🔴 QUAIS CRIPTOMOEDAS PODEM SE DESTACAR AGORA? – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

RECEITAS EM ALTA

Acredite se quiser! Governo pode ter primeiro superávit primário desde 2013 ainda neste ano

A notícia surpreende num momento em que um dos maiores temores do mercado financeiro é justamente o descontrole das contas públicas

Moeda de 1 real colocada sobre uma pilha de moedas de 50 reais
Imagem: Shutterstock

Com uma ajudinha dos impostos, dividendos e dos governos locais, as contas públicas brasileiras podem estar prestes a registrar seu primeiro superávit primário em oito anos. É o que prevê o JP Morgan, que atualizou as projeções para 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O resultado primário do governo é fruto das receitas com arrecadação de impostos e outras, como os dividendos pagos pelas estatais, menos as despesas, e não considera os gastos com o pagamento dos juros da dívida. 

[captacao]

A notícia surpreende porque neste momento um dos maiores temores do mercado financeiro é justamente um descontrole das contas públicas. A preocupação surgiu após o governo enviar ao Congresso a PEC dos precatórios, que modifica o cálculo do teto de gastos de modo a permitir o pagamento de despesas como o Auxílio Brasil de R$ 400, o substituto do programa Bolsa Família.

Na linha de receitas, os analistas do JP Morgan revisaram o cenário para o país e acrescentaram uma estimativa mais generosa para o valor dos dividendos que devem ser pagos à União ainda neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A mudança no cálculo foi necessária após o BNDES reportar fortes resultados no terceiro trimestre, acompanhados pelo anúncio de R$ 8,6 bilhões em proventos para o Tesouro Nacional.

Leia Também

HERANÇA INDIGESTA

A conta que espera o próximo presidente: ajuste fiscal bilionário exigirá mexer onde ninguém quer, diz Kinea

COMEÇOU

Recarga do Gás do Povo de outubro de 2026 já está disponível; veja quem tem direito e o prazo do benefício

O JP Morgan considerou também a revisão bimestral de receitas e despesas feita pelo próprio Tesouro. O órgão aumentou em R$ 17,8 bilhões os dividendos projetados para este ano.

“Junto com o sólido superávit dos governos regionais e estaduais, os dividendos devem levar o saldo primário consolidado do governo a um ligeiro superávit de 0,1% do PIB neste ano, o primeiro desde 2013”, escrevem os analistas no relatório divulgado na terça-feira (30).

Vale destacar que a projeção do JP Morgan para o resultado das contas públicas em 2021 está longe de ser consenso. De acordo com o último boletim Focus do Banco Central, o mercado projeta um déficit primário de 0,70% do PIB para o país neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Impostos em alta

O montante maior com dividendos é uma grata surpresa, mas, para os governos, as maiores fontes de receita são os impostos federais, estaduais e municipais. E, no Brasil, a primeira esfera é quem mais tem engordado o caixa com tributos neste ano.

Em outubro, o setor público registrou um superávit primário consolidado de R$ 35,4 bilhões, de acordo com o Banco Central.

Estados e municípios contribuíram com R$ 6,6 bilhões para o resultado, enquanto o governo central somou R$ 29 bilhões ao superávit.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Despesas estáveis

Com as receitas devidamente justificadas pelos dividendos e impostos, resta analisar as despesas para entender de onde vem o superávit.

O JP Morgan esclarece que o enfraquecimento do real, que já se desvalorizou 9,29% neste ano, provocou a perda de R$ 12,9 bilhões das contas públicas com swaps cambiais no mês passado.

Com o resultado melhor que o esperado das contas do governo, a dívida bruta do governo ficou estável em 82,9% do PIB e deve encerrar o ano em 82,1% do PIB, pelas projeções do JP Morgan.

Embora alto, o percentual é muito menor que os 100% do PIB estimados pelos analistas no início da pandemia da covid-19, quando o governo ampliou fortemente os gastos públicos para conter os efeitos da crise na economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PEC dos precatórios impacta anos seguintes

Além das projeções para 2021, o JP Morgan também comenta suas estimativas para os próximos dois anos. E elas já incluem algumas das alterações propostas pela PEC dos Precatórios.

“Em 2022 e 2023, adicionamos R$ 6,8 bilhões e R$ 5,1 bilhões, respectivamente, às despesas, conforme o acordo para para limitar o pagamento de ordens judiciais e recalcular o teto de gastos”, cita o documento.

Os analistas destacam, porém, que, apesar de já ter sido aprovado na Câmara, o texto ainda deve voltar à Casa antes de entrar em vigor, o que pode alterar novamente as projeções.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Eduardo Bolsonaro 8 de outubro de 2026 - 16:53
7 de outubro de 2026 - 17:52
Imagem mostra uma mão plantando uma semente na terra e pequenas mudinhas que vão crescendo. Há gráficos de ações que indicam alta no investimento 7 de outubro de 2026 - 12:03
renda carros usados 6 de outubro de 2026 - 8:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar