Ela transforma a sigla ESG em realidade
Você já deve ter se deparado em algum momento com o termo ESG. Trata-se da sigla em inglês (bem ao gosto do mercado) que descreve boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa. Na visão de uma corrente crescente dos investidores, empresas que seguem os três princípios tendem a entregar melhores resultados para seus acionistas […]

Você já deve ter se deparado em algum momento com o termo ESG. Trata-se da sigla em inglês (bem ao gosto do mercado) que descreve boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa.
Na visão de uma corrente crescente dos investidores, empresas que seguem os três princípios tendem a entregar melhores resultados para seus acionistas e para a sociedade no longo prazo.
É claro que hoje é muito difícil encontrar alguma companhia que não defenda a adoção do ESG. Mas sair do discurso para a prática não é uma tarefa simples, principalmente na parte ambiental.
Muito antes da sigla ser criada e repetida na região da Avenida Faria Lima, onde se concentra o mercado financeiro, uma empresa com sede em Nova Odessa, no interior de São Paulo, enxergou literalmente uma oportunidade no lixo.
A Ambipar se especializou em ajudar as empresas a transformar o ESG em realidade. Em outras palavras, a companhia presta serviços de tratamento de resíduos industriais e gerenciamento de crises e atendimento a emergências ambientais, químicas e biológicas.
Embalada por uma série de aquisições e com o aumento da demanda pelos serviços, inclusive durante a pandemia, a Ambipar abriu o capital na B3 em julho do ano passado, em um IPO que movimentou pouco mais de R$ 1 bilhão.
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O Ivan Ryngelblum conversou com a CEO da Ambipar, Cristina Andriotti — uma das poucas mulheres a comandar uma empresa listada na B3, aliás. Ela conta um pouco da história e dos planos de crescimento acelerado da companhia.
O que você precisa saber hoje
MERCADOS
Embalado pela alta das bolsas no exterior e pela vitória do governo nas eleições na Câmara e no Senado, o Ibovespa subiu 0,61% ontem, a 118.233 pontos. Mas o maior sinal do otimismo dos investidores se refletiu no dólar, que caiu 1,74%, a R$ 5,35.
O que mexe com os mercados hoje? O clima político mais ameno e o tom positivo das bolsas internacionais devem sustentar uma abertura positiva para o Ibovespa nesta quarta-feira. Os investidores também devem reagir à agenda carregada de indicadores e balanços, aqui e lá fora.
EMPRESAS
O ano passado pode ter sido difícil para os bancos, mas o Santander registrou lucro acima das expectativas do mercado e ainda superar o rival Itaú em rentabilidade. Confira os resultados de 2020 e do quarto trimestre.
Depois de adiar o julgamento por dois anos, a CVM absolveu oito ex-conselheiros de administração da Petrobras no processo aberto sobre a condução da política de preços da estatal no governo Dilma Rousseff.
Por falar em Petrobras, a estatal bateu recorde de produção de petróleo e gás natural em 2020, com 2,836 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d). O destaque do período foi a produtividade dos campos do pré-sal, como você confere nesta matéria.
A Alphabet, controladora do Google, registrou lucro líquido de US$ 15,23 bilhões, acima das expectativas do mercado. O resultado fez as ações da gigante de tecnologia voarem ontem no “after market” de Wall Street.
O mercado foi pego de surpresa ontem com a notícia de que o fundador da Amazon, Jeff Bezos, está deixando o comando da companhia. Relembre a trajetória do bilionário que praticamente criou o atual modelo de e-commerce mundial.
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