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Se o mercado financeiro não operasse em um ritmo tão frenético, eu diria que hoje seria o dia de preparar a pipoca para assistir à sessão dupla que ganhou até um apelido: Super Quarta.
Teremos dois filmes com estilos e protagonistas bem parecidos em cartaz no “Cine Mercado”, com as decisões dos Bancos Centrais do Brasil e dos Estados Unidos sobre as taxas de juros. Só que as tramas hoje são bem distintas.
Na matinê, teremos uma história com final bem previsível, mas que todos querem ver mesmo assim porque trará pistas importantes para os capítulos seguintes.
O Fed deverá manter os juros inalterados perto de zero nos EUA, e indicar que as taxas se manterão desta forma por muito tempo. A grande dúvida é sobre uma trama paralela que vem provocando inquietação entre os investidores.
Com a rápida recuperação da maior economia do planeta e a enxurrada de estímulos monetários e fiscais para conter os efeitos da crise do coronavírus, existe um temor do que pode acontecer com a inflação.
Então o mercado deve acompanhar de perto os diálogos do filme do Fed. Mais precisamente a fala do presidente do BC norte-americano, Jerome Powell.
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Aqui no Brasil, o programa principal só vai acontecer após o fechamento das bolsas, com o anúncio do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros.
O filme nacional tem componentes de suspense e drama. É quase certo que a Selic — atualmente em 2% ao ano — voltará a subir depois de seis anos. Mas a intensidade de alta ainda não é certa.
O drama vem do fato de que o provável aperto monetário acontece no pior momento da pandemia da covid-19 no país.
O repórter Kaype Abreu conversou com “críticos” experientes do mercado financeiro e traz para você o roteiro e os desdobramentos da decisão do BC de hoje à noite.
A VIDA APÓS O IPO
O Seu Dinheiro convidou alguns CEOs e fundadores de empresas que abriram o capital recentemente na B3 para contar diretamente para você o que esperar das empresas após a oferta pública de ações (IPO). O primeiro a encarar o desafio foi Diego Villar, CEO da Moura Dubeux, que traçou um panorama do mercado do Nordeste, onde incorporadora atua.
MERCADOS
O Ibovespa encerrou ontem em queda de 0,72%, aos 114.018 pontos, prejudicado pelo dia negativo em Nova York com a pressão da alta dos retornos dos títulos americanos às vésperas da decisão do Fed. O dólar recuou 0,36%, a R$ 5,62.
O que mexe hoje com os mercados? O tema não podia ser outro além da “Super Quarta”, com as decisões do Fed e do BC brasileiro sobre os juros. O clima que prevalece entre os investidores nesta manhã é de cautela à espera da definição dos rumos da política monetária.
EMPRESAS
A pandemia não parou a Notre Dame Intermédica no ano passado. Beneficiada pelos efeitos de aquisições, a operadora de saúde que está perto de se unir à Hapvida fechou 2020 com número recorde de beneficiários e com um crescimento de 73,7% do lucro líquido.
Para reforçar sua posição na batalha travada entre as plataformas de investimento e bancos digitais, o BTG Pactual gastou R$ 72 milhões para adquirir um aplicativo que permite controlar, analisar e acompanhar investimentos em diferentes instituições.
O governo federal avalia que a melhor forma de privatizar os Correios é vender a estatal por inteiro, descartando a possibilidade de fragmentação da empresa por geografia, linha de serviço ou partes da cadeia de valor.
De olho na “carne do futuro”, a Minerva fechou uma parceria com uma empresa de biotecnologia para desenvolver produtos no segmento de proteínas recombinadas via processo de fermentação e isentas de proteína animal. Conheça os detalhes.
ECONOMIA
No dia em que o novo ministro da Saúde foi apresentado, o Brasil voltou a bater recorde de mortes diárias por covid-19. Confira os mais recentes números da pandemia.
Se você mora de aluguel ou investe em imóveis para renda, não pode esquecer de informar os valores pagos ou recebidos em seu imposto de renda. Veja como fazer a declaração corretamente.
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