Menu
2021-05-10T09:50:15-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
relatório focus

Mercado diminui projeção para o dólar em 2021 de R$ 5,40 para R$ 5,35

Há um mês a expectativa registrada no Focus era de R$ 5,37. Para 2022, a projeção para o câmbio permaneceu em R$ 5,40

10 de maio de 2021
9:48 - atualizado às 9:50
Dólar em queda
Imagem: Shutterstock

As expectativas para o dólar no fim de 2021 foram alteradas de R$ 5,40 para R$ 5,35, segundo relatório de mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira, 10, pelo Banco Central (BC).

Há um mês a expectativa era de R$ 5,37. Para 2022, a projeção para o câmbio permaneceu em R$ 5,40, ante R$ 5,25 de quatro pesquisas atrás.

Na sexta-feira (7), a moeda americana fechou o dia cotada a R$ 5,2286, a mínima do ano. Veja como foi o dia dos mercados na cobertura do Seu Dinheiro.

PIB

Os economistas do mercado financeiro alteraram suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. A expectativa para a economia este ano passou de alta de 3,14% para elevação de 3,21%.

Há quatro semanas, a estimativa era de 3,08%. Para 2022, o mercado financeiro alterou a previsão do PIB de alta de 2,31% para 2,33%. Quatro semanas atrás, também estava em 2,33%.

No Focus agora divulgado, a projeção para a produção industrial de 2021 foi de alta de 5,03% para 5,50%. Há um mês, estava em elevação de 5,39%. No caso de 2022, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 2,00%, ante 2,49% de quatro semanas antes.

A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2021 seguiu em 65,00%. Há um mês, estava em 64,60%. Para 2022, a expectativa foi de 66,30% para 66,20%, ante 66,40% de um mês atrás.

Selic e Inflação

O Fucus trouxe nesta segunda que a mediana das previsões para a Selic neste ano seguiu em 5,50% ao ano. Há um mês, estava em 5,25%.

No caso de 2022, a projeção permaneceu em 6,25% ao ano, ante 6,00% de um mês antes. Para 2023, seguiu em 6,50%, igual a quatro semanas atrás. Para 2024, permaneceu em 6,50%, ante 6,25% de um mês atrás.

A mediana para o IPCA este ano foi de alta de 5,04% para 5,06%. Há um mês, estava em 4,85%. A projeção para o índice em 2022 seguiu em 3,61%. Quatro semanas atrás, estava em 3,53%.

O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2023, que seguiu em 3,25%. No caso de 2024, a expectativa permaneceu em 3,25%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,25% para ambos os casos.

A projeção dos economistas para a inflação está acima do centro da meta de 2021, de 3,75%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%).

A meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%), enquanto o parâmetro para 2023 é de inflação de 3,25%, com margem de 1,5 ponto (de 1,75% a 4,75%).

*Com Estadão Conteúdo

Comentários
Leia também
UMA OPÇÃO PARA SUA RESERVA DE EMERGÊNCIA

Um ‘Tesouro Direto’ melhor que o Tesouro Direto

Você sabia que existe outro jeito de investir a partir de R$ 30 em títulos públicos e com um retorno maior? Fiz as contas e te mostro o caminho

Pedido ao presidente

Instituto Aço Brasil pede a Bolsonaro para não reduzir tarifa de importação

Na visão do presidente executivo da entidade, Marco Polo de Mello Lopes, não há cenário de excepcionalidade que justifique tal medida

Insights Assimétricos

Preparado para a Super Quarta? O que você precisa saber antes das decisões do Fed e do Copom sobre juros

Um ajuste dos juros, mantendo-os ainda abaixo do neutro (entre 5,5% e 6,5%), seria salutar. Uma alta para além disso, contudo, poderá comprometer a retomada brasileira

Caçadores de tendências

Itaú Asset lança mais 3 ETFs com foco em inovação nas áreas de saúde, tecnologia e consumo dos millennials

Gestora do Itaú agora aposta em índices de empresas globais ligadas a tendências de consumo que estão mudando a sociedade

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

As ações das novas petroleiras valem a pena?

Nos recentes movimentos de rotação de carteiras nos mercados, temos nos deparado com a dicotomia Velha Economia (empresas de segmentos tradicionais) e Nova Economia (empresas ligadas à tecnologia e novas formas de consumo). Dentro do que se convencionou chamar de Velha Economia, temos visto o destaque das empresas de commodities, justamente o forte do Brasil. […]

Problemas no paraíso

Cesp, Engie, AES Brasil e mais: seca reduz brilho de ações do setor de geração hídrica

Com menos água, as empresas geram menos em hidrelétricas, mas não ficam livres de cumprir os contratos de fornecimento de energia

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies