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Quarta rodada de aportes na startup foi liderada pelo fundo americano D1 Capital, que já investiu em empresas como SpaceX e Robinhood
A startup de compra, reforma e venda de imóveis Loft anunciou na terça-feira, 23, que recebeu um aporte de US$ 425 milhões, o maior de sua história.
A quarta rodada de aportes na startup foi liderada pelo fundo americano D1 Capital, que já investiu em empresas como SpaceX e Robinhood, e teve participação do Soros Fund Management, do bilionário George Soros.
O D1 e o Soros Fund Managment puxam uma longa fila de investidores que irão aportar na Loft pela primeira vez: Advent International, Altimeter Capital, CPPIB, DST Global, GIC, Silver Lake, Tarsadia Capital e Tiger Global - muitos deles estão investindo no Brasil pela primeira vez.
Porém, outros nomes que já participaram de rodadas anteriores voltaram a assinar cheques. Andreessen Horowitz, Caffeinated Capital, Fifth Wall Ventures, Monashees, QED Investors, Vulcan Capital e Zigg Capital participaram - a maioria desses nomes investiu pela primeira vez na Loft em janeiro de 2020, quando a companhia se tornou o 11º unicórnio brasileiro. O aporte também é o mais alto de uma startup brasileira em 2021, superando os US$ 400 milhões levantados pelo Nubank em janeiro.
O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a cifra pode ainda crescer nos próximos dias - fala-se no mercado que outros US$ 100 milhões podem ser investidos na empresa.
Fundada em agosto de 2018, a Loft levanta os dados de transações imobiliárias e usa inteligência artificial para oferecer propostas de compra para apartamentos usados em vizinhanças específicas.
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Nos últimos meses, a empresa investiu na digitalização de todo o processo que envolve a compra e a venda do apartamento, desde a visita ao imóvel até a assinatura da escritura. Segundo a companhia, 97% dos contratos assinados na plataforma já são feitos por meio digital. A ideia é que parte do dinheiro seja investido nas ferramentas de digitalização.
A outra parte será investida no aumento do portfólio da empresa, principalmente nas áreas em que já atua. Atualmente, a companhia atua em 116 bairros em São Paulo e 14 no Rio de Janeiro e conta com 13 mil imóveis.
"Quem procura um apartamento num determinado bairro de uma cidade geralmente considera cerca de 20 imóveis com as mesmas características dentro da mesma área onde pretende morar", diz em nota Mate Pencz, fundador da Loft.
É nesse segmento que a maior parte do dinheiro deve ser direcionada. "O aporte é enorme, mas faz sentido. A Loft passa a ter mais capital de giro para comprar, vender e reformar imóveis. O setor imobiliário é muito intensivo em capital, exige recursos", diz Felipe Matos, colunista do jornal O Estado de S. Paulo e autor do livro 10 Mil Startups.
A empresa quer chegar a 30 mil clientes até o final do ano, considerando São Paulo e Rio de Janeiro - atualmente esse número está na casa dos 6 mil. Anteriormente a Loft havia levantado mais de US$ 275 milhões em rodadas de investimento, além de mais de R$ 500 milhões por meio de fundos imobiliários.
A empresa pretende também finalmente executar o plano de expansão para outras capitais do Brasil. Antes da pandemia, a Loft mirava Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e Brasília, mas teve de recuar diante das incertezas do cenário.
Gilberto Sarfati, professor da Fundação Getulio Vargas, considera uma boa estratégia concentrar a expansão da Loft nas cidades onde já atua. Isso porque, dado o potencial de investimento imobiliário das capitais paulista e fluminense, ainda há muito a ser explorado e o custo de oportunidade de outras cidades ainda não é tão atrativo.
Ao jornal O Estado de S. Paulo, Pencz diz que deve investir para ofertar mais crédito imobiliário. Desde janeiro de 2020, a empresa oferece ferramentas de financiamento, movimentando R$ 2 bilhões em crédito imobiliário. Mas o reforço no setor é claro. Em setembro do ano passado, a empresa comprou a Invest Mais, que aproxima clientes de opções de financiamento imobiliário.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A proposta é antecipar as contribuições ordinárias dos associados do FGC, de 2026 a 2028, além de exigir uma contribuição extraordinária, segundo o jornal O Globo.
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