O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Restrições do governo chinês fizeram moeda despencar a níveis não vistos desde janeiro, mas saída de mineradores da China, que já está acontecendo, tende a fazer o ativo voltar a entregar altas expressivas; analista enxerga moeda a US$ 100 mil ainda em 2021
O bitcoin acumula em reais uma queda de 50% nos últimos três meses. Mesmo assim, a criptomoeda mais popular do mercado segue com uma valorização de 20% em 2021 e de 197% em um ano.
A queda recente, que vem se desenhando desde o seu pico histórico de US$ 63 mil em meados de abril, deve-se a uma sequência de notícias estressantes para o mercado:
Após esses acontecimentos, o bitcoin, que havia caído para a casa dos US$ 35 mil, voltou a testar os US$ 40 mil, até que nesta terça-feira (22) caiu para menos de US$ 29 mil, após a China desligar pools de mineração no país e ameaçar encerrar contas de clientes envolvidos com criptomoedas.
Com isso, o universo cripto despencou junto. Afinal, trata-se de um mercado correlacionado: a elevada dominância do bitcoin (hoje em 45%) faz com que os outros criptoativos sigam a tendência de reagir de acordo com as oscilações do próprio bitcoin.
É interessante notar, aliás, como essa correlação vem se comportando nos últimos meses: enquanto o bitcoin subia exponencialmente até meados de abril, com altas de 100% no ano até então, altcoins (moedas fora do radar) subiam mais de 1000% no período.
O especialista em criptoativos da Empiricus André Franco, responsável pela carteira Crypto Legacy, que acumula cerca de 1.500% de lucro nos últimos quatro anos, avalia que sim e, assim como vem dizendo desde o começo do ano, ainda enxerga o bitcoin a US$ 100 mil até o final de 2021.
Leia Também
Segundo ele, a China concentra hoje a maior parte de mineradores de bitcoin no mundo, mas, com as proibições do governo chinês, eles vão naturalmente para outras regiões. Isso, inclusive, já começou a acontecer: a BIT Mining, uma empresa chinesa de mineração de bitcoin, está migrando para o Cazaquistão.
“Estamos falando de empresas que já conhecem o processo e já têm as máquinas, que apenas vão migrar para locais com energia barata, por exemplo. E já existem locais atrativos. Nos Estados Unidos, alguns estados já se beneficiam do potencial da mineração, oferecem energia barata e esperam que o processo gere impostos e divisas”, explica Franco.
Você pode ler outros detalhes pela página do Seu Dinheiro no Instagram:
André Franco analisa que, no curto prazo, “com as máquinas sendo desligadas, sabemos que o poder de processamento da rede fica comprometido em velocidade, segurança e taxas. E isso reflete no preço que estamos vendo”.
No longo prazo, porém, o hashrate (índice do poder computacional usado durante o processo de mineração de bitcoin) tende a se estabilizar. “À medida que as máquinas começarem a ser religadas em outras regiões, a tendência é voltar ao normal. Logo, não visualizo um cenário ruim”, afirma.
É por isso que André Franco recomenda que você foque no longo prazo.
A 21shares espera um movimento de preços menos volátil e correções mais moderadas, com a adoção institucional reduzindo oscilações extremas
Duas moedas físicas criadas em 2011 e 2012, quando o bitcoin valia centavos, reaparecem e somam R$ 975 milhões
Com a recente forte correção do bitcoin, analistas voltam a prever o fim da criptomoeda — e o contador de “mortes” já chega a 450
Mercado global de criptomoedas perdeu cerca de US$ 1 trilhão desde o pico de preços nos últimos dias
Queda expressiva do Bitcoin derrubou o desempenho da competição da Synthetix, onde quase 90% dos participantes terminaram no prejuízo
Dado forte nos EUA reduziu apostas de corte de juros, elevou a aversão ao risco e pressionou a criptomoeda
Leão atualizou prestação de informações relativas a operações com criptoativos a fim de intensificar o combate à evasão, à lavagem de dinheiro e ao financiamento de atividades criminosas
Enquanto a maior criptomoeda do mundo registra uma queda da ordem de 13,6% em 30 dias, empresas como a Strategy, a OranjeBTC e o Méliuz têm desempenhos mais fracos
Sempre que um determinado lanche do Mc volta para o cardápio, o Bitcoin dispara. Será que esse fenômeno vai se repetir agora?
Analista técnica e trader parceira da Ripio diz que a próxima faixa de resistência para o bitcoin está entre US$ 106,7 mil e US$ 112,5 mil
A maior criptomoeda do mundo chegou a romper o chamado “suporte psicológico” dos US$ 100 mil na sexta-feira (7), o que ampliou o sentimento de medo extremo entre investidores.
O bitcoin acabou arrastando com ele outros ativos digitais — o ethereum (ETH), por exemplo, chegou a cair quase 10%, com muitos tokens registrando perdas superiores a 50%
De Warren Buffett a Peter Schiff, o Bitcoin já foi declarado ‘morto’ mais de 400 vezes — mas quem investiu em cada uma dessas previsões estaria milionário hoje
O bitcoin até começou outubro em alta, mas turbulências macroeconômicas pesaram sobre o mercado de criptomoedas, especialmente a guerra comercial
Rico, famoso e compositor musical: robô da inteligência artificial compartilha memes, investe e deseja ter direitos, além da própria voz
O youtuber mais famoso do mundo agora pretende expandir seu império com um registro de marca voltada a serviços e pagamentos com criptomoedas; veja quem é
Maior apreensão de bitcoin da história dos EUA expõe rede criminosa ligada ao Camboja, que usava trabalho forçado e mineração para lavar dinheiro.
Analistas projetam que a plataforma de cashback vai ter um Ebitda de R$ 20 milhões no terceiro semestre deste ano
Criptomoeda superou os US$ 125 mil em meio ao feriado na China e ao “shutdown” nos EUA
Alta histórica do bitcoin impulsiona número de milionários e bilionários ligados a criptomoedas; estudo mostra salto expressivo em apenas um ano