiesp sobre a saída da Ford do Brasil também criticou a decisão do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de elevar a alíquota de ICMS sobre diversos produtos no Estado.
“E ainda há governantes que pensam no absurdo de aumentar tributos, como no caso da inacreditável alta do ICMS em São Paulo”, diz trecho do comunicado.
A medida faz parte de um pacote de ajuste fiscal do governo estadual. Em outubro, por iniciativa do Palácio dos Bandeirantes, a Assembleia Legislativa (Alesp) autorizou a redução linear de 20% nos benefícios fiscais concedidos a setores da economia.
A alta do imposto pegou mal ao longo de diversos segmentos. Doria acabou recuando no ajuste sobre a parte de alimentos e medicamentos genéricos, suspendendo as mudanças promovidas no ICMS.
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