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O trem dos balanços do segundo trimestre das empresas de capital aberto na bolsa brasileira está chegando na estação. E com promessa de fartura.
Os lucros devem crescer, e muito, em relação ao mesmo período do ano passado. Mas esse fenômeno tem mais relação com a base de comparação fraca do que com o desempenho das empresas em si.
Afinal, o período de abril a junho do ano passado foi marcado pela fase mais severa das restrições à circulação, ainda no começo da pandemia da covid-19.
Portanto, não basta crescer. É preciso crescer além do esperado pelo mercado para o resultado surpreender de fato. Ao mesmo tempo, os investidores também esperam encontrar pistas sobre como a alta da Selic pode afetar os lucros daqui para frente.
Para os analistas, as empresas de varejo, commodities e tecnologia devem ser os destaques da temporada, junto com os grandes bancos.
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Entre as companhias que programaram a divulgação de balanços nesta semana estão nomes de peso como Vale, Ambev e Santander, além da queridinha Weg e da empresa aérea Gol, uma das mais afetadas pelo coronavírus.
A maria-fumaça dos resultados costuma sair em dois horários: antes da abertura e depois do fechamento do pregão da B3. Quem vai chorar, quem vai sorrir? Quem vai ficar, quem vai partir? Embarque nessa viagem e confira o que esperar dos balanços na matéria do Kaype Abreu.
Uma espécie de Cartola do mercado financeiro. Com uma plataforma que simula o investimento em carteiras semelhante ao que permite a escalação de jogadores no Campeonato Brasileiro, a Trademap pretende tornar o investimento em bolsa ainda mais popular. O Renato Carvalho conversou com o diretor da empresa e traz os detalhes para você.
Além dos balanços no Brasil, a semana vem quente nos mercados internacionais. Os investidores vão acompanhar de perto a decisão do Fed sobre a taxa de juros nos EUA e também o cerco da China contra empresas de educação. Saiba o que mexe com os negócios na bolsa.
Os grandes bancos devem ser um dos destaques da temporada de balanços do segundo trimestre. Mas o cenário para o setor financeiro deve seguir complicado, na visão da XP. Saiba o que os analistas da corretora esperam para as ações do bancões.
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