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Essa é a segunda vez na semana que o governo chinês faz menção a criptomoedas
O governo da China deu mais um passo na sua lei contra especulação. De acordo com o vice-primeiro-ministro do país, Liu He, "para prevenir e controlar com firmeza os riscos financeiros, o país deve reprimir a mineração de bitcoins".
A informação foi divulgada na ata da 51º reunião do Comitê de Estabilidade Financeira e Desenvolvimento do Conselho de Estado. "É necessário manter o bom funcionamento dos mercados de ações, títulos e câmbio, reprimir severamente as atividades ilegais de valores mobiliários e punir severamente as atividades financeiras ilegais", afirma o documento.
Isso fez as cotações da principal criptomoeda do mundo despencarem. Por volta das 12h, o bitcoin era comercializado a US$ 36.771,80, uma queda de 11,33% nas últimas 24h. A desvalorização já atinge os 28,46% nos últimos sete dias.
O primeiro fundo de índice da B3 também sentiu a queda no mercado cripto. O HASH11 recuava 6,75%, aos R$ 38,00, no mesmo horário. De acordo com o Coin Market Cap, o valor de todo o mercado de criptomoedas cai 10,71%, chegando a 1,64 trilhão nas últimas 24h.
Essa é a primeira vez que o alto escalão do gigante asiático faz uma menção direta à mineração. Esta semana, o governo chinês proibiu que bancos e instituições financeiras oferecessem serviços em criptomoedas, o que também afetou as cotações do bitcoin.
O jornalista chinês, Wu Blockchain, especialista na cobertura de criptomoedas no país, lembrou em sua conta no twitter que o documento destaca a preocupação do governo com a emissão de carbono.
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"Isso pode estar relacionado ao recente ataque de Elon Musk ao consumo de energia do bitcoin. O governo chinês se comprometeu a zerar as emissões de carbono no ano passado. Infelizmente, a mineração de bitcoin foi a primeira a ser afetada", comentou.
Entretanto, nós já explicamos aqui no Seu Dinheiro que um estudo recente aponta que o bitcoin não consome tanta energia quanto o atual sistema bancário.
Ainda carecem maiores informações sobre o que o governo chinês deve fazer, de fato, para impedir a mineração.
A China é responsável por boa parte do hashrate, a taxa de mineração, do mundo. Uma queda no hashrate da rede afeta diretamente a cotação do bitcoin e a segurança da rede.
Você pode entender mais sobre mineração de bitcoins clicando aqui.
A mineração serve, basicamente, para validar as transações e colocar novos bitcoins em rede. De acordo com o Cambridge Bitcoin Electricity Consumption Index, a China corresponde por 65% de todo hashrate de mineração.

O segundo colocado, os Estados Unidos, contribui com um nono do poder de mineração, com pouco mais de 7%.
Se a semana já faria o mercado de criptomoedas fechar no vermelho, agora bateu-se o martelo. Por volta das 12h, 8 das 10 principais criptomoedas do mercado registravam queda na casa dos dois dígitos.

*Em atualização
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