O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No podcast RadioCash, produzido por Empiricus e Vitreo, Torós diz esperar início de ciclo de alta já na reunião de amanhã (17); ele também falou sobre dólar, inflação e recomendou investimentos
Nesta quarta-feira (17), o Comitê de Política Monetária (Copom) decidirá os rumos da taxa básica de juros no Brasil, a Selic, e a expectativa em relação a isso não poderia ser maior. Desde julho de 2015, a Selic não sofre aumento. De lá para cá, ela foi de 14,25% para a mínima histórica de 2% ao ano, mantida nos últimos sete meses. E agora, depois de quase seis anos, o mercado prevê um aumento da Selic na reunião de amanhã.
A subida dos juros é uma decisão importante de política monetária. Mas, afinal, o aumento do juro é bom ou ruim para a economia brasileira? E para meus investimentos? Onde devo me posicionar? Isso é uma tendência que veio para ficar ou é algo passageiro?
Essas foram algumas das questões respondidas por Mário Torós, ex-diretor do Banco Central e sócio-fundador da Ibiuna Investimentos, no último episódio do RadioCash, o podcast de mercado financeiro produzido por Empiricus e Vitreo. No bate-papo com Felipe Miranda, Jojo Wachsmann e Ana Luísa Westphalen, Tóros conta que enxerga o movimento de alta do juros global como positivo, sendo reflexo de uma retomada econômica:
“Estamos em um momento de alta de juros benigna e não maligna. O resultado do aumento de juros é a normalização da economia”, explica o ex-diretor de política monetária do BC.
No Brasil, Tóros acredita que, diante da elevação inflacionária, há um consenso de que já está na hora da Selic subir, e prevê a divulgação de um aumento de meio ponto percentual na taxa básica de juros nesta quarta-feira. No mesmo dia haverá reunião dos comitês do banco central do Brasil e dos Estados Unidos para decidir sobre a taxa de juros - e por isso o mercado apelidou a data de “super-quarta”.
O economista acredita que o Banco Central está prestes a iniciar um ciclo de aperto monetário, que, em sua opinião, já vem tarde. “[Nós da Ibiuna] achamos que o BC vai iniciar esse processo com o aumento de 0,50 ponto percentual, acelerando nas próximas reuniões para 0,75 ponto, de forma que a taxa de juros passe dos 2% atuais para 5% e 5,5% numa primeira fase”.
Leia Também
A todos que desejam ter uma visão 360º sobre o que está acontecendo nas entrelinhas fiscais do mercado, recomendo fortemente escutar a entrevista com Torós na íntegra. Ouví-la é como ter uma verdadeira aula prática de política monetária. Você pode acessar o episódio do RadioCash gratuitamente pelo Spotify, ou então apertar no botão do play abaixo:
Para Mário Tóros, a alta dos juros é necessária para conter a inflação, que é já é motivo de atenção. O gestor acredita que a inflação pode atingir 8% em junho, no acumulado de 12 meses, o que deve causar preocupação na sociedade como um todo.
“Espera-se que, no segundo semestre, ela inicie um lento processo de queda, até terminar o ano em 5%. Mas o risco disso falhar é grande”, explica.
Ainda de acordo com o economista, o principal desafio do Banco Central é comunicar muito bem o processo da subida de juros, que deve acontecer gradualmente, diante de uma forte aceleração inflacionária. O maior desafio é impedir que a inflação não retorne devido à inércia ou a expectativas desancoradas, segundo Tóros.
Você pode acompanhar a entrevista completa e entender mais a fundo a visão de Mário Torós sobre o futuro inflacionário brasileiro no podcast RadioCash no link abaixo. É só dar o play:
Diante da perspectiva de juros, inflação e um cenário de mais risco, a dica do economista é investir em bons fundos multimercados, que possam ganhar dinheiro seja quando a taxa de juro cair, seja quando ela subir. “Esse tipo de fundo apresenta a flexibilidade que o investidor pessoa física não tem: a possibilidade de ganhar dinheiro em diferentes cenários”, explica.
Por outro lado, pensando em ativos brasileiros, a preferência de Torós é investir em NTN-B, título público também conhecido como Tesouro IPCA+ com juros semestrais. “Depois de calculada a inflação, corremos o risco de ter juros reais mais baixos do que temos nesse momento, justamente porque a inflação foi mais alta. Procuraria me defender dessa forma”, afirma o sócio-fundador da Ibiuna.
NTN-B longa ou curta? Ao longo da entrevista, Tóros declara sua preferência de investimento. Confira a íntegra abaixo.
O gestor afirma gostar de uma posição comprada em dólar contra o real. “Estou zerado ou comprado”. Na perspectiva de Torós, enquanto o Brasil continuar com uma política monetária desequilibrada, há mais risco. Por isso, ele tende a ter uma posição de câmbio comprado.
Essas foram as principais indicações feitas no podcast RadioCash. Se você busca estar em linha com os principais players do mercado, sugiro que ouça a entrevista completa. Muitas outras questões foram abordadas, como posição em bolsa asiática, volatilidade cambial no Brasil e as escaladas dos juros americanos.
São em conversas como essa que investidores, como eu e você, conseguimos entender melhor o contexto macroeconômico, colocar as melhores oportunidades no radar e aumentar as chances de ganhar dinheiro com o mercado financeiro.
O podcast RadioCash vai ao ar toda terça-feira e já está disponível para você escutar gratuitamente pelo Spotify. Escute e fique por dentro do que está no radar dos grandes investidores.
Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA
Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028
Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro
Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira