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Banco do Povo da China usou o aplicativo WeChat para alertar sobre o alto nível de especulações, segundo relatos da imprensa local e de analistas
O Banco do Povo da China (PBoC) emitiu um alerta, por meio de sua conta no aplicativo WeChat, sobre o alto nível de especulações das criptomoedas e proibiu instituições financeiras e de pagamentos de realizarem operações com essas divisas, de acordo com múltiplos relatos da imprensa local e de analistas.
"No final da tarde de ontem na Ásia, o PBoC emitiu um alerta sobre uma recuperação na especulação em moedas virtuais. A China anunciou que as instituições financeiras e de pagamento estão proibidas de precificar ou conduzir negócios em moedas virtuais. A história não ganhou muita força durante a noite, mas parece estar ganhando força esta manhã", disse Jeffrey Halley, analista de mercado sênior da Oanda, em uma nota a clientes.
Segundo o PBoC, moedas digitais não podem ser usadas como forma de pagamento porque não são moedas reais.
As instituições financeiras na China não podem facilitar as transações de Bitcoin. Muitos mineradores, que já tiveram grande presença na China, foram forçados a ir para o exterior.
Lideradas pelo Bitcoin, as criptomoedas estão sob pressão há vários dias. Um duro golpe veio dias atrás, quando o CEO da Tesla, Elon Musk, disse que a fabricante de carros elétricos suspenderia as vendas de carros que usam criptomoeda, devido a preocupações ambientais.
Por volta das 10h38 (de Brasília), o Bitcoin despencava 18,55%, a US$ 35.283.
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