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Moro num país tropical, que eu já não sei se é abençoado por Deus, mas que é bonito por natureza. Mas no próximo mês de fevereiro, ao contrário do que diz a canção do Jorge Ben, não tem Carnaval. A festa foi cancelada pela pandemia. Mas tem outro evento muito aguardado, pelo menos para os investidores: as eleições para presidentes da Câmara e do Senado.
O evento já está mexendo com o mercado, ainda não tanto porque os escolhidos terão o poder de tocar a agenda de reformas, mas sim por causa do possível (provável?) retorno do auxílio emergencial.
Com o ritmo de vacinação comprometido e ainda sem previsibilidade, dadas as dificuldades de obtenção dos insumos para a produção das vacinas e a falta de um cronograma claro, a sensação é de que a pandemia vai se arrastar por mais tempo do que o inicialmente previsto.
Para complicar um pouco mais, há expectativa de aperto nas medidas de distanciamento social aqui no Brasil, a exemplo do que vem ocorrendo em países desenvolvidos, já que os números de casos, internações e mortes por covid-19 permanecem preocupantes.
Tanto o candidato do governo quanto o da oposição à presidência da Câmara já se mostraram favoráveis ao retorno do auxílio, e hoje mesmo um deles andou dando umas declarações que deixaram os investidores bem preocupados.
Já o candidato governista à presidência do Senado, Rodrigo Pacheco, chegou a falar que o teto de gastos não pode ser “intocado” e se colocou contra a venda da Eletrobras.
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