O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em audiência, senadores criticaram os novos valores do auxílio emergencial e argumentaram que o pagamento é insuficiente para uma família bancar suas necessidades básicas
Em meio ao aumento da fome e do desemprego, o secretário especial de Fazenda, Bruno Funchal, foi cobrado por senadores sobre medidas de ajuda à população vulnerável durante a pandemia de covid-19.
Os parlamentares aproveitaram uma audiência pública realizada nesta segunda-feira, 31, pela comissão temporária sobre o novo coronavírus para pedir mais ações do governo e criticar o valor do auxílio emergencial. O secretário, por sua vez, afirmou que as iniciativas atuais "podem ser insuficientes, mas é o possível" dada a situação fiscal do País.
No ano passado, o governo gastou R$ 293,1 bilhões com o auxílio emergencial a vulneráveis, que pagou cinco parcelas de R$ 600 e outras quatro de R$ 300 - os valores eram em dobro para mulheres que eram as únicas provedoras do lar.
Na virada do ano, as ações emergenciais foram encerradas, e a nova rodada do auxílio só foi destravada em abril, com valores menores: de R$ 150 a R$ 375. A previsão é destinar R$ 44 bilhões ao repasse de quatro parcelas.
Os senadores criticaram os novos valores e argumentaram que o pagamento é insuficiente para uma família bancar suas necessidades básicas.
"Tem muita gente de fato passando fome nesse País. (Um benefício de) R$ 150, 250 não dá hoje para pagar o gás e a alimentação. Qual é a proposta do governo em relação a isso?", questionou o senador Izalci Lucas (PSDB-DF).
Leia Também
A senadora Zenaide Maia (PROS-RN), por sua vez, disse que a dívida pública elevada não pode servir de "pretexto para não salvar o povo da morte".
O senador Wellington Fagundes (PL-MT) engrossou as críticas e citou a disparada da inflação de alimentos.
"Esses recursos (do auxílio) não são suficientes para uma família se sustentar sequer por 15 dias. Por que o governo não planejou o Orçamento de forma adequada ainda em 2020, ou seja, ano passado, se os riscos de uma segunda onda e de continuidade da crise eram apontados por muitos especialistas da área médica e da área econômica?", indagou.
No início do mês, a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional divulgou um levantamento que mostrava que 19,1 milhões (9% da população) padeciam de insegurança grave, ou seja, passavam fome no fim de 2020.
Um mês antes, o IBGE já apontava que 15% dos domicílios brasileiros sofriam com insegurança alimentar grave, ou seja, seus moradores passavam fome.
Durante a audiência pública, Funchal argumentou que o governo não pode "errar a mão", dada a situação fiscal delicada do País. "É muito clara a necessidade dessa política. Só que a gente não pode fazer uma coisa espetacular hoje e amanhã deixar essa população desguarnecida", disse.
Segundo o secretário, um exagero de gastos hoje pode despertar desconfiança de investidores, elevando juros e comprometendo a capacidade do governo de executar suas políticas, inclusive voltadas à redução da pobreza.
"(Os recursos) Podem ser insuficientes, mas é o possível. É o máximo que a gente consegue fazer. Precisamos ter boa condição fiscal para manter essa política. Se não, é voo de galinha", disse Funchal.
Os questionamentos dos parlamentares chegam num momento em que o governo já sofre pressão para prorrogar o auxílio emergencial. Como mostrou o Broadcast, o governo prepara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para estender a ajuda e para seguir dando assistência às famílias vulneráveis em um cenário de incerteza sobre o avanço da covid-19 e também ganhar tempo para tirar do papel da reformulação do Bolsa Família.
Dentro da equipe econômica, porém, a ideia da PEC enfrenta resistências. Técnicos têm defendido uma Medida Provisória para fazer um novo programa temporário, mais enxuto que o auxílio, que serviria de ponte até a reformulação do Bolsa Família ser concluída. Para essa alternativa, seria necessário assegurar recursos dentro do teto de gastos, regra que limita o avanço das despesas à inflação.
Em eventos recentes, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem dito que eventual prorrogação do auxílio emergencial a vulneráveis dependerá da evolução da pandemia.
Aumento de 4,26% segue a inflação acumulada em 12 meses medida pelo IPCA
Lula também lançou a Plataforma Digital da Reforma Tributária, a nova infraestrutura digital que dará sustentação ao sistema brasileiro
O vencedor do BBB 26 levará para casa o dobro do valor da última edição
O reator experimental de fusão nuclear da China bate recordes, desafia limites da física e reforça a corrida global por uma fonte potencialmente ilimitada de energia
As ordens judiciais têm como alvos endereços ligados ao banco e ao empresário nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro
A noite de terça-feira (13) foi movimentada no Espaço da Sorte, com sorteios da Lotofácil, da Mega-Sena, da Quina, da Timemania e da Dia de Sorte
Portal centraliza serviços como apuração de tributos e consulta de documentos fiscais
Lucro da Globo ultrapassa R$ 1 bilhão apenas com o patrocínio de marcas no BBB 26
Novo sistema de renovação automática da CNH entrou em vigor, facilita a vida de parte dos motoristas, mas mantém regras mais rígidas para quem tem 70 anos ou mais
Powell está sob pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para cortar os juros no país. A mais recente investida é uma intimação com ameaça de acusação criminal, emitida pelo Departamento de Justiça (DoJ)
Quase R$ 3 bilhões já foram devolvidos e prazo para contestação de descontos vai até dia 14 de fevereiro, segundo o INSS
Brasil vende commodities agrícolas como milho, soja e açúcar para o país no Oriente Médio, mas participação do Irã na balança comercial não é grande
Fiat Strada lidera o ranking como carro mais vendido pelo quinto ano seguido; volume em 2025 supera a população da maioria dos municípios brasileiros
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão.
A regra é voltada à tributação sobre consumo e altera a forma como bens e serviços são taxados no Brasil
Gigante da Vila Industrial, estádio do Primavera, ganhou novo gramado Tahoma 31, utilizado em competições internacionais e previsto para a Copa do Mundo de 2026
Com as obras na sede da instituição ultrapassando o orçamento previsto, Trump encontrou um novo motivo para fazer investidas contra Powell
Segundo a Caixa, o próximo sorteio acontece na terça-feira, dia 13 de janeiro, e quem vencer pode levar essa bolada para casa
Com Mega-Sena, Lotofácil e Quina acumuladas, loterias colocam R$ 23 milhões em jogo neste sábado (10)
Após décadas de negociação, acordo Mercosul–UE é destrinchado em 13 pontos-chave que detalham cortes de tarifas, regras ambientais, cotas agrícolas e os próximos passos até a entrada em vigor