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Aqui no Brasil, agenda de dados e de Brasília é aguardada, principalmente com o início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para definir a taxa básica de juros (Selic), que ameaça subir 125 pontos-base no resultado do encontro a ser divulgado amanhã depois do mercado
Bom dia, pessoal!
Lá fora, no Pacífico, os mercados asiáticos e da Oceania apresentaram performance mista, em meio à entrega do PIB do terceiro trimestre da Coreia do Sul, que mostrou crescimento abaixo do esperado – as medidas para conter a Covid-19 foram responsabilizadas.
A Europa, por sua vez, começa esta terça-feira (26) de bom humor, com alta em todas as Bolsas mais relevantes, pelo menos por enquanto. Repercute uma pesquisa com varejistas do Reino Unido, a qual apresentou evidências de que os padrões de gastos dos britânicos voltaram a favorecer serviços em vez de bens. Os futuros americanos acompanham o tom de bom humor.
Aqui no Brasil, agenda de dados e de Brasília é aguardada, principalmente com o início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para definir a taxa básica de juros (Selic), que ameaça subir 125 pontos-base no resultado do encontro a ser divulgado amanhã depois do mercado.
A ver...
Depois da sangria da semana passada, começamos usando a reta final de outubro para tentar alguma recuperação dos ativos locais, ainda que modestamente. A agenda desta terça-feira é bem relevante, a começar com a votação na Câmara da PEC dos Precatórios, que muda a regra do teto de gastos.
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Não somente isso, mas, em combo, o Senado pode votar, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição que introduz a renda básica como direito social – a ideia é deixar todo o texto alinhado para que o Auxílio Brasil seja este veículo de renda.
Dois outros focos de atenção do dia repousam na possibilidade de votação do relatório final da CPI da Pandemia e apresentação do parecer favorável do senador Márcio Bittar (MDB-AC) sobre o projeto de lei que trata da privatização dos Correios – ontem, pegou bem a ideia de “estudos” para privatizar a Petrobras.
Por fim, em se tratando de resposta à crise hídrica e energética, o setor elétrico pode sofrer modernizações com as discussões de hoje. Isso porque a Comissão Especial da Câmara que discute o projeto de lei da portabilidade da conta de luz pode votar o parecer do relator, Fabio Garcia (DEM-MT).
O texto prevê a reformulação de diversos pontos do marco legal do setor elétrico e permitiria que todos os usuários, independentemente do nível de consumo, comprem energia no mercado livre, onde as tarifas são pactuadas entre consumidores e produtores, por meio de agentes de comercialização.
Nos EUA, a temporada de ganhos do terceiro trimestre tem sido o gatilho para a recente recuperação do mercado. Ontem, como temos visto nas últimas semanas, os resultados foram mais fortes do que o esperado – a expectativa era de que as empresas do S&P 500 aumentassem o lucro por ação em 31,6% no trimestre, mas cerca de 82% das empresas que reportaram resultados até agora superaram as estimativas (estão caminhando para crescimento de 39%).
Na segunda-feira (25), o Facebook foi o destaque dos ganhos, superando as estimativas de lucro por ação. Hoje (26), Alphabet (Google), Microsoft e Twitter apresentam seus números após o fechamento, seguidas pela Apple e Amazon no final da semana. Os resultados acima do esperado têm feito com que os investidores deixem de lado as preocupações com a inflação e com a cadeia de abastecimento – as empresas, embora tenham verificado custos crescentes, têm sido capazes de manter margens crescendo.
Às vésperas da reunião climática COP26 em Glasgow, Escócia, a Arábia Saudita começa a apresentar seus planos para se juntar ao grupo de países que querem se tornar neutros em carbono até 2060 – sim, isso mesmo, o gigante do petróleo (o país bombeia um em cada dez barris de petróleo consumidos por dia).
Os sauditas planejam atingir sua meta cortando as emissões de metano (30% até 2030) e criando uma "economia circular de carbono", que inclui tecnologias de captura, utilização e armazenamento de carbono (ou seja, focaram em ficar neutros em termos líquidos). Com isso, o país conseguirá permitir a continuação da queima de combustíveis fósseis nas próximas décadas, bem como investir em novos desenvolvimentos de petróleo e gás.
Provavelmente, ninguém vai reclamar muito do plano, principalmente em meio à primeira grande crise de energia da transição de energia limpa. Isto é, cortar em demasia a oferta antes que a demanda global caísse poderia causar um forte aumento no preço do petróleo e sobrecarregar as economias que são excessivamente dependentes de petróleo e gás. Com o tempo, mais e mais países se comprometem com a transição energética.
Aqui no Brasil, a agenda é relevante, com continuidade da temporada de resultados – teremos Klabin, antes da abertura do mercado, e Banco Inter e Marfrig, após o fechamento do mercado. Não somente isso, mas o dia também é carregado de dados econômicos relevantes, a começar com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de setembro do Ministério do Trabalho e Previdência, que deverá projetar criação líquida de 360 mil postos de trabalho. A divulgação da prévia da inflação oficial, o IPCA-15 de outubro (expectativa de alta de 1% na comparação mensal), medido pelo IBGE, e a arrecadação em setembro (mediana do consenso em R$ 147,7 bilhões), da Receita Federal, também estão no radar.
Lá fora, o calendário de dados é mais calmo, com destaque para a fala da presidente do BCE, Christine Lagarde. Nos EUA, a temporada de resultados pega fogo, com nomes como Microsoft, Alphabet, General Electric, Invesco, MSCI, Novartis, S&P Global, Twitter e Visa. Por lá, as vendas de novas casas unifamiliares em setembro e o Índice de Confiança do Consumidor para outubro são relevantes.
Outro assunto que poderá ser debatido na COP26 é o modelo de financiamento para os investimentos futuros em energia renovável. Grandes são as chances de que o recente entendimento sobre uma base tributária global possa ser peça-chave para o fluxo de recursos para este fim.
Vale recapitular que, após quatro décadas de declínio nos impostos corporativos multinacionais, 136 países concordaram na semana passada com mudanças nas regras tributárias unificadas que levariam a uma taxa mínima de 15% sobre os impostos corporativos para as maiores empresas do mundo. O movimento visa não só evitar uma corrida em busca da menor alíquota no mundo, mas, também, organizar um pouco mais as regras tributárias.
Isso porque regras díspares impõem encargos administrativos às empresas e podem diminuir sua disposição de investir. Com isso, uma maior uniformidade poderia reduzir custos e aumentar o investimento. Enquanto isso, o impacto real na lucratividade parece limitado. Neste caso, tais aumentos da alíquota, ao contrário do que o senso comum poderia indicar, não devem ter um efeito negativo sobre os investidores.
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