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O presidente do Fed confirmou que o banco central dos EUA deve agir para impedir que a alta dos preços se torne algo estrutural no país

A nova variante da covid-19 deu empurrão que faltava para que o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, descartasse de vez o discurso sobre a alta dos preços que sustentou ao longo do último ano. "Creio que devemos abandonar a classificação da inflação como transitória", disse ele nesta terça-feira (30).
Powell, que já foi confirmado por Biden para um segundo mandato à frente do banco central dos Estados Unidos, assegurou que o Fed deve agir para impedir que a alta da inflação se torne algo estrutural e que o ritmo de retirada dos estímulos monetários - o famoso "tapering" - pode ser revisto já na próxima reunião.
O discurso, feito durante sua participação no Comitê Bancário do Senado norte-americano, ao lado da secretária do Tesouro Janet Yellen, vai de encontro às expectativas de que uma elevação de juros pode ser necessária já nos próximos meses e não mais em 2023.
Com seus temores confirmados, o mercado reagiu duramente à fala. Por volta das 14h10, os principais índices dos Estados Unidos recuam quase 2%, enquanto o Ibovespa volta aos 100 mil pontos com uma queda de 2,20%. Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados.
Powell deixou claro que a variante ômicron e alta recente nos casos de coronavírus representam uma ameaça para a economia dos EUA e atrapalham a já incerta perspectiva para a inflação.
“Uma preocupação maior com o vírus poderia reduzir a disposição das pessoas para trabalhar pessoalmente, o que desaceleraria o progresso no mercado de trabalho e intensificaria as interrupções na cadeia de suprimentos”, destacou o dirigente.
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O presidente do Fed reforçou que os desequilíbrios entre oferta e demanda têm a trajetória ligada à da pandemia, mas que nos meses recentes, "as pressões estão mais amplas" através da economia.
Para a instituição, a inflação já ficou acima de 2% por tempo suficiente, mas Powell confirma que a alta dos preços deve prosseguir até meados do ano que vem. "Minha expectativa-base é de que os preços irão se moderar ao longo de 2022, como apontam maioria das projeções", disse.
*Com informações da CNBC e Estadão Conteúdo
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