O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Um dos pais do Plano Real, Edmar Bacha diz que a taxa de câmbio foi criada por Deus apenas para humilhar os economistas.
E nem mesmo o ministro da economia escapa dessa sina. No começo da pandemia, Paulo Guedes disse que o dólar só passaria dos R$ 5 se “fizesse muita besteira”.
E olha que a declaração aconteceu bem antes da revelação de que o ministro é dono de uma offshore com quase US$ 10 milhões nas Ilhas Virgens Britânicas.
As insinuações de que Guedes teria desvalorizado a moeda brasileira intencionalmente apenas para beneficiar a offshore são ridículas.
Mas é possível aprender uma lição desse episódio: faça como o ministro e mantenha sempre uma parcela da sua carteira em dólar. Trata-se de um seguro, e que no momento anda bem caro.
A trajetória do câmbio é influenciada por uma série de fatores, que vão desde as taxas de juros em todo o mundo ao sentimento de aversão a risco dos investidores.
Leia Também
Em junho deste ano, por exemplo, a moeda norte-americana chegou a ficar abaixo dos R$ 5 e os economistas defendiam que a tendência era de uma queda ainda maior. Como sabemos, o dólar voltou a humilhar as previsões e fechou ontem negociado acima dos R$ 5,50.
Na coluna de hoje, o Matheus Spiess fala dos fatores que fizeram a moeda do país de Joe Biden se fortalecer em relação a praticamente todas as divisas, e não apenas ao real. E também diz qual a proporção ideal de dólar que você deve ter no portfólio.
REDUZA SUA CONTA DE LUZ
Quer instalar energia solar em casa para economizar? Descubra se é para você. Na segunda reportagem da série escrita pela Julia Wiltgen, você fica sabendo para quais perfis de consumidores e residências o sistema de geração de energia solar é indicado.
ESQUENTA DOS MERCADOS
PEC dos precatórios e leilão do BC devem movimentar bolsa hoje, em dia de balanços no exterior. E mais: crise de abastecimento nos EUA e gargalos estruturais seguem pressionando o país pela retomada — o que afeta todo o mundo.
CRIPTO NA B3
Além do bitcoin (BTC): conheça os ETFs de criptomoedas da bolsa brasileira — e o que deu mais retorno até agora. Desde a estreia, todos os ETFs da B3 acumulam alta na casa dos dois dígitos, mas o campeão deles venceu com um avanço de mais de 100%.
VAI FALTAR?
Petrobras nega risco de desabastecimento e cortes em pedidos de combustíveis. Desmentido vem à tona depois de a Associação das Distribuidoras de Combustíveis (Brasilcom) ter relatado cortes na entrega de produtos pedidos para novembro.
DIVIDENDO PARCELADO
CPFL Energia (CPFE3) parcela pagamento de R$ 1,7 bilhão em dividendos; primeira fatia cai na conta dos acionista ainda neste mês. O pagamento das primeiras duas prestações está marcado para os dias 22 de outubro e 16 de novembro, enquanto a terceira e última fatia cairá na conta dos acionistas até 31 de dezembro.
TEM PRA TODO MUNDO?
Lira diz que não se pode pensar só em teto de gastos em detrimento da população. Presidente da Câmara questiona iniciativas para burlar os limites quando o assunto é o pagamento dos precatórios.
MAGALU FORA DAS URNAS
Luiza Trajano confirma que não disputará as eleições, mas reforça que é uma ‘pessoa política’. A presidente do conselho de administração do Magazine Luiza diz que pretende assumir uma posição política apartidária ‘para defender causas que sejam boas para o Brasil’.
Uma ótima terça-feira para você!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito