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Quem investiu na BDR há um ano, viu seu dinheiro triplicar com a valorização de 215%. Hoje, o mar não está para peixe para as ações techs na Bolsa. Mas será que há razões para apostar na maior empresa de e-commerce da América Latina?
Que a pandemia impactou negativamente diversos setores do mercado, é verdade. No entanto, alguns segmentos não só saíram ilesos dessa, como também puderam crescer ainda mais. Esse é o caso do e-commerce e de empresas como o Mercado Livre (NASDAQ: MELI; B3: MELI34), que obteve resultados expressivos ao longo do ano passado e se configurou como uma das “estrelas da crise”.
Isso se refletiu na Bolsa: em um ano, a BDR da maior empresa de e-commerce da América Latina valorizou mais de 215%, e segundo o presidente da companhia, Stelleo Tolda, a tendência é que os resultados não parem por aí:
“Vimos o e-commerce acelerar no primeiro ano da pandemia. Mas independente disso, há muito potencial para crescimento. Hoje, estamos chegando aos dois dígitos de penetração no Brasil. O e-commerce tem muito a crescer no mundo desenvolvido, quem dirá aqui, na América Latina”, disse Tolda no podcast Radio Cash, produzido por Empiricus e Vitreo.
No cenário atual, o aumento dos juros americanos e da volatilidade do mercado incomodam os ativos de risco, em especial os de setores tech, o que leva muitas pessoas a se questionarem: ainda dá tempo de surfar na onda do e-commerce?
A BDR da companhia, MELI34, é indicada em uma das carteiras da Empiricus. Em entrevista ao podcast RadioCash, Tolda revela quais as principais apostas da empresa para superar os desafios do momento e seguir entregando resultados superlativos.
Se você ainda tem alguma dúvida se vale a pena apostar em Meli, confira a entrevista na íntegra aqui:
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Mas se preferir, fique comigo. A seguir, selecionei alguns dos principais pontos da entrevista para contar para você:
Não é novidade para ninguém que o serviço dos Correios peca tanto pelo valor, quanto pela eficiência. Quem nunca passou raiva com os Correios? O Mercado Livre já: até 2013, a maioria dos vendedores dependiam dessa estatal para entregar seus produtos.
Diante desse desafio, a empresa lançou sua malha de logística própria, o Mercado Envios. O objetivo era promover uma entrega rápida e melhorar a experiência tanto do consumidor quanto do vendedor.
De 2016 a 2019, a empresa investiu cerca de R$ 10 bilhões em logística e pretende não parar por aí. Só neste ano, o Mercado Livre divulgou que irá investir outros R$ 10 bilhões nesse segmento.
De acordo com Stelleo, enquanto em dezembro de 2017 cerca de 95% das entregas dependiam dos Correios para serem realizadas, em dezembro de 2020, essa dependência caiu para menos de 10%. Segundo o presidente, 90% do volume de envios vêm através da rede de logística própria. “Isso trouxe um salto na qualidade da entrega e na experiência completa de comprar e entregar o produto”, explica.
Dessa forma, a discussão da privatização dos Correios não é relevante e muito menos prioridade para o Mercado Livre.
“Temos nossa rede logística e a otimizamos para a realidade dos nossos vendedores e compradores. Conseguimos ser mais baratos e mais rápidos. Hoje, os Correios não são nem a única e nem a melhor parceria logística para eficiência”, comenta Stelleo, que divide mais detalhes na entrevista completa:
Segundo Stelleo Tolda, o Mercado Livre surgiu inspirado no eBay, empresa americana que lançou o modelo de negócios baseado no “efeito rede”. Isto é: o marketplace que tem mais vendedores, possui mais produtos e atrai mais compradores. Assim como o marketplace que tem mais produtos, possui mais liquidez e, por sua vez, atrai mais vendedores. “Em dado momento, você começa a atrair vendedores e consumidores. É um ciclo virtuoso poderoso”, explica Tolda.
No podcast, Stelleo divide uma história curiosa, de quando escutou, anos atrás, que Jeff Bezos gostava muito mais do modelo de negócios do eBay do que da própria Amazon.
Antes, a Amazon apenas comprava produtos e revendia por meio de sua loja. “Depois de algum tempo, assistimos de camarote a execução da estratégia da Amazon, muito por causa do seu investimento em logística”, relata o fundador. Não é por acaso que o Mercado Livre, em 2013, tomou a decisão de lançar o Mercado Envios”.
Hoje, o Mercado Livre possui foco em crescimento para ser cada vez mais competitivo no mercado global. Em relação à sua concorrência com a Amazon no Brasil, ele não se intimida: há mais de 22 anos ele está no Brasil, aprendendo sobre os serviços logísticos e se empenhando para que a experiência de ponta a ponta do negócio seja eficiente. O “Meli” já é líder no mercado brasileiro, e agora está investindo para crescer ainda mais, segundo Tolda.
“Vejo que o e-commerce tem muito espaço para crescer. Ele já representa 10% do varejo nacional. Mas há segmentos em que ele ocupa 25% e outros que ocupam menos de 5%. A moda é um segmento pouco explorado que vemos grande potencial para desenvolver”, compartilha o presidente em entrevista com o chefe da área de análise da Empiricus, Felipe Miranda, o CIO da Vitreo, Jojo Wachsmann, e a jornalista Ana Westphalen no último episódio do podcast RadioCash.
Caso você não conheça, esse é um dos podcasts sobre mercado financeiro mais relevantes do momento. Toda semana, grandes nomes do mercado brasileiro participam e compartilham suas perspectivas, previsões e oportunidades para se ter no radar. Confira a entrevista completa com Stelleo Tolda no botão abaixo, basta apertar o play:
Veja só alguns destaques dos resultados do Mercado Livre referentes ao quarto trimestre de 2020:
A receita líquida da companhia foi de US$ 1,3 bilhão e o volume bruto de mercadorias transacionadas (GMV) atingiu a marca de US$ 6,6 bilhões, representando um crescimento de 109,7% na comparação anual.
Além disso, o número de usuários ativos únicos da plataforma cresceu 71% em comparação ao quarto trimestre de 2019, alcançando 78 milhões. E seu segmento de fintech e logística, representado respectivamente pelo Mercado Pago e Mercado Envios, também apresentou números superlativos.
A maior rede de e-commerce da América Latina, que é líder no mercado brasileiro e já opera em 19 países, está pronta para surfar a onda da penetração do marketplace no Brasil e no mundo e concorrer com gigantes do mercado.
Se vale a pena investir em MELI (NASDAQ) ou MELI34 (B3)?
Sugiro escutar o episódio do RadioCash e tirar sua própria conclusão.
Afinal, ninguém melhor para te dar o panorama geral da empresa que você pretende ser sócio do que seu próprio fundador. Imagino também que não é todo dia que você tem a chance de estar “frente a frente” com o presidente da maior rede de e-commerce da América Latina.
Como já mencionado, a BDR da companhia, MELI34, é indicada em uma das carteiras da Empiricus. Por isso, se eu fosse você, não deixaria de entender um pouco mais do setor de e-commerce no Brasil e, quem sabe, colocar oportunidades no radar:
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