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Comprar pela internet tornou-se uma atividade trivial para muitos de nós. Mas eu me lembro da primeira vez em que, tenso, inseri os dados do meu cartão de crédito na tela do computador.
E se não entregassem o produto que eu comprei? Ou, pior, se usassem o meu cartão de forma indevida por aí?
Com o tempo, aprendemos a reconhecer os sites com boa reputação. Mas o que fazer quando você não tem ideia de quem está oferecendo o produto do outro lado? A grande sacada do Mercado Livre foi resolver esse problema.
O site funciona como uma espécie de versão digital dos antigos classificados de jornal (quem se lembra?), que agora ganhou o nome chique de marketplace.
A diferença é que a empresa garante o reembolso do valor pago se o produto não for entregue ou não for do agrado do comprador.
Com a pandemia da covid-19, a conveniência do comércio eletrônico acabou se tornando necessidade. Esse movimento acabou beneficiando duplamente o Mercado Livre, que se tornou o ponto de encontro de consumidores com os lojistas que tiveram de fechar as portas com as medidas de isolamento social.
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Listada na bolsa norte-americana Nasdaq — e com BDRs negociados na bolsa brasileira (MELI34) —, a empresa é avaliada hoje na casa de US$ 80 bilhões (R$ 447 bilhões), uma valorização de mais de 150% nos últimos 12 meses.
A grande dúvida dos investidores é se essa onda de crescimento do Mercado Livre vai arrefecer após a reabertura da economia. Ninguém melhor para responder a essa questão do que Stelleo Tolda, principal executivo da empresa no país.
Em uma entrevista exclusiva ao repórter Ivan Ryngelblum, ele revelou os planos de investimento ambiciosos da gigante do comércio eletrônico para fazer convencer você a seguir comprando de tudo pela internet.
Quer saber tudo o que mexe com o mercado com o mercado ao longo da semana? Então fique ligado porque logo mais, às 9h30, o Victor Aguiar estará ao vivo no Instagram do Seu Dinheiro para um bate-papo com os nossos leitores. Você está convidado para essa conversa!
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