O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Manobras para acomodar emendas parlamentares tornam Orçamento inexequível, alertou o ministro da Economia ao presidente Bolsonaro
O ministro da Economia, Paulo Guedes, avisou ao presidente Jair Bolsonaro que o Orçamento de 2021 ficará "inexequível" com as manobras contábeis aprovadas pelo Congresso para acomodar o festival de emendas parlamentares.
Cálculos da equipe econômica feitos nesta sexta-feira (25) mostram que a máquina do governo teria que funcionar com apenas R$ 49,5 bilhões até o final do ano – praticamente a metade do que os especialistas consideram o patamar mínimo para não haver uma paralisação.
Esse é o espaço que sobrará para gastar depois do contingenciamento de despesas que terá que ser feito para o cumprimento do teto de gastos (a regra que limita o crescimento das despesas à variação da inflação).
São as despesas discricionárias, justamente as de custeio e investimentos, que garantem o funcionamento da máquina e que o governo tem liberdade para cortar. As outras, como os pagamentos da Previdência e os salários dos servidores, são de pagamento obrigatório e representam cerca de 90% de todo o Orçamento.
Os ministérios deverão ter um corte de 51,3% nas despesas de custeio e investimento. Com esse nível de despesas, o Orçamento de nenhum ministro da Esplanada ficará em pé. A chiadeira será geral.
Esse cenário projeta uma situação de paralisação da máquina, situação que os economistas chamam de "shutdown". O cenário complicou porque o Congresso aprovou uma maquiagem nas previsões de gastos na Previdência, seguro-desemprego e subsídios para cortar R$ 26 bilhões em despesas e abrir espaço para um valor gigantesco de emendas parlamentares de quase R$ 50 bilhões – praticamente o mesmo valor que vai sobrar para os ministros tocarem a máquina de governo.
Leia Também
O encontro entre Guedes e Bolsonaro ocorreu ainda na quinta-feira, 25, dia da votação pelo plenário do Congresso. Mas já nesse encontro Guedes comunicou ao presidente que teria que fazer um corte dramático nas despesas para não estourar o teto de gastos.
Antes de Guedes, Bolsonaro tinha recebido, no mesmo dia, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. O BC tem os juros para administrar nesse cenário difícil, e o presidente está preocupado com o risco de queda do PIB em 2021.
Na área econômica, a avaliação é de que o acordo fechado com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para ampliar em R$ 16 bilhões as emendas, em troca da aprovação da PEC que autorizou uma nova rodada do auxílio emergencial e medidas de contrapartidas fiscais, não foi cumprido por uma articulação que teve por trás o dedo, mais uma vez, do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, com o intuito de ampliar recursos públicos para obras.
Marinho, que já foi secretário especial de Guedes, comandou uma articulação para reduzir as previsões de despesas obrigatórias, principalmente de benefícios do INSS. Com isso, o governo terá que cortar os gastos discricionários, incluindo investimentos e custeio da máquina.
Para o consultor de Orçamento da Câmara, Ricardo Volpe, o contingenciamento inicial permite o governo trabalhar por uns meses, mas será preciso uma "repriorização" de gastos, com redução de outras despesas, em sua maioria parte de emendas de relator.
Ele explica que o corte pode ser linear ou seletivo. Ele estima que o dinheiro necessário para o custeio da máquina está em torno de R$ 40 bilhões, mais R$ 25 bilhões para rodar obras em andamento e outros R$ 20 bilhões para o cumprimento de obrigações e mínimos constitucionais, num total de R$ 85 bilhões. Com os R$ 49,5 bilhões, previstos pelo Ministério da Economia, o Orçamento ficará no osso, diz Volpe.
Segundo apurou o Estadão, o presidente Bolsonaro não deverá vetar o Orçamento, mesmo com recomendação da área econômica. Devido à forma como é escrito, é muito difícil fazer cortes seletivos.
O presidente também não quer desagradar aliados. Mas terá que decidir quais dos seus ministros na Esplanada serão os mais afetados num contingenciamento dessa magnitude ou mesmo terá que optar pelo estouro do teto de gastos, com as consequências de ser responsabilizado por crime.
* Com informações do jornal O Estado de S. Paulo.
Novo programa substitui o Auxílio Gás e garante recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias de baixa renda
Os papéis da construtora caíram 2,80% nos últimos três meses, mas já começaram a mostrar sinais de recuperação
Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano conforme matrícula, frequência, conclusão e participação no Enem
Com preços em queda e custos elevados, produtores enfrentam margens cada vez mais apertadas
O CEO da Tesla e da SpaceX segue como o homem mais rico do planeta, com fortuna estimada em cerca de US$ 775 bilhões e se aproxima de um recorde jamais visto de US$ 800 bilhões
Após o anúncio do presidente norte-americano, as ações relacionadas ao setor de terras raras registram forte alta no início desta terça-feira (3)
Segundo a ata do Copom, em um ambiente de inflação mais baixa, a estratégia passa pela calibração do nível de juros
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão. Mega-Sena está acumulada desde a Mega da Virada.
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto
Pagamentos começam em 12 de fevereiro e seguem até o fim do mês conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Mello chefia a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda; economista tem atuado na defesa de cortes na taxa de juros, atualmente em 15%
O mercado de títulos de catástrofe, conhecido por oferecer retorno atrativos combinado com baixa volatilidade, está aquecido em 2026
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Benefício assistencial começa hoje, seguindo o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC
Aposentados e pensionistas já recebem com valores corrigidos pelo novo salário mínimo; depósitos seguem o número final do benefício
Crise com o will bank, apostas de bilionários e análises de mercado estiveram entre os assuntos mais lidos no Seu Dinheiro nos últimos dias
Flamengo, campeão do Brasileirão, e Corinthians, vencedor da Copa do Brasil, se enfrentam neste domingo (1º), no Mané Garrincha, para decidir a Supercopa d Brasil
Mega-Sena não teve ganhador no sorteio de sábado (31), e os resultados das demais loterias da Caixa também já estão disponíveis
Do Pé-de-Meia ao novo Gás do Povo, veja como ficam as datas e regras dos principais benefícios federais em fevereiro de 2026
Viação Garcia passa a operar cabine premium em ônibus de longa distância, com foco em conforto, silêncio e privacidade